O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
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O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
Edição desta segunda-feira traz uma análise das perspectivas para os últimos oito meses do governo do presidente Michel Temer em meio a uma intensa e ainda imprevisível campanha eleitoral. O cientista político e professor da USP José Álvaro Moisés aponta alguns avanços na economia, mas ressalta erros políticos que fazem o governo correr o risco de uma paralisia. O especialista também comenta as negociações do presidente em torno de uma candidatura de centro à Presidência da República, como a recente reaproximação entre MDB e PSDB, que tem interesses e complicações regionais dificultando um acordo.
Programa também apresenta a agenda econômica da semana com a editora de economia da Agência Estado e colunista da Rádio Eldorado Silvia Araújo.
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Ouça o programa Start Eldorado, sobre tecnologia, mercado e transformação digital, que vai ao ar nas quartas-feiras, às 22h, na Rádio Eldorado (107,3 FM - SP). A apresentação é de Daniel Gonzales com os comentários de Renato Cruz. Nesta edição, saiba como a transformação digital já mudou a realidade das indústrias farmacêutica e química, na conversa com a vice-presidente de Sustentabilidade e Novos Negócios da Eurofarma, Maria Del Pilar Muñoz, e com o gerente de Agricultura Digital da Yara Brasil, Daniel Accioly Rosa.
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Edição desta sexta-feira tem um pé na política e outro na economia. Do lado político, voltamos a debater o cenário eleitoral. O viés agora são as movimentações no centro do espectro ideológico. Apesar de caminhar de maneira pulverizada neste momento, este centro tem costurado nos bastidores alianças que possam emplacar um candidato com mais potencial de chegar ao 2º turno. E este é o caso de Geraldo Alckmin (PSDB-SP), que nesta semana voltou a se aproximar do presidente Michel Temer. Na mesa, a possibilidade de se compor uma chapa com Henrique Meirelles (MDB) de vice. É claro que o pré-candidato tucano nega oficialmente as tratativas, mas o repórter Pedro Venceslau, nosso convidado de hoje, teve acesso às negociações e conta o que estaria em jogo numa futura união entre MDB e PSDB nas eleições presidenciais.
Do lado econômico, edição desta sexta foi entender os motivos da disparada do dólar, que chegou a ultrapassar a barreira dos R$ 3,50. Seria apenas fatores externos? Ou teria interferência do cenário eleitoral? Confira o bate papo que tivemos com a editora do Broadcast econômico da Agência Estado, Silvia Araujo, sobre o assunto.
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Edição desta quinta-feira busca entender melhor quais são os efeitos da decisão tomada pela 2ª Turma do STF que retirou do juiz federal Sergio Moro os trechos da delação premiada de ex-executivos da Odebrecht. À Justiça, eles relataram fatos sobre as reformas no sítio de Atibaia e o terreno onde seria sediado o Instituto Lula. Para o professor de Direito Constitucional da FGV-SP, Roberto Dias, ouvido pelo programa, a decisão é momentaneamente favorável à defesa do ex-presidente Lula, mas ele lembra que o relator do caso, o ministro Edson Fachin, pode ainda remeter o julgamento para análise do plenário da Corte. O que tornaria o resultado imprevisível.
Programa de hoje ainda analisa os resultados de mais uma pesquisa Barômetro Político Estadão-Ipsos que todos os meses analisa a opinião dos brasileiros sobre personalidades do mundo político e jurídico. Neste último levantamento, chama a atenção a leve melhora na imagem de Joaquim Barbosa, cotado para assumir a candidatura para presidente pelo PSB.
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Edição desta quarta-feira dá sequência à série de entrevistas com os pré-candidatos à Presidência da República. O convidado da vez é o deputado e presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia. Ele entra na disputa sob a chancela do Democratas, o DEM, partido que tem como raiz o PFL e tenta se desvencilhar do estigma de ser “de direita”. A última vez que a sigla lançou um candidato ao Palácio do Planalto foi em 1989, com Aureliano Chaves – num cenário tão pulverizado quanto é o atual, coincidentemente. Sobre esta fragmentação, inclusive, Maia entende que ela é fruto do final de um ciclo político “de um governo que se propôs a fazer uma transição.” O parlamentar carioca acredita que as alianças regionais terão mais peso na definição dos reais candidatos do que o resultado nas pesquisas de intenção de voto. Maia, por sinal, pontua com, no máximo, 1% dos votos nos cenários medidos pelo Datafolha.
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No próximo dia 2 de maio, o plenário do STF retoma julgamento para discutir a redução do foro privilegiado. Seis ministros já votaram a favor da tese de Luís Roberto Barroso de que o foro para deputados federais e senadores só deve ser aplicado quando o crime for praticado no exercício do mandato e estiver relacionado ao cargo. O ministro Dias Toffoli pediu vista em novembro do ano passado, quando a 3ª sessão sobre o caso foi suspensa. Além de Toffoli, ainda faltam votar os ministros Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowski. Analisamos o tema numa entrevista com o professor de Direito Constitucional da FGV-SP, Rubens Glezer. Para ele, pode ser ilusório acreditar que a Justiça será mais célere com os processos remetidos para a primeira instância. Glezer ainda afirma que a tese de Barroso tem um grau de experimentalismo, já que não se sabe ao certo se ela vai realmente acabar com a impunidade. Confira ainda nesta edição uma análise sobre o cenário eleitoral com o sociólogo e professor do Mackenzie, Rodrigo Prando. O tema da vez é a pulverização de candidaturas na corrida presidencial.
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Edição desta segunda-feira, 23, é menos “analítica” e mais “imersiva”. Apresentamos uma reportagem preparada pela jornalista Carolina Ercolin especialmente para este podcast. Carol é apresentadora do ‘Jornal Eldorado’, na Rádio Eldorado. O que você vai ouvir é uma fotografia sonora, ao melhor estilo dos documentários narrativos, sobre o perfil e a adesão de parte do eleitorado brasileiro à figura e às propostas de Jair Bolsonaro, pré-candidato à Presidência da República nas eleições pelo PSL. Afinal, quem é o eleitor que integra o movimento que prega valores como família, pátria e liberdade religiosa ao mesmo tempo em que condena bandidos à pena de morte? O que justifica a popularidade da direita representada pelo bom desempenho do deputado Jair Bolsonaro nas pesquisas eleitorais? Algumas respostas estão neste audiodocumentário que aprofunda o olhar sobre um voto mais personalista do que ideológico e com potencial maximizado pelas redes sociais.
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Ouça o programa Start Eldorado, sobre tecnologia, mercado e transformação digital, que vai ao ar nas quartas-feiras, às 22h, na Rádio Eldorado (107,3 FM - SP). A apresentação é de Daniel Gonzales com os comentários de Renato Cruz. Nesta edição, saiba como a inteligência artificial já está em uso nos bancos, na conversa com o diretor de inovação do Bradesco, Fernando Freitas, e com o professor da Poli-USP, Marcelo Zuffo.
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Edição desta sexta-feira, 20, dá sequência à série de entrevistas com os pré-candidatos à Presidência da República. O convidado da vez é Guilherme Boulos, líder do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto) e aspirante ao cargo pelo PSOL. Na última pesquisa Datafolha, ele pontuou em três dos nove cenários medidos. E sempre com 1% das intenções de voto. Desde a condenação do ex-presidente Lula, Boulos tem realizado diversas manifestações em defesa do petista. No dia fatídico da prisão em São Bernardo, foi um dos que tentou demover Lula da ideia de se entregar à Polícia Federal, fato que ele confirma nesta entrevista concedida ao apresentador Haisem Abaki e ao repórter Ricardo Galhardo. O pré-candidato ainda falou sobre qual deve ser o projeto político da esquerda nos próximos anos, avaliou positivamente apenas o “espírito inicial” da Lava Jato, e se mostrou mais uma vez extremamente crítico ao juiz federal Sérgio Moro.
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Edição desta quinta-feira discute o cenário eleitoral numa entrevista com o professor de Ética e Filosofia da Unicamp, Roberto Romano. Para ele, Joaquim Barbosa terá muitas dificuldades para se viabilizar, ainda que tenha aparecido muito bem na última pesquisa eleitoral. Romano cita a falta de experiência e traquejo político do ex-ministro do STF como os maiores impeditivos de sua candidatura. Ele chega a compará-lo com Dilma Rousseff, que surgiu apenas ancorada na popularidade do ex-presidente Lula, mas que não tinha exercido nenhum cargo eletivo até então. Romano acredita que Ciro terá mais condições de deslanchar na campanha do que Joaquim Barbosa. Na entrevista concedida ao apresentador Haisem Abaki, ele ainda fala sobre uma “Marina ambígua”, o “PSDB dividido” e o vácuo no PT sem a liderança de Lula.
Confira ainda nesta edição uma análise sobre a transição de poder em Cuba, que deixa de ter um Castro na presidência, após quase 60 anos, para ter um civil, Miguel Díaz-Canel. O que não significa uma mudança no teor da ditadura socialista, lembra o professor de Relações Internacionais da USP, Alberto Pfeifer, entrevistado aqui no programa.
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