O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
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O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
Edição desta quarta-feira, 23, fala sobre a decisão do presidente Michel Temer em afastar qualquer possibilidade de reeleição e reunir todas as forças em volta do nome do ex-ministro da Fazenda Henrique Meirelles. Mesmo com um partido dividido, Temer resolveu bancar o nome de seu aliado e ainda bradou contra as correntes contrárias do MDB.
Mas no cenário político, é válido um partido apostar em um candidato que tem, no máximo, 1% das intenções de voto? Ou seria melhor concentrar os recursos de campanha para fazer um bom número no legislativo? Para o cientista político da consultoria Pulso Público, Vítor Oliveira, Henrique Meirelles tem a vantagem de ser um candidato que pode se autofinanciar, o que pouparia os recursos do MDB.
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Programa de hoje traz mais detalhes sobre a difícil decisão do governo em como agir em relação às constantes altas nos preços dos combustíveis. Ontem, caminhoneiros em protesto paralisaram diversas rodovias pelo País e cobraram o corte de alguns tributos que incidem sobre o óleo diesel. A pressão surtiu efeito e o presidente Michel Temer se reuniu com alguns ministros, mas não envolveu o presidente da Petrobrás, Pedro Parente. O objetivo era buscar alternativas para conter os aumentos. Do ponto de vista econômico, as saídas são escassas, dada a grave situação fiscal das contas públicas. Represar as altas também teria um impacto negativo profundo sobre a Petrobrás. Mas na esfera política, em ano de eleição, a preocupação maior é evitar desgastes populares num momento em que o MDB tenta definir de vez qual será o seu candidato à Presidência. Existe solução possível? Quem conta aqui no programa é a editora da ‘Coluna do Estadão’, Andreza Matais.
Outro assunto do dia é sobre o perfil que o eleitor busca nestas próximas eleições. Pesquisa do instituto Locomotiva mostra que 81% dos eleitores declararam preferir votar em quem hoje não exerce mandato. Conversamos com o presidente da entidade, Renato Meirelles.
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A crise de representatividade política no Brasil tem fomentado alternativas das mais diversas na hora de resgatar a confiança do eleitor com os pretendentes a cargos públicos. O efeito mais claro deste sentimento “anti- establishment” é a busca por candidatos “outsiders” – ou que, ao menos, não tenham vínculos profundos com os grupos políticos mais tradicionais. Outra novidade que deve pintar nestas eleições brasileiras é uma nova categoria de candidatura no segmento legislativo: despersonalizada e defendida por um grupo, não por uma pessoa só. É claro que do ponto de vista legal isso não está previsto, nem autorizado. Na urna, apenas um nome e uma foto podem aparecer. Mas o posicionamento público será outro: a de um coletivo que exprime e co-divide as responsabilidades daquela candidatura. Tal fenômeno já começa a ganhar cada vez mais adeptos e, sem dúvida, subverte a lógica mais tradicional da democracia representativa. Quem traz mais detalhes sobre estes casos e o que eles têm despertado no meio político é o repórter de política do Estadão, Gilberto Amendola.
Edição de hoje conta também com a tradicional agenda econômica da semana, com os comentários da editora do Broadcast econômico da Agência Estado, Silvia Araujo. Em pauta, resultado prévio da inflação, Boletim Focus e, claro, o dólar em disparada.
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Ouça o programa Start Eldorado, sobre tecnologia, mercado e transformação digital, que vai ao ar nas quartas-feiras, às 22h, na Rádio Eldorado (107,3 FM - SP). A apresentação é de Daniel Gonzales com os comentários de Renato Cruz. A empresa inteligente e o futuro da tecnologia nos negócios estão em pauta nesta edição, na entrevista com Paulo Ossamu, da Accenture, e Cláudio Ferreira, da startup de inteligência artificial Fhinck.
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Nesta quinta-feira, reportagem do Estadão apresentou com exclusividade detalhes de investigação do Ministério Público Federal em que oito brasileiros foram denunciados por formação de organização criminosa e promoção do Estado Islâmico no País. O grupo teria, inclusive, planejado atentado durante o carnaval do Rio ou em Salvador. Para entender melhor este fenômeno, que parecia tão distante da realidade do Brasil, edição de hoje entrevista Fernando Brancoli, professor de Relações Internacionais da UFRJ e especialista em segurança internacional. Segundo ele, a adesão ao EI em locais como o Brasil tem direta ligação com o que se transformou o grupo extremista, no que ele chama de “califado digital”. Com as baixas territoriais e militares na Síria e no Iraque, só restou ao EI incentivar pessoas ao redor do mundo em realizar ataques terroristas, de acordo com Brancoli. Na entrevista, o professor ainda elenca alguns motivos que explicam o porquê da narrativa do EI ser tão atraente para os mais jovens.
Programa de hoje ainda traz um bate papo com a repórter do Emais, Hyndara Freitas, sobre os bastidores e preparativos para o casamento entre o príncipe Harry e a atriz Meghan Markle, neste sábado, na Inglaterra. Está imperdível!
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Edição desta quinta-feira traz uma entrevista com o escritor Marcelo Rubens Paiva. Ele visitou os nossos estúdios e conversou com o apresentador Haisem Abaki. O assunto principal da conversa foi o documento revelado pela CIA que mostra que o presidente Ernesto Geisel (1907-1996) manteve a política de seu antecessor, Emílio Médici, de executar “subversivos perigosos” durante a ditadura militar no Brasil. Para Rubens Paiva, o impacto desta revelação é “enorme” e certamente vai provocar uma revisão da história. O jornalista e colunista do Estadão ainda fala sobre como foi o processo de investigação da morte de seu pai, o deputado Rubens Paiva. Segundo o Ministério Público e relatório da Comissão Nacional da Verdade, Paiva foi preso e morto nas dependências do Destacamento de Operações de Informações (DOI), no prédio do Batalhão da Polícia do Exército na Tijuca, na zona norte do Rio. O Exército nunca reconheceu a morte do ex-deputado em suas dependências. Marcelo Rubens Paiva conta que o caso está em suspenso atualmente. No bate-papo com Haisem Abaki, o autor também traz mais detalhes sobre a publicação de seu mais recente livro, “O Orangotango marxista” (editora Alfaguara).
Confira ainda nesta edição uma análise sobre a decisão do Copom de manter a taxa básica de juros em 6,5% ao ano. Conversamos sobre o assunto com Sílvio Campos Neto, da Tendências Consultoria.
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Edição desta quarta-feira traz análises em diferentes frentes: na esfera eleitoral, com Henrique Meirelles convencendo o MDB que é o candidato do partido; na esfera internacional, sobre a escalada de violência na fronteira entre Israel e Gaza; e na esfera econômica, com o dólar cada vez mais incontrolável. Sobre Henrique Meirelles, você vai ouvir o comentário da editora da ‘Coluna do Estadão’, Andreza Matais. Sobre o confronto entre Israelenses e palestinos, que já resultou em dezenas de mortos nos últimos dias, ouvimos Gunther Rudzit, especialista professor de Relações Internacionais na ESPM. Confira ainda as dicas do economista e diretor de câmbio da FB Capital, Fernando Bergallo, sobre como o consumidor pode se posicionar neste momento de alta do dólar. Em especial aquele que tem viagem marcada para o exterior.
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A partir de hoje, os pré-candidatos podem utilizar oficialmente o crowdfunding como meio para arrecadar fundos para as campanhas eleitorais. A nova regra entrou na última reforma eleitoral, aprovada no ano passado no Congresso. Apenas empresas especializadas e homologadas junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) poderão ofertar a ferramenta. Ao menos dez já cumprem todos os requisitos. Tanto as campanhas, quanto as empresas precisam seguir à risca uma série de normas, como não gastar os recursos obtidos exclusivamente pela internet até o início oficial da campanha, em 15 de agosto. Mais do que permitir uma nova modalidade para angariar recursos, a questão de fundo que se coloca é: a vaquinha online poderá mesmo engajar o eleitor? Segundo o advogado especializado em Direito Eleitoral, Alberto Rollo, a raiz desta novidade tem como referência a democracia norte-americana. Ou seja, são os doadores individuais que financiam as campanhas. Não há dinheiro público envolvido. Para Rollo, a meta seria idêntica no Brasil: provar que a democracia pode depender apenas das convicções e da mobilização dos cidadãos. Sem a necessidade de investimento público. Confira ainda nesta edição uma análise da convocação da seleção brasileira pelo técnico Tite para a Copa do Mundo na Rússia.
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A partir de hoje o Brasil começa a respirar Copa do Mundo de maneira mais intensa. A ponto de dividir as atenções com outros temas de extrema relevância, como a corrida eleitoral. O técnico Tite faz nesta segunda-feira sua convocação final para a disputa do Mundial na Rússia. Para entrar no clima, o programa convidou para um bate papo o colunista do ‘Estado’ e comentarista dos canais ESPN, Mauro Cezar Pereira. Mauro é um pouco a antítese do que parte da imprensa esportiva, em especial nos canais de TV, tem ofertado em termos de conduta opinativa. Não banca o engraçado, tampouco o polêmico ou aquele perfil de torcedor. Busca a retidão, a análise científica e a crítica bem fundamentada. Não por acaso é visto como “rabugento” ou “mau-humorado” por seus detratores. Na Copa de 2014, por exemplo, foi um dos poucos que não demonstrou euforia com o time de Felipão. Na conversa, que contou com a participação do repórter Raphael Ramos, Mauro Cezar afirma que a competência de Tite pode colocar a seleção em condições de faturar o hexa, mas pondera que o futebol brasileiro em nada evoluiu desde o fatídico 7 a 1.
Confira ainda nesta edição a nossa tradicional agenda econômica da semana, com os comentários de Silvia Araujo, editora do Broadcast. No radar estão Copom, prévia do PIB e a pressão cambial sobre o dólar.
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Ouça o programa Start Eldorado, sobre tecnologia, mercado e transformação digital, que vai ao ar nas quartas-feiras, às 22h, na Rádio Eldorado (107,3 FM - SP). A apresentação é de Daniel Gonzales com os comentários de Renato Cruz. Nesta edição, saiba mais sobre a quarta revolução industrial - a indústria 4.0 - e como o conceito já é aplicado, com a adoção de práticas digitais e tecnologias inovadoras, na conversa com Maurício Mazza, diretor de TI da Mercedes-Benz e Leandro Oliveira, vice-presidente da Voith Digital Solutions.
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