O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
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O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
O primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, renunciou ao cargo de líder do Partido Conservador, abrindo caminho para a escolha de um novo premiê. O anúncio foi feito em meio à grave crise política que levou à demissão de mais de 50 integrantes do governo nas últimas 48 horas.
No Brasil, a polêmica fica por conta da instalação da CPI do MEC, que pretende investigar atos de corrupção passiva sob a gestão do ex-ministro Milton Ribeiro. O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), já disse que a comissão só vai começar após as eleições, mas a oposição quer que as investigações comecem em agosto, e prometem ir ao Supremo Tribunal Federal (STF).
Por falar no STF, parlamentares contrários ao presidente Jair Bolsonaro prometem contestar a aprovação, em tempo recorde, de um pacote de bondades, que inclui o aumento do Auxílio-Brasil, por ter sido feito em período eleitoral, o que pode caracterizar inconstitucionalidade da medida.
A tentativa dos aliados do presidente é conseguir conquistar os votos dos mais pobres que hoje estão com Lula (PT). Isso fica claro na última pesquisa Genial/Quaest, que mostra estabilidade dos candidatos: Lula com 45% e Bolsonaro com 31%. No sentido de aumentar seus palanques estaduais, tanto o petista como o presidente tentam fechar acordos para as eleições de governadores e senadores.
Esses são os assuntos que guiam nossa conversa quinzenal do “Poder em Pauta” com os jornalistas que acompanham o dia a dia da política. Participam no episódio de hoje do ‘Estadão Notícias’, Pedro Venceslau, de São Paulo, e Felipe Frazão, diretamente da capital federal.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes e Gabriela Forte
Sonorização/Montagem: Moacir Biasi
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As demissões em massa têm ofuscado o brilho dos unicórnios, apelido dado a startups que atingem mais de um bilhão em valor de mercado. Empreendimentos promissores como Loft, QuintoAndar e Ebanx entraram, desde abril, em uma onda de desligamento e levantaram questionamentos sobre a sustentabilidade de negócios reconhecidamente inovadores.
O caráter experimental das startups, que são empresas em busca de um modelo de operação definido, é o que possibilitou, nos últimos anos, o crescimento exponencial desses empreendimentos. Mas, essa celeridade também é responsável pela queda abrupta deste mercado.
A queda dos quadros funcionais está tão expressiva que o período é chamado de “inverno” para investimentos em startups. Líderes do segmento reconhecem o momento difícil e relacionam à crise macroeconômica mundial, influenciado pela pandemia da covid-19 e pela guerra da Ucrânia. No entanto, ainda é cedo para terra arrasada, segundo especialistas. Os investimentos ainda estão em patamar superior ao período anterior à pandemia.
No Estadão Notícias desta quinta-feira, vamos falar sobre como a crise econômica mundial tem refletido na demissão de funcionários de startups. O podcast também aborda quais caminhos esses negócios podem percorrer para se reinventar, além das perspectivas para o setor com o sócio da Sirius, presidente da Associação Brasileira de Startups e colunista do ‘Link/Estadão’, Felipe Matos.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Gabriela Forte e Ramiro Brites
Montagem: Moacir Biasi
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As campanhas de Lula e Jair Bolsonaro estão preocupadas com algo que tem sido tendência nas últimas eleições: o alto índice de abstenção do eleitorado. Desde 2006, esse número só vem crescendo, e chegou à marca de 30 milhões de pessoas que não foram às urnas votar no atual presidente ou no seu adversário na época, Fernando Haddad (PT), em 2018.
Um levantamento do Instituto Votorantim, obtido com exclusividade pelo Estadão/Broadcast, mostra que o desinteresse do brasileiro pelo voto cresce de forma lenta, gradual e consistente, sobretudo no Sudeste e nas maiores cidades do País. A taxa de eleitores que não foram às urnas nesta região passou de 17,2% para 21,6% no período entre 2006 e 2018.
Diante desse cenário, instituições de defesa do voto, artistas e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), tem se engajado em campanhas para incentivar a politização das pessoas e mostrar a importância de escolher um representante nas urnas. O TSE, recentemente, lançou uma peça publicitária para atrair os jovens de 16 e 17 anos a tirar o título de eleitor.
No Estadão Notícias desta quarta-feira, vamos falar sobre como as abstenções mexem com as eleições brasileiras, e o desafio das campanhas eleitorais em conquistar esses eleitores, com o cientista político Bruno Silva, pesquisador do Laboratório de Política e Governo da Unesp e diretor do Voto Consciente. Ouvimos também a organização Politize! e o projeto Meu, seu, nosso voto, cocriado pelo Instituto Aurora, Instituto Nossa Causa e Escola da Política.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Gabriela Forte e Ramiro Brites
Montagem: Moacir Biasi
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Neste episódio da série 'Cenários', Sonia Racy recebe Tânia Cosentino, presidente da Microsoft Brasil. Ela fala sobre o déficit de um milhão de profissionais de tecnologia no Brasil projetado para 2025 e como resolver o problema. Outros assuntos debatidos são o pequeno número de mulheres atuando no setor e a 'quarta revolução industrial' que já está em curso.
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Foi dada a largada para a instalação da CPI do MEC, que vai investigar acusações de corrupção passiva, entre outros crimes, dentro da pasta na gestão de Milton Ribeiro. Conforme revelado pelo Estadão, os pastores Gilmar Santos e Ailton Moura, intermediavam a negociação de verbas do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) em troca das mais variadas propinas.
A abertura dessa comissão, que já tinha sido enterrada, ganhou força com a prisão do ex-ministro e dos religiosos. Com o número mínimo de assinaturas necessárias conquistadas, a oposição pressiona o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), a autorizar a CPI já neste mês de julho.
Diante da iminente instalação da CPI do MEC, o governo tenta adiar a comissão para depois das eleições presidenciais. Apoiadores de Jair Bolsonaro e a oposição lutam para garantir a maioria dos membros que vão investigar o Ministério da Educação. O temor dos governistas é que essa comissão tenha o mesmo impacto da CPI da Covid na opinião pública.
No Estadão Notícias desta terça-feira, vamos entender esses bastidores da CPI do MEC, com o repórter do Broadcast do Estadão, em Brasília, Daniel Weterman. Sobre o quanto essa comissão pode mexer com as eleições presidenciais, principalmente, para Jair Bolsonaro, vamos conversar com o doutor em ciências políticas pela USP e sócio da Tendências Consultoria, Rafael Cortez.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes e Gabriela Forte
Montagem: Moacir Biasi
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Após passar por momentos turbulentos, a economia brasileira dá seus primeiros sinais de melhora e o indicador mais claro disso é o recuo do desemprego. Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, do IBGE, o índice de pessoas não ocupadas passou de 10,5% para 9,8% no final de maio. Atualmente, o país tem 10,6 milhões de desempregados.
No entanto, mesmo com a melhora, a economia brasileira ainda tem perspectiva de baixo crescimento por conta da inflação e taxas de juros em alta. O Banco Central admitiu na última semana que descumprirá a meta de inflação pelo segundo ano consecutivo em 2022. De acordo com relatório da instituição, o Índice de Preços ao Consumidor (IPCA) deve ficar em 8,8%, baixar para 4% em 2023 e fechar em 2,7% em 2024. Já a taxa básica de juros (Selic) foi elevada para 13,25% ao ano.
Outro fator que preocupa especialistas é a aprovação da “PEC Kamikaze”, aprovada às vésperas das eleições presidenciais e com aval também da oposição, que prevê injeção de R$ 41 bilhões em benefícios sociais. De acordo com o Ministro da Economia, Paulo Guedes, a emenda é um risco para as contas públicas e o mercado já reagiu à mesma, com a cotação do dólar batendo R$ 5,33 nesta sexta-feira (1), o maior valor desde 4 de fevereiro.
Como podemos analisar a retomada da economia brasileira? O crescimento será atrapalhado pela inflação, juros e a nova PEC? E como está o cenário macroeconômico de forma geral? O ‘Estadão Notícias’ desta segunda-feira, 04, conversa com o economista e ex-presidente do Banco Central, Gustavo Loyola.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Fabio Tarnapolsky
Montagem: Moacir Biasi
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Em meio a uma era de intensa transformação de seus produtos financeiros, os bancos vêm realizando grandes investimentos em suas infraestruturas digitais para adequá-las à oferta de soluções cada vez mais ágeis, seguras e personalizadas aos clientes físicos e empresariais. Análise de dados com intenso emprego de inteligência artificial, investimentos em alto poder de processamento, integração total com a nuvem, sistemas biométricos de identificação e cibersegurança colocam as instituições no caminho do “smart banking”. Ouça a segunda parte do debate sobre o assunto, reunindo executivos de grandes instituições como Bradesco, Banco BV e Banco Inter. A apresentação do Start é de Daniel Gonzales e o programa vai ao ar todas as quartas-feiras, às 21h, na Eldorado FM 107,3.
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O governo de Joe Biden e do Partido Democrata passam por um momento delicado nos Estados Unidos. Recentes pesquisas revelaram queda na aprovação do atual presidente e, com o cenário político americano cada vez mais polarizado, surgem especulações sobre as próximas eleições no país.
O principal debate neste momento é sobre o potencial eleitoral de Donald Trump, ainda muito popular e influente no Partido Republicano. Alvo de investigação em comissão na Câmara dos Deputados, o ex-presidente vê sua imagem ficar arranhada pela sua participação decisiva no episódio da invasão ao Capitólio em janeiro de 2021. Teria ele condições de ser o próximo candidato republicano à presidência?
O momento do atual presidente, Joe Biden, também não é nada positivo: enfrenta a maior inflação dos últimos 40 anos e corre sérios riscos de ter que lidar com uma recessão econômica. Há pouco mais de três meses das chamadas eleições de “meio de mandato” - que definem Câmara de Deputados e Senado - o governo vigente parece não ter estratégia clara para contornar a fraca popularidade. Os republicanos comemoram, enquanto os democratas temem perda de espaço.
O que o atual cenário da política norte-americana representa para as duas principais alas ideológicas do país? Os republicanos podem voltar com força total nas próximas eleições? O risco de nova contestação de Trump aos resultados de 2024 é real? Para analisar todas essas questões, o ‘Estadão Notícias’ desta sexta-feira, 1º, conversa com Tanguy Baghdadi, professor de Relações Internacionais e criador do podcast Petit Journal.
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Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Fabio Tarnapolsky
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O turismo de São Paulo está se recuperando e, apesar da pandemia ainda ativa, o controle do vírus com a vacinação traz uma certa tranquilidade à população para, aos poucos, retomar sua rotina de passeios e viagens. Mesmo com transformações e adaptações, o setor tem se aquecido e prova disso são os festejos juninos, que já estão acontecendo. Para falar mais sobre os atrativos do estado para moradores, turistas e investidores, a jornalista Bárbara Guerra conversou com o secretário de turismo e viagens do Estado de SP, Vinicius Lummertz.
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O presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, foi centro de escândalo na última quarta-feira (29) ao ser acusado por cinco funcionárias do banco de assédio sexual, caso esse revelado pelo portal Metrópoles. Após o assunto vir à tona, Guimarães pediu demissão do cargo e publicou uma carta na qual se defende das denúncias.
Um levantamento produzido pela empresa de gestão de recursos humanos Mindsight no ano passado questionou 5 mil mulheres sobre assédios sofridos no trabalho. Dentre as entrevistadas, 76% disseram que já foram vítimas e 97% dessas revelaram não ter denunciado o crime. Com a acusação ao presidente da Caixa, o assunto voltou às manchetes da imprensa.
Em relatos à TV Globo, as funcionárias disseram que Pedro Guimarães teria passado as mãos em partes íntimas dos corpos delas e pedido abraços “constrangedores”. Além disso, disseram que os assédios aconteceriam tanto dentro quanto fora da instituição.
Guimarães ocupava o cargo mais alto na Caixa desde 2019 e será substituído por Daniella Marques, considerada braço direito do atual Ministro da Economia, Paulo Guedes. De acordo com o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), a movimentação foi feita para que a repercussão não atinja o presidente Jair Bolsonaro (PL). A denúncia é um golpe para o líder do Executivo, que tenta aumentar sua aprovação entre o público feminino para as eleições de 2022.
Qual o impacto das acusações a Guimarães no governo de Bolsonaro? Como as políticas, sejam na esfera pública ou da iniciativa privada, podem ser trabalhadas para combater o assédio às mulheres no ambiente de trabalho? O ‘Estadão Notícias’ desta quarta-feira (30) entrevista a Promotora de Justiça do MP-SP, Gabriela Manssur, que trabalha há 20 anos na defesa dos direitos femininos.
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