O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
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O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
Em pesquisa recente realizada pela Quaest, a pedido do RenovaBR, 86% dos eleitores avaliaram positivamente ter uma “alta renovação” no Congresso Nacional nessas próximas eleições. Fenômeno este que já ocorreu com essa atual legislatura, com índice de 47% de renovação na Câmara e de 87% no Senado - foi a maior da história desde a redemocratização. Apesar das intensas mudanças nos quadros, a percepção sobre o desempenho do Parlamento seguiu negativa.
Neste mesmo levantamento, que ouviu 1.544 pessoas em cinco regiões do País, dois em cada três eleitores declararam não lembrar em quem votou para deputado federal nas últimas eleições. A maioria (66%) também afirmou que não sabe o que faz um congressista na Casa.
O frágil elo de representatividade e o desconhecimento sobre o que se passa nas Casas Legislativas contrastam com a conjuntura política atual, em que o Congresso tem manobrado o destino do País ao sabor de seus interesses. Especialmente por meio do orçamento secreto, esquema revelado pelo Estadão.
O que explica esse distanciamento da sociedade em relação a seus congressistas? Por que o voto em deputados e senadores é levado “menos a sério” do que o voto nos cargos Executivos, como presidente e governador? E por que a alta taxa de renovação não resultou num Congresso mais virtuoso e bem avaliado?
No episódio do Estadão Notícias desta segunda-feira (18), vamos analisar esses assuntos com a cientista política e diretora de operações da Transparência Brasil, Juliana Sakai. Ouvimos também o diretor de Operações do RenovaBR, Rodrigo Cobra.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Leonardo Catto e Gabriela Forte
Montagem: Moacir Biasi
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O Start repercute a chegada do 5G ao Brasil no ambiente dos negócios. Ouça entrevistas e declarações de vários líderes da indústria e operadoras, com suas primeiras impressões sobre as redes standalone, que estrearam por Brasília e ainda neste mês chegam a Belo Horizonte, São Paulo, Porto Alegre e João Pessoa. No podcast do Start, você ouve o mesmo programa que foi ao ar na quarta-feira na Eldorado FM 107,3 - SP, com apresentação de Daniel Gonzales.
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O teto de gastos das contas públicas brasileiras foi implantado em 2016 com o objetivo de ser uma âncora fiscal para o aumento da dívida do País em relação ao seu crescimento. Antes, alguns governos chegaram a gastar mais do que arrecadavam, o que fez o Brasil mergulhar em constantes crises econômicas.
Agora, o governo de Jair Bolsonaro (PL), que prometia respeitar a medida, furou esse teto pela 5ª vez com a aprovação da chamada “PEC Kamikaze”, que turbinou benefícios à população em ano eleitoral. A proposta adicionou mais de R$ 41 bilhões de gastos para a gestão federal até dezembro.
No total, juntando todas as furadas de teto feitas pelo presidente e pelo Congresso Nacional, o País já conta com mais de 200 bilhões de gastos acima daquilo que se poderia usar, segundo um monitoramento da Instituição Fiscal Independente, atrelado ao Senado Federal.
Principal adversário de Jair Bolsonaro nas eleições, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), já disse que pretende acabar com o teto de gastos. Uma das ideias é autorizar o aumento da dívida pública desde que ela seja menor que o ritmo de crescimento do Produto Interno Bruto, o PIB.
Afinal, por que é importante preservar o teto de gastos? De que maneira a irresponsabilidade fiscal impacta no bolso da população? No Estadão Notícias desta quinta-feira, vamos analisar o atual cenário com quem criou a medida: o economista e ex-ministro da Fazenda, Henrique Meirelles.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Leonardo Catto e Gabriela Forte
Montagem: Moacir Biasi
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A polarização entre Jair Bolsonaro e Lula movimentou a classe artística após Anitta anunciar seu voto no petista. Uma das cantoras brasileiras de maior sucesso no mundo conta com mais de 100 milhões de seguidores nas redes sociais, e pode ajudar a angariar votos, principalmente, com o público mais jovem.
Do outro lado, o atual presidente tem o núcleo sertanejo no seu palanque. A principal figura representativa desse grupo é o cantor Gusttavo Lima, que possui mais de 75 milhões de fãs em suas páginas pessoais na internet. No entanto, nunca houve um anúncio público sobre o seu voto como fez Anitta.
Históricamente, artistas são mais ligados a partidos de esquerda do que de direita, portanto, é natural um apoio maior a Lula. E isso se intensificou no governo Bolsonaro, após sua gestão atacar essa classe e programas que subsidiam a cultura no País, como a Lei Rouanet.
Afinal, o apoio público de um artista pode influenciar no voto de um fã? Qual o poder de convencimento uma estrela pode causar no seu público? De que forma as campanhas podem se utilizar dessa influência?
No Estadão Notícias desta quinta-feira, vamos bater um papo sobre esse tema com o professor da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo (USP), Pablo Ortellado.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes e Gabriela Forte
Montagem: Moacir Biasi
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O presidente Jair Bolsonaro ganhou um importante aliado na sua batalha contra as urnas eletrônicas: o ministro da Defesa, Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira. Em mais de uma oportunidade, o titular da pasta tem dito que as Forças Armadas vão participar do pleito de outubro com uma função fiscalizadora.
O Ministério da Defesa montou uma equipe de oficiais do Exército, da Marinha e da Aeronáutica com a missão específica de elaborar o roteiro inédito de atuação dos militares no pleito. O plano vai além das sugestões de segurança das urnas eletrônicas encaminhadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Os militares solicitaram uma lista de informações técnicas ao TSE. São, ao todo, 12 pontos, que vão desde documentos relacionados às eleições passadas, de 2014 e 2018, como boletins de urna, relatórios de equipamentos substituídos, comparecimento e abstenção em cada seção eleitoral, até detalhes sobre o programa que seleciona, por sorteio, as seções eleitorais em que urnas eletrônicas serão submetidas aos testes de integridade e autenticidade.
Apesar de afirmarem que estão atuando dentro da legalidade, as Forças Armadas estão extrapolando sua competência e sendo instrumentalizadas pelas teses de Bolsonaro que colocam em xeque a lisura do processo eleitoral brasileiro?
No Estadão Notícias desta quarta-feira, vamos entender melhor esta nova cartada do Ministério da Defesa em relação ao processo eleitoral com o repórter do Estadão, em Brasília, Felipe Frazão, que apurou os bastidores desse conflito entre TSE e Forças Armadas.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes e Gabriela Forte
Montagem: Moacir Biasi
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Durante o Summit ESG 2022, promovido pelo Estadão, a Ambipar, apresentou um painel para falar sobre a economia circular de baixo carbono. No bate papo estiveram com a jornalista Rita Lisauskas, o CEO da Bumera Ambipar, Guilherme Brammer, e o diretor de sustentabilidade da Ambipar, Rafael Téllo. Durante a conversa eles falar sobre como a economia circular está transformando o dia a dia das empresas; quais projetos estão dando bons resultados; e sobre a conexão da circularidade das cadeias produtivas e a economia de baixo carbono.
Se você perdeu e quer assistir ao Summit ESG na íntegra, ele está disponível em estadaobluestudioplay.com.br.
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Neste episódio da série ‘Cenários’, Sonia Ray recebe a CEO do Grupo Fleury, Jeane Tsutsui. A cardiologista destaca a importância da medicina preventiva, fala sobre os avanços da tecnologia na área e detalha a expansão da rede Fleury, que cresceu 30% em 2021, com foco em diferentes áreas da medicina e parcerias estratégicas.
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Um crime ocorrido na madrugada de sábado acendeu o alerta para o perigo que a polarização entre petistas e bolsonaristas tem se tornado para a democracia brasileira. Em Foz do Iguaçu, no Paraná, o guarda municipal Marcelo Aloizio de Arruda foi morto ao comemorar seu aniversário com uma temática exaltando Lula. O assassino é o policial penal federal Jorge José da Rocha Guaranho, apoiador de Jair Bolsonaro.
O crime aumentou ainda mais a tensão que tem se espalhado pelo País entre os dois grupos ideológicos. Só neste ano, vários episódios ocorridos em eventos dos presidenciáveis mostram que, infelizmente, a violência entrou na disputa eleitoral.
Na Cinelândia, no Rio de Janeiro, por exemplo, um homem atirou um artefato explosivo com fezes em apoiadores de Lula, durante um evento promovido pelo PT. Por causa disso, a segurança dos presidenciáveis tem aumentado o alerta máximo das equipes, tanto que os dois líderes da pesquisa estão usando coletes à prova de balas em locais abertos.
O Tribunal Superior Eleitoral já se mostrou preocupado com o crescimento da tensão entre os apoiadores de Lula e Bolsonaro, e teme que os candidatos continuem insuflando as massas, gerando assim, mais instabilidades para as eleições de outubro.
No Estadão Notícias desta terça-feira, vamos analisar esse clima de polarização do País com o cientista político da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e colunista do Estadão, Carlos Pereira. Quem participa também deste episódio é o repórter especial do Estadão, Roberto Godoy, que vai nos explicar o complexo desafio que terá a Polícia Federal para garantir a segurança dos candidatos em ano eleitoral.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes e Gabriela Forte
Montagem: Moacir Biasi
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Em 2018, a plataforma liberal encontrou reverberação entre eleitores e contribuiu para a vitória de Jair Bolsonaro. Esse discurso estava personificado em Paulo Guedes, o “Chicago Boy”. Além de servir como oposição às gestões petistas na economia, as ideias de um Estado mínimo, mais eficiente e menos intervencionista tiveram um papel central no convencimento do mercado, do empresariado e de parte da sociedade brasileira. Mas como chega essa agenda liberal em 2022?
A PEC que libera mais de R$ 40 bilhões para benefícios sociais ilustra como a política econômica liberal defendida pelo governo federal não foi tão liberal assim. A proposta foi aprovada no Senado e deve ser apreciada nesta terça-feira, 12, na Câmara de Deputados.
Essa é apenas mais uma iniciativa de Jair Bolsonaro que contraria sua principal promessa de campanha no campo econômico. O desrespeito ao teto de gastos e a baixa eficiência nas privatizações são outros sinais de como o populismo se sobrepôs ao longo do mandato do presidente.
Com o fracasso do liberalismo de Guedes, essa agenda perde força e espaço nas eleições de 2022? A tendência é que o Brasil volte a experimentar uma linha mais heterodoxa na economia? Ou ainda há espaço para plataformas liberais?
No Estadão Notícias desta segunda-feira, vamos falar sobre o debate econômico na próxima campanha. Conversamos com o economista da Tendências Consultoria, Silvio Campos Neto, sobre o assunto.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Gabriela Forte e Ramiro Brites
Montagem: Moacir Biasi
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Em meio a uma era de intensa transformação de seus produtos financeiros, os bancos vêm realizando grandes investimentos em suas infraestruturas digitais para adequá-las à oferta de soluções cada vez mais ágeis, seguras e personalizadas aos clientes físicos e empresariais. Análise de dados com intenso emprego de inteligência artificial, investimentos em alto poder de processamento, integração total com a nuvem, sistemas biométricos de identificação e cibersegurança colocam as instituições no caminho do “smart banking”. Ouça a terceira parte do debate sobre o assunto, reunindo executivos de grandes instituições como Bradesco, Banco BV e Banco Inter. A apresentação do Start é de Daniel Gonzales e o programa vai ao ar todas as quartas-feiras, às 21h, na Eldorado FM 107,3.
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