O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
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O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 27, Carlos Andreazza fala sobre a disputa eleitoral no campo da direita e as consequências da contenda entre o ministro Gilmar Mendes e o ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), que passou a atacar diretamente ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) nas últimas semanas.
A briga pública teve o efeito de turbinar as redes sociais do pré-candidato à presidência pelo Partido Novo, fazendo do ministro um “cabo eleitoral” involuntário do mineiro.
O número de seguidores de Zema aumentou em mais de 494 mil pessoas, seguando levantamento da consultoria Bites, especializada em análise de dados.
No mesmo período, os outros pré-candidatos cresceram bem menos.
Renan dos Santos (Missão), que é forte entre os eleitores mais jovens, aumentou sua base de seguidores em 129 mil, o senador Flávio Bolsonaro (PL) em 114 mil e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 39 mil.
Já Flávio Bolsonaro vive um dilema quanto a como agir nessa situação e gerenciar as intrigas entre aliados e integrantes da família.
O pré-candidato à Presidência, publicou no X (antigo Twitter) neste sábado, 25, um texto em tom de apelo à base bolsonarista, pedindo união e criticando o que chamou de “provocações e cobranças dentro do nosso próprio time”.
A manifestação ocorreu após o novos atritos públicos entre o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) e integrantes da família do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) - desta vez o vereador Jair Renan Bolsonaro (PL-SC).
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A inteligência artificial já entrou de vez na rotina das salas de aula brasileiras. Essa tecnologia vem sendo largamente utilizada para organizar planos de ensino multidisciplinares, sugerir atividades, analisar desempenho dos alunos e até personalizar o ensino de acordo com particularidades locais e individuais. Um estudo recente da McKinsey aponta que entre 20% e 40% do tempo dos docentes é consumido por tarefas repetitivas, e nesse ponto a IA também vem funcionando como uma aliada poderosa na eficiência. Mas o desafio está justamente no equilíbrio: usar a inteligência artificial para ganhar eficiência sem perder a essência da educação. Plataformas modernas de ensino se deparam com um desafio: buscar o equilíbrio para, ao mesmo tempo, fazer bom uso da IA incentivando a formação de estudantes mais críticos e ainda liberando professores para um papel de mais criatividade, sem perder a essência dessa relação e o ponto principal que nenhuma máquina consegue substituir: o olhar humano. Para falar deste tema, o apresentador Daniel Gonzales recebe hoje Aline Ferrus, coordenadora pedagógica da plataforma PAR, da Somos Educação, ecossistema líder em educação básica no País e que atende mais de 130 mil escolas e cerca de 30 milhões de alunos em todos os estados. O programa vai ao ar todas as quartas-feiras às 21h, na Rádio Eldorado FM 107,3 (para toda Grande SP), site, app e assistentes de voz.
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No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 24, Carlos Andreazza fala sobre a semana agitada do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, que começou com embates entre o magistrado e o ex-governador Romeu Zema (Novo), passou por declarações sobre o inquérito das Fake News e teve até um pedido de pacto entre os poderes para debelar a crise instalada nas instituições.
O ministro citou nesta quinta-feira, 23, a possibilidade de que se façam “bonecos de Zema como homossexual” ao reclamar de críticas do ex-governador ao STF e indagou se isso não seria ”ofensivo”.
Na mesma fala, Gilmar também citou a possibilidade de uma representação que colocasse Romeu Zema como alguém que rouba dinheiro público.
Em resposta, o ex-governador apontou ‘preconceito’ de Gilmar, que também citou ‘ladrões’ em sua fala, dizendo que não se pode comparar acusados de roubo a pessoas gays; após repercussão, ministro disse que errou e se desculpou nas redes.
A ofensiva de Zema contra o que ele chama de “intocáveis de Brasília”, com críticas e sátiras, levou o ministro Gilmar Mendes a pedir a inclusão do ex-governador de Minas Gerais no inquérito das Fake News, que investiga ataques contra a democracia e integrantes da Corte, que segundo o decano, deve continuar aberto “pelo menos até as eleições” deste ano.
Segundo ele, a investigação se mantém relevante diante de ataques à Corte.
“Eu tenho a impressão de que o inquérito continua necessário e ele vai acabar quando terminar, é preciso que isso seja dito em alto e bom som.
O tribunal tem sido vilipendiado, veja por exemplo a coragem, eu diria a covardia, do relator da CPI do Crime Organizado de atacar a Corte, pedir indiciamento de pessoas, não cuidando de quem efetivamente cometeu crimes.
Isto pode ser deixado assim? Acho que não, é preciso que haja resposta”, disse em entrevista ao Jornal da Globo, da TV Globo.
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No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 23, Carlos Andreazza fala sobre a semana política no Brasil e no mundo.
No STF, depois do bate-boca público entre Romeu Zema e o ministro Gilmar Mendes, o magistrado fala em um pacto amplo entre os poderes, que seja costurado entre Governo e Congresso.
Já a postura mais combativa adotada por Romeu Zema (Novo) em relação ao Supremo Tribunal Federal (STF) fez arrefecer a pressão de uma ala do Partido Novo para que ele seja vice na chapa do senador Flávio Bolsonaro (PL).
A percepção agora é que o ex-governador ganhou força entre os bolsonaristas, porque passou a defender de forma explícita mudanças no Supremo, pauta cara a esse eleitorado.
O Senador Flávio Bolsonaro começa a se movimentar após o aumento da influência do ex-governador de Minas Gerais, aliados inclusive consideram o estado como campo minado para Flávio, que já negocia com os possíveis candidatos a vice.
No âmbito internacional, o colunista comenta a ‘treta’ entre Lula e Donald Trump, o brasileiro elevou o tom das críticas ao mandatário norte americano em evento, dizendo que: “Não podemos permitir que o mundo se curve ao comportamento de um presidente que acha que por e-mail ou por tweet ele pode taxar produtos, punir países e pode fazer guerra”, afirmou o presidente na abertura da feira industrial de Hannover, na Alemanha.
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No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 22, Carlos Andreazza fala sobre o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, que respondeu à declaração do ex-governador mineiro Romeu Zema (Novo), pré-candidato à Presidência, em defesa do impeachment e da prisão dos ministros da Corte Dias Toffoli e Alexandre de Moraes.
Em postagem no X, o decano da Corte afirmou ser “no mínimo irônico” ver Zema atacando o tribunal após tê-lo acionado para adiar o pagamento de parcelas da dívida de Minas Gerais com a União e ainda enviou uma representação ao ministro Alexandre de Moraes pedindo a investigação do ex-governador por compartilhar em suas redes sociais um vídeo com uma sátira aos ministros da Corte.
Para Zema, a postura mais combativa adotada em relação ao STF fez arrefecer a pressão de uma ala do Partido Novo para que ele seja vice na chapa do senador Flávio Bolsonaro (PL).
No Congresso, parlamentares da oposição na Câmara dos Deputados anunciaram que vão ingressar com um pedido de impeachment do ministro Gilmar Mendes. A iniciativa é liderada pelo deputado federal Gilberto Silva (PL-PA) após o magistrado solicitar a inclusão do ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), no inquérito das fake news.
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No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 20, Carlos Andreazza comenta os diálogos inéditos extraídos do telefone celular do banqueiro Daniel Vorcaro que mostram que o Banco Master recorreu a aportes do Banco de Brasília (BRB) ao menos desde agosto de 2024 para poder cobrir sua crise de liquidez.
O ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, foi preso por corrupção na compra de carteiras falsas do Master. Vorcaro, preso desde março de 2025, negocia delação.
Investigações apontam fraudes bilionárias e desvio de recursos, levando à liquidação do Master em novembro de 2025. O Banco Central vetou a compra do Master pelo BRB em setembro de 2025.
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O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. Também disponível no agregador de podcasts de sua preferência.
Apresentação: Carlos Andreazza
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Cidades inteligentes não são só sobre tecnologia, mas são também sobre decisão. Nesta edição do Start Eldorado, o apresentador Daniel Gonzales conversa com Elias Reis, Head de Cidades Inteligentes da NEC, sobre como a inteligência artificial está transformando a gestão urbana na prática. Mais do que câmeras, sensores ou aplicativos isolados, o grande diferencial hoje está na capacidade de integrar dados de diferentes áreas (como segurança, mobilidade, saúde e serviços públicos) e transformar tudo isso em ações rápidas, coordenadas e eficientes. A IA permite não só reagir, mas prever problemas, otimizar recursos e melhorar o dia a dia do cidadão. E quando ele também participa, seja por aplicativos ou outros canais digitais, ele passa a fazer parte desse ecossistema, gerando dados e contribuindo para uma cidade mais eficiente e conectada. Uma jornada que depende menos de tecnologia isolada e mais de inteligência aplicada. O Start vai ao ar todas as quartas-feiras, às 21h, na Rádio Eldorado FM (107,3), app, site e assistentes de voz.
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No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 17, Carlos Andreazza comenta sobre as informações da Polícia Federal (PF), de que Daniel Vorcaro negociou o pagamento de R$ 146 milhões em propina ao então CEO do Banco Regional de Brasília (BRB), Paulo Henrique Costa. O valor seria pago por meio da transferência de seis imóveis.
O inquérito apresentado pela PF ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF)André Mendonça embasou a prisão de Paulo Henrique. O decreto foi cumprido nesta quinta-feira, 16, na quarta fase da Operação Compliance Zero.
A investigação identificou que unidades, vinculadas ao chamado “cronograma pessoal” do ex-presidente do BRB, estão ligadas aos condomínios Heritage, Arbórea, One Sixty e Casa Lafer, em São Paulo, e Ennius Muniz e Valle dos Ipês, em Brasília.
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No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 16, Carlos Andreazza comenta fala do ministro Gilmar Mendes que nesta quarta-feira, 15, reagiu às declarações do ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo), pré-candidato à Presidência, que defendeu o impeachment e a prisão dos ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes.
Em publicação na rede X, o decano do Supremo classificou como “no mínimo irônico” o ataque de Zema ao tribunal, lembrando que o próprio político recorreu à Corte para postergar o pagamento de parcelas da dívida de Minas Gerais com a União.
De acordo com o ministro, sem a intervenção institucional do STF, o então governador teria enfrentado um quadro de forte desequilíbrio fiscal, com riscos à manutenção de serviços públicos essenciais no Estado.
“A contradição é latente: quando o STF profere decisões que garantem o fluxo de caixa ou suprem omissões do Legislativo local, a Corte é acessada como agente necessário ao funcionamento da máquina estatal. Contudo, basta que contrarie interesses políticos para que o pragmatismo jurídico dê lugar a chavões vazios de ‘ativismo judicial’ e a ataques à honra dos ministros”, afirmou Gilmar Mendes.
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No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 15, Carlos Andreazza comenta as falas do presidente do Senado Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) que afirmou que o País vive “uma agressão permanente às instituições republicanas”. Ele reclamou de “agressões” aos Três Poderes em um momento em que ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e políticos do Legislativo e do Executivo são ligados ao escândalo do banco Master.
“Está muito bom agredir as instituições republicanas, seja do Executivo, do Legislativo ou do Judiciário. Está muito cômodo ofender os outros. Está todo mundo passando dos limites institucionais que norteiam a boa convivência na relação republicana”, afirmou. “Ofender, subjugar, agredir e atacar não vai construir o Brasil que os brasileiros precisam e esperam dos Poderes”, completou.
A declaração ocorreu durante a posse do novo ministro da Secretaria de Relações Institucionais (SRI), José Guimarães, em uma série de recados dados antes dos protocolares elogios ao novo ministro.
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