O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
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O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
A Inteligência Artificial já começou a transformar uma das áreas mais complexas dentro das empresas: o setor tributário. Em um país onde a legislação muda praticamente todos os dias e onde erros fiscais podem gerar prejuízos milionários, a IA surge como aliada para automatizar processos, reduzir riscos e liberar equipes para decisões mais estratégicas. Mas até onde essa automação pode chegar? E como garantir segurança, precisão e governança nesse cenário? Nesta semana, no Start Eldorado, o apresentador Daniel Gonzales mostra como Inteligência Artificial e automação estão reduzindo em até 96% o tempo operacional em processos fiscais, em um cenário marcado por regras complexas, mudanças constantes na legislação e riscos elevados de erro. A conversa é com Sérgio Morganti, da Brinta, e Thiago Iglesias, do Torq, hub de inovação da Evertec, sobre os impactos reais da IA na gestão tributária e o futuro da transformação digital nas empresas. O Start vai ao ar todas as quartas-feiras, às 21h, na Rádio Eldorado FM (107,3), app, site e assistentes de voz.
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No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 08, Carlos Andreazza fala sobre mais uma fase da Operação Compliance Zero, que mirou, pela primeira vez, o núcleo político por suspeitas de crimes envolvendo o Banco Master e Daniel Vorcaro.
Foi cumprido mandado de busca e apreensão contra o senador Ciro Nogueira (PP-PI), presidente nacional do partido e ex-ministro da Casa Civil no governo de Jair Bolsonaro.
A defesa do parlamentar afirmou que “repudia qualquer ilação de ilicitude sobre suas condutas, especialmente em sua atuação parlamentar”.
Colunista também comenta sobre o fato de que os investigadores da Polícia Federal e da Procuradoria-Geral da República (PGR) vão cruzar as informações da proposta de delação premiada de Daniel Vorcaro com as provas já colhidas no celular do banqueiro e em outras frentes de apuração da Operação Compliance Zero, para verificar se ele apresentou fatos novos em seu relato.
Foi com base no celular de Vorcaro que a PF deflagrou as duas últimas fases da Operação Compliance Zero, resultando na segunda prisão do banqueiro e na prisão do ex-presidente do Banco Regional de Brasília (BRB), Paulo Henrique Costa.
Os diálogos mostraram, por exemplo, que Vorcaro usava uma espécie de milícia armada para ameaçar adversários, tinha meios de invadir sistemas de órgãos de investigação e acertou o pagamento de R$ 146 milhões em imóveis para Paulo Henrique Costa.
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No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 07, Carlos Andreazza fala sobre a esperada delação de Daniel Vorcaro.
A defesa do banqueiro finalizou os últimos ajustes na sua proposta de delação premiada e entregou o material aos investigadores da Polícia Federal e da Procuradoria-Geral da República (PGR).
Os investigadores da PF e da PGR vão cruzar as informações da proposta de delação premiada de Daniel Vorcaro com as provas já colhidas no celular do banqueiro e em outras frentes de apuração da Operação Compliance Zero, para verificar se ele apresentou fatos novos em seu relato.
O colunista comenta ainda, do ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Floriano Marques, um dos principais aliados do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, se reuniu nesta quarta-feira, 6, em um hotel em Brasília com o advogado José Luís Oliveira Lima, o Juca, que defende o banqueiro Daniel Vorcaro no inquérito sobre as fraudes bilionárias do Banco Master.
Andreazza também fala do possível confronto entre os ministros do Supremo André Mendonça e Alexandre de Moraes, dependendo do teor da delação do banqueiro.
Caberá ao ministro decidir se Moraes será ou não citado na delação.
Mendonça é quem decidirá, por exemplo, se pergunta ou não sobre o nível de envolvimento de Moraes e sua mulher, Viviane Barci, com Vorcaro.
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No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 06, Carlos Andreazza fala sobre o atual momento do Supremo Tribunal Federal, que passa por uma crise de confiança da população e vê alguns de seus ministros no centro do debate político no país.
Com as revelações atuais e futuras do caso Master permeando o ano político, diversos setores da República tem agido para se descolar do escândalo.
No STF, os ministros Flávio Dino e Gilmar Mendes têm se colocado a favor de um novo pacto republicano e de uma reforma do judiciário.
O fim dos chamados penduricalhos e uma fiscalização maior dos magistrados e suas decisões, também pautam as discussões.
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No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 05, Carlos Andreazza fala sobre o ministro do STF Gilmar Mendes que afirmou haver um “quadro de descrédito generalizado” em relação às instituições brasileiras após o escândalo do Banco Master.
Segundo ele, portanto, buscar resolver a crise de confiança acusando só o tribunal “é no mínimo ingenuidade, mas mais provavelmente miopia deliberada e intenções obscuras”.
Ainda no Supremo, Flávio Dino prorrogou por tempo indeterminado o afastamento do vice-prefeito de Macapá, Mário Neto (Podemos).
A decisão foi tomada neste sábado, 2, a pedido da Polícia Federal.
O afastamento foi determinado inicialmente por 60 dias.
A decisão proíbe a entrada de Mário Neto em setores da administração pública do município e o acesso a sistemas da prefeitura.
Se descumprir a ordem, ele pode ser preso preventivamente.
O colunista comenta ainda, que o ministro Alexandre de Moraes, do STF, acredita que a derrota de Jorge Messias no Senado abriu uma nova frente de tensão entre o Palácio do Planalto, o Supremo e a cúpula do Congresso.
Moraes procurou interlocutores do presidente Lula para negar que tenha atuado contra a indicação do advogado-geral da União à Corte.
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No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 04, Carlos Andreazza fala sobre o presidente Lula, que adotou de vez o discurso “antissistema” no pronunciamento do Dia do Trabalho.
Segundo o presidente, o sistema que seria formado pelo “andar de cima, bilionários e elite que mantém privilégios” joga contra o governo federal. Ele disse ainda que, se dependesse do grupo, a abolição da escravatura, assinada em 1888, não teria entrado em vigor.
“Os obstáculos que temos pela frente são enormes. Cada vez que damos um passo adiante para melhorar a vida do povo brasileiro, o sistema joga contra. O andar de cima, os bilionários, a elite que só pensa em manter privilégios às custas do povo. Se dependesse do sistema, nem a escravidão teria sido abolida no Brasil”, afirmou o presidente.
O colunista também comenta a contenda entre Alexandre de Moraes e Jorge Messias, que após a derrota acachapante de sua a indicação para a vaga aberta no Supremo Tribunal Federal (STF) e uma avaliação sobre os motivos da derrota, durante reunião entre Lula, Messias e os ministros José Guimarães (Relações Institucionais) e José Múcio (Defesa), além do líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), no Palácio da Alvorada.
A portas fechadas, a conclusão foi que o ministro do STF Alexandre de Moraes ajudou Alcolumbre na articulação contrária a Messias.
Auxiliares de Lula também disseram, sob reserva, que o ministro Flávio Dino atuou para derrotar o advogado-geral da União. Tanto Moraes como Dino negam que tenham participado desse movimento.
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A inteligência artificial está criando empregos em uma velocidade recorde, enquanto está eliminando outros na mesma proporção. No meio disso, surge uma necessidade urgente: quem está preparado para esse novo mercado? Como formar profissionais preparados para lidar com uma tecnologia que evolui em velocidade tão grande? No Brasil, a falta de pessoas qualificadas há muito tempo já virou gargalo para empresas que tentam integrar a IA a seu negócio. Nesse cenário que a formação deixa de ser diferencial e passa a ser sobrevivência, o Google lança no Brasil o Arcade, um programa global que chega ao País para capacitar, em escala, profissionais em IA, nuvem e cibersegurança e tentar fechar essa lacuna antes que ela cresça ainda mais. Nesta edição do Start Eldorado, o apresentador Daniel Gonzales recebe Fabio La Selva, líder de learning do Google Cloud na América Latina, para falar desse cenário e os desafios da formação profissional diante dos novos paradigmas da tecnologia. O Start vai ao ar todas as quartas-feiras, às 21h, na Rádio Eldorado FM (107,3), app, site e assistentes de voz.
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No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 30, Carlos Andreazza fala sobre a rejeição histórica do Senado ao nome de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal (STF).
O plenário da Casa rejeitou o nome do ministro-chefe da Advocacia-Geral da União, Jorge Messias, nesta quarta-feira, 29, para vaga no STF.
O indicado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) teve apenas 34 votos a favor e 42 votos contrários.
A rejeição ao nome de Messias foi interpretada de duas formas por integrantes do STF.
A primeira é a desmoralização do atual governo perante o Congresso Nacional, Lula é o primeiro presidente a ter uma indicação ao STF rejeitada desde Floriano Peixoto, no final do século 19.
De lá para cá, todos haviam sido aprovados pelo Senado.
A segunda é que o Senado enviou à Corte um recado: se hoje a Casa tem maioria para descartar um candidato a ministro, amanhã terá poder suficiente para afastar quem já compõe o tribunal.
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No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 29, Carlos Andreazza fala sobre o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, que criticou nesta terça-feira, 28, o que classificou como o uso da Corte por políticos como “escada eleitoral” para ampliar a visibilidade nas redes sociais. “Querem likes”, disse.
As declarações foram feitas durante julgamento na Primeira Turma do STF envolvendo de denúncia apresentada pelo deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO) contra o também deputado federal José Nelto (União Brasil-GO), acusado de injúria e calúnia.
Hoje no Senado, teremos a sabatina do indicado ao Supremo Tribunal Federal (STF) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o ministro da Advocacia-Geral da União (AGU), Jorge Messias, que tem dito a interlocutores que têm consciência de dois fatos sobre a sua sabatina, de que a conversa com os parlamentares não vai girar em torno da sua atuação profissional, mas sim sobre os rumos da mais alta instância do Poder Judiciário, e que, por isso, já espera um resultado apertado no plenário da casa.
Andreazza ainda comenta sobre o voo do empresário Fernando Oliveira Lima, que se tornou alvo de investigação da Polícia Federal sob suspeita de descaminho ou contrabando por causa da entrada irregular de bagagens no Brasil tinha em sua lista de passageiros, além de quatro parlamentares federais, um ex-assessor que foi alvo de busca e apreensão em um braço da Operação Carbono Oculto e um empreiteiro que chegou a ser preso pela Operação Lava Jato.
O inquérito foi remetido ao Supremo Tribunal Federal (STF) depois que a PF constatou que quatro parlamentares acompanharam o empresário no voo: o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), o senador Ciro Nogueira (PP-PI) e os deputados Doutor Luizinho (PP-RJ) e Isnaldo Bulhões (MDB-AL).
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No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 28, Carlos Andreazza fala sobre o presidente Lula, que vive um momento complexo para a disputa eleitoral deste ano.
O atual mandatário, ensaia um distanciamento do atual governo e dos aliados mais ao centro, pois as pesquisas mostram que ele terá um caminho árduo pela reeleição.
O segundo levantamento da Nexus Pesquisa e Inteligência, em parceria com o BTG Pactual sobre a corrida presidencial de outubro, aponta um cenário de forte polarização com Luiz Inácio Lula da Silva, que segue empatado tecnicamente, dentro da margem de erro, com seus principais adversários no segundo turno.
De acordo com a amostra, se o segundo turno fosse disputado hoje, Lula teria 46% e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), 45%. Contra o ex-governador de Minas Romeu Zema (Novo), que pontuou 41%, Lula teria 45%; contra o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD), que aparece com 41%, Lula teria 45%. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos.
O presidente terá dois desafios essa semana: a votação de Jorge Messias para o STF, que foi marcada para esta quarta-feira, 30, mas só na CCJ e no plenário do Senado.
A previsão é que seja aprovado, cinco meses depois de anunciado, mas não dá para apostar; se ele passar, será com placar apertado.
O maior obstáculo é Davi Alcolumbre.
E a sessão para analisar o veto total de Lula ao PL da Dosimetria, conjunta entre Senado e da Câmara, e o quórum para a derrubada é de metade mais um das duas Casas.
Ou seja, é preciso que 257 dos 513 deputados e 41 dos 81 senadores fiquem em Brasília, atrasem viagens, praias e passeios para votar na véspera do feriado.
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