O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
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O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
Na semana passada, os noticiários foram tomados pela operação da Polícia Federal que prendeu membros de uma facção criminosa que planejavam assassinar, extorquir e sequestrar agentes públicos, como políticos e promotores de Justiça. Entre eles, o senador e ex-juiz da Lava Jato, Sérgio Moro.
Foram encontrados com os detidos planilhas de custos e armamentos que seriam usados nessas ações. O plano seria colocado em prática no segundo turno das eleições presidenciais do ano passado, e seria executado por Janeferson Aparecido Mariano, apontado pela Polícia Federal como cabeça do núcleo do PCC.
A investigação mostrou a organização e a capilaridade da facção criminosa, que nasceu em 1993, e ao longo dos anos, tem espalhado terror pelo Brasil e no exterior. Estima-se que o grupo tenha mais de 20 mil afiliados e uma receita que ultrapassa R$1 bilhão.
Afinal, por que os governos não conseguem combater essas facções criminosas? Qual é o poder que elas têm hoje na vida pública? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos falar sobre o crescimento e a organização do PCC com o jornalista Bruno Paes Manso, pesquisador do Núcleo de Estudos da Violência da USP. Manso é autor dos livros: A República das Milícias, Dos Esquadrões da Morte a Era Bolsonaro (2020) e A Guerra: a ascensão do PCC e o mundo do crime no Brasil (2018), ambos lançados pela editora Todavia.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte
Sonorização/Montagem: Moacir Biasi
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Alguns dos temas que foram discutidos na segunda edição do Latam Telco Vision Fórum em destaque nesta edição do Start Eldorado, com a apresentação de Daniel Gonzales. O Start vai ao ar todas as quartas-feiras, às 21h, na Eldorado FM 107,3 - SP.
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No podcast de hoje, o jornalista Roberto de Lira conversa com a diretora de marketing da Puratos na América Latina, Evelyn González, sobre o mercado de panificação e tendências para 2023. Um setor que fatura pouco mais de 100 bilhões ao ano está passando por transformações e tem, atualmente, um cenário de invenção. Ouça!
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Nesta quinta-feira, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que as suspeitas de que uma quadrilha ligada ao PCC pretendia atacar o senador Sérgio Moro (União Brasil), são uma “armação” do ex-juiz federal. “Quero ser cauteloso. Vou descobrir o que aconteceu. É visível que é uma armação do Moro.”, disse Lula durante visita ao Complexo Naval de Itaguaí, no Rio de Janeiro.
A Polícia Federal (PF) abriu na quarta-feira uma operação batizada ‘Sequaz’ contra uma quadrilha ligada a facção criminosa que pretendia atacar servidores públicos e autoridades, planejando assassinatos e extorsão mediante sequestro em quatro Estados e no Distrito Federal. Até o momento, nove investigados foram presos. Moro era um dos alvos da facção.
Antes desta declaração de Lula, em entrevista à Rádio Eldorado, o senador Sérgio Moro pediu que o presidente apoie o seu projeto de lei para punir quem planeja atentados contra autoridades como uma forma de “se redimir” após sua declaração, em que afirmou que o seu pensamento enquanto preso era que só ficaria bem “após foder” com o ex-juiz da Lava Jato.
Ainda nessa edição, os repórteres de ‘Política’ do Estadão Beatriz Bulla e Pedro Venceslau abordam a viagem de Lula para a China; a crise gerada pela decisão do Banco Central de manter a atual taxa de juros; e a convocação de ministros do atual governo para explicações em comissões do Congresso Nacional
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Apresentação: Gustavo Lopes
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte.
Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.
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Nesta sexta-feira (24), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vai para sua primeira visita oficial à China e com vários desafios pela frente. O primeiro deles é ampliar as oportunidades de negócios com seu maior parceiro comercial. Desde 2009, a relação econômica entre os dois países têm proporcionado ganhos para as duas economias.
Um grupo de mais de 240 empresários deve acompanhar a viagem de Lula à China. Somente o Ministério da Agricultura vai levar mais de 100 integrantes do agronegócio. O governo brasileiro já informou que não vai custear as despesas deste grupo.
Mas assuntos espinhosos também farão parte do encontro entre o presidente brasileiro e o líder chinês, Xi Jinping. Mesmo mantendo uma posição de neutralidade na guerra entre Rússia e Ucrânia, Lula quer que a China use a sua influência sobre os russos para tentar uma solução diplomática para o conflito.
Afinal, o que essa viagem para a China pode trazer de benefícios para o Brasil? Lula conseguirá resolver as cascas de ferida com seu principal parceiro comercial? No Estadão Notícias de hoje, vamos conversar sobre o assunto com Marcus Vinícius De Freitas, professor visitante da Universidade de Relações Exteriores da China.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte
Sonorização/Montagem: Moacir Biasi
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Mesmo com as pressões do governo federal pela queda dos juros, o Banco Central manteve a taxa Selic em 13,75% ao ano pela quinta vez seguida. A manutenção pelo Comitê de Política Monetária (Copom) era consenso no mercado financeiro diante da estratégia anunciada pelo órgão de estabilidade da taxa por um período “suficientemente prolongado”.
Além das reiteradas críticas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do PT à condução da política monetária sob o comando de Roberto Campos Neto, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, atacou o que chamou de o “maior juro real do mundo”.
Na chamada “Super Quarta”, o Fed, banco central dos Estados Unidos, anunciou uma alta de 0,25 ponto percentual em sua taxa de juros, que passou de 4,75% para 5% ao ano. O movimento de alta ocorre após o colapso do Silicon Valley Bank e do Signature Bank, no Vale do Silício, e da compra do Credit Suisse pelo rival suíço UBS.
Afinal, o que significa a manutenção da taxa de juros no Brasil? Qual a influência no Brasil da taxa de juros maior nos Estados Unidos? Na edição extra do ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com Silvio Campos Neto, economista e sócio da Tendências Consultoria:
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte
Sonorização/Montagem: Moacir Biasi
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Nesta segunda-feira, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) relançou o programa Mais Médicos, que teve a sua primeira versão durante o governo de Dilma Rousseff (PT). Agora, a promessa é de empregar profissionais brasileiros nos editais, mas estrangeiros poderão participar também.
Aliás, trazer médicos de outros países foi motivo de críticas em 2013, quando cubanos foram chamados para suprir a falta de profissionais na saúde pública do País, principalmente, em regiões afastadas e periferias. O problema foi a forma de contratação desses médicos, que tinham 60% dos seus ganhos retidos pelo governo de Cuba.
Algumas entidades médicas dizem que o novo programa não resolve problemas estruturais da saúde pública brasileira. Segundo o Conselho Regional de Medicina do Rio Grande do Sul, o fato do Mais Médicos não exigir a revalidação do diploma para estrangeiros, compromete a qualidade do atendimento à população.
Afinal, o programa de 2023 é melhor do que o de 2013? As regras informadas são boas, ou existem problemas? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, quem nos explica mais sobre o novo programa é a repórter de Saúde do Estadão, Fabiana Cambricoli.
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No sábado (18), o ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse, em pronunciamento na plataforma Truth Social, que pode ser preso na próxima terça-feira (21) em uma ação judicial movida pela procuradoria distrital de Manhattan. Sem apresentar provas, o ex-presidente afirmou que vazamentos do gabinete do procurador indicavam que ele seria preso.
O gabinete do procurador distrital de Manhattan, Alvin Bragg, começou a apresentar evidências a um júri que investiga o pagamento de US$ 130 mil à estrela pornô Stormy Daniels, com quem Trump supostamente teve relações, nos últimos dias da campanha do republicano em 2016.
O caso lembra o mesmo momento vivido pelo ex-presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, que tem evitado voltar ao País, por causa dos inquéritos criminais que investigam sua participação e responsabilidade nos episódios dos atos antidemocráticos do dia 8 de janeiro, e da atuação na pandemia da covid-19.
Tanto nos Estados Unidos como no Brasil existe o receio de que a prisão desses dois líderes da direita levem a uma eclosão de manifestações. Um dos porta-vozes da presidência dos Estados Unidos, John Kirby, disse que o governo monitora possíveis protestos caso Trump seja detido, inclusive, nesta semana.
Afinal, o que pode acontecer no Brasil e nos Estados Unidos com a prisão dessas duas lideranças? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos abordar o assunto com a professora de relações internacionais da ESPM, Denilde Holzhacker.
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Sonorização/Montagem: Moacir Biasi
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Neste episódio da série 'Cenários', Sonia Racy recebe Nicola Cotugno, presidente da Enel Brasil. Ele fala sobre o futuro das energias renováveis no País e revela, entre outras ações, o plano da Enel para instalar oito milhões de medidores digitais na cidade de São Paulo.
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O ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), apresentou na semana passada para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a proposta do novo arcabouço fiscal. A medida vai substituir o teto de gastos, que é a regra que limita o crescimento de grande parte das despesas da União diante da inflação.
A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Transição, que foi aprovada em dezembro de 2022, determinou que o governo apresente, via projeto de lei complementar, até 31 de agosto deste ano, uma nova regra fiscal para substituir o teto de gastos.
Sem dar prazos, Lula sinalizou aos jornalistas que a divulgação deve ser feita antes de sua ida à China, prevista para o fim deste mês e que deverá contar com a presença de Fernando Haddad. Para o ministro, o novo marco também pode ajudar na condução da política monetária feita pelo Banco Central a reduzir a taxa básica de juros, a Selic.
Afinal, o que esse novo arcabouço fiscal tem que contemplar? A definição de uma regra pode ajudar a economia? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o economista e professor convidado dos MBAs da FGV, Anderson Pellegrino.
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