O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
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O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
Na manhã desta quarta-feira, 4 crianças, entre 4 e 7 anos, foram mortas dentro da creche em que estavam, quando um homem invadiu o local e as atacou com uma machadinha. Após o crime, o assassino se apresentou a uma delegacia de polícia, onde se entregou.
Segundo os bombeiros, havia 40 crianças na creche nesta manhã e o agressor teria pulado o muro e atingido as vítimas de forma aleatória. Quatro crianças – duas meninas de 5 anos e dois meninos de 5 e 3 anos – foram levadas para o Hospital Santo Antônio – passaram por cirurgia e têm quadro estável.
A prefeitura de Blumenau vai decretar luto de 30 dias. O governo do Estado decretou luto de três dias pelas mortes na creche. As aulas nas redes municipal e estadual foram suspensas na cidade. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva também se manifestou em rede social e classificou o ataque de “monstruosidade”.
Este é um dos temas que guiam o ‘Poder em Pauta’, segmento do ‘Estadão Notícias’ que analisa os principais fatos da semana. Nesta edição, os repórteres de Política do Estadão, Beatriz Bulla e Pedro Venceslau, ainda analisam o vazamento do vídeo em que o apresentador José Luiz Datena sugere uma chapa com Guilherme Boulos pela prefeitura de São Paulo; a escolha do substituto de Ricardo Lewandowski no Supremo Tribunal Federal (STF); e a esquerda querendo barrar os acordos de leniência de empresas envolvidas na Lava Jato.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte.
Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.
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O ministro da Educação, Camilo Santana, confirmou nesta terça (04) que vai suspender o cronograma de implementação do novo ensino médio no País. A reforma foi aprovada durante o governo do ex-presidente Michel Temer (MDB),em 2017. O novo modelo prevê aumento gradual no número de horas cursadas no ensino médio.
Além disso, essa reforma estabelece que os estudantes façam uma formação básica e depois optem por um "itinerário formativo", que deve ser relacionado a uma das cinco áreas seguintes: Matemática, Linguagens, Ciências da Natureza, Ciências Humanas e formação profissional.
Profissionais da área da educação e entidades estudantis vinham pressionando o governo pela revogação do novo ensino médio, com o argumento que o modelo vai intensificar as desigualdades educacionais. No entanto, os Estados estão reticentes em rever a implementação da reforma.
Afinal, o novo ensino médio precisa ser revogado, ou dá para alterar o que foi proposto? O que ele vai significar para os estudantes brasileiros? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com a repórter especial do Estadão, Renata Cafardo.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes e Gabriela Forte
Sonorização/Montagem: Moacir Biasi
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Quem paga aluguel tem se assustado com os valores dos reajustes que os proprietários estão pedindo para os inquilinos. Com a disparada dos juros básicos da economia e, por consequência, das taxas dos financiamentos imobiliários, provocou um aumento na procura por locação residencial e um salto nos preços dos aluguéis. Segundo o Índice FipeZap, o aumento foi de 1,61% em fevereiro. Em 12 meses, a alta acumulada é de 17,05%.
A volta ao trabalho presencial por causa do arrefecimento da pandemia também é outro fator que tem impulsionado a demanda por locação de casas e apartamentos e ajudado na escalada de preços dos aluguéis residenciais. Cada vez mais pessoas querem morar próximas de suas empresas.
Outro motivo que puxou para cima os aluguéis foi a defasagem da correção que houve durante a pandemia. No auge da crise sanitária, os aluguéis foram mantidos em muitos casos porque a prioridade dos proprietários era ter o imóvel ocupado.
Afinal, o que dizem os economistas sobre os aluguéis para os próximos meses? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o economista e coordenador do IPC Brasil do FGV Ibre, Paulo Picchetti.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes e Gabriela Forte
Sonorização/Montagem: Moacir Biasi
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Na semana passada, o bilionário Elon Musk e mais de mil de especialistas mundiais assinaram um manifesto para pedir uma pausa de seis meses nas pesquisas sobre inteligências artificiais (IA) mais poderosas que o ChatGPT 4, o novo “cérebro” do ChatGPT lançado pela OpenAI lançado este mês.
Nesta petição, eles pedem um prazo até que sejam estabelecidos sistemas de segurança com novas autoridades reguladoras, vigilância de sistemas de IA, técnicas que ajudem a distinguir entre o real e o artificial e instituições capazes de fazer frente aos riscos nas econômicas e políticas (especialmente para a democracia) que a IA irá causar.
Entre os riscos dos novos modelos de IA estão o desemprego em massa e a criação de fake news - no último final de semana, uma imagem do Papa Francisco gerada por IA viralizou nas redes sociais e levantou dúvidas sobre sua veracidade.
Afinal, as novas inteligências artificiais podem produzir uma espécie de armageddon na sociedade? É preciso que os governos discutam uma regulamentação específica sobre essas ferramentas? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o pesquisador Sênior do Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio de Janeiro (ITS Rio), João Victor Archegas.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte
Sonorização/Montagem: Moacir Biasi
Nós perguntamos ao ChatGPT quais serão os possíveis empregos que ele vai roubar. Confira aqui a resposta:
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As tecnologias que promovem o desenvolvimento das smart cities e sua aplicação prática, buscando proporcionar um ambiente mais seguro e inteligente para todos, incentivando o desenvolvimento e a atividade econômica e colocando a cidade na jornada do futuro: o Start Eldorado recebe gestores e especialistas que compartilham visões e experiências sobre o tema - Anderson Farias, prefeito de São José dos Campos; Daniel Córdoba e Aurílio Caiado, respectivamente secretários municipais de São Caetano do Sul e Campinas; Márcia Ogawa, líder da Deloitte; e Elias Reis, Smart Cities Business Development Manager na NEC Brasil - na primeira parte do painel “Smart Cities: Tendências e inovações tecnológicas para os desafios das cidades brasileiras”. A apresentação é de Daniel Gonzales.
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A Polícia Federal (PF) marcou para a próxima quinta-feira, 5 de abril, o depoimento de Jair Bolsonaro (PL) sobre as joias que recebeu dos governos dos Emirados Árabes Unidos e da Arábia Saudita e que não foram declaradas à Receita Federal. Outro integrante do governo que será ouvido é o ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, o tenente-coronel Mauro Cid.
Nesta semana, o Estadão revelou um terceiro pacote de joias que foi entregue ao ex-presidente, em 2019. Entre os produtos que estavam na caixa, havia um relógio rolex, de ouro branco, cravejado de diamantes. No total, todos os objetos estão avaliados em cerca de R$ 500 mil.
Neste caso, Bolsonaro voltou com o conjunto de joias para o Brasil e deu ordens para que os itens fossem levados a seu acervo privado. O Estadão apurou que algumas caixas foram despachadas para uma propriedade do ex-piloto de Fórmula 1 Nelson Piquet, que fica no Lago Sul, uma das regiões mais nobres de Brasília.
Nesta edição especial do ‘Poder em Pauta’, ouvimos os autores desta série de reportagens sobre as joias das arábias: Adriana Fernandes e André Borges. Os dois ainda abordam as novas regras do arcabouço fiscal apresentadas pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), e os bastidores da volta de Jair Bolsonaro para o Brasil.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
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A volta de Jair Bolsonaro (PL) ao Brasil traz mais dúvidas do que respostas sobre o futuro do ex-presidente na política do País. Enquanto existe a sombra da inelegibilidade, seu partido espera que Bolsonaro seja uma liderança da direita, já pensando nas eleições municipais de 2024.
O ex-presidente deve assumir o cargo de presidente de honra do PL. A sigla, inclusive, já encomendou uma pesquisa para ajustar o discurso de Bolsonaro nas viagens pelo Brasil. Valdemar Costa Neto, presidente do (PL) acredita que Bolsonaro será determinante no sucesso eleitoral do partido não apenas nas capitais, mas também nas cidades menores.
No entanto, Jair Bolsonaro também terá que lidar com inquéritos na Justiça sobre atitudes que foram tomadas enquanto ainda era presidente. Um dos exemplos, são os casos das joias entregues por governos estrangeiros, que entraram ilegalmente no Brasil, e foram reveladas por reportagens do Estadão.
Afinal, o que representa a volta de Bolsonaro ao Brasil? O ex-presidente vai conseguir liderar a direita brasileira? No Estadão Notícias de hoje, vamos falar sobre esse retorno de Bolsonaro com o cientista político Miguel Lago, diretor do Instituto de Estudos para Políticas de Saúde (IEPS). Miguel também leciona em Harvard (EUA).
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Neste episódio da série 'Cenários', Sonia Racy recebe João Doria, que analisa o futuro econômico do Brasil. Vice-chairman do Lide, ele também fala sobre suas passagens pela prefeitura e pelo governo de São Paulo, destaca os aprendizados que teve no setor público e conta detalhes da sua volta à iniciativa privada.
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Nos últimos dias, a população de dois países se organizaram e estão se manifestando contra duas reformas propostas pelos seus governos. Em Israel, o primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu que diminuir o poder do judiciário, dando ao parlamento a prerrogativa de derrubar decisões dos magistrados.
Já na França, o presidente Emmanuel Macron quer implementar uma reforma previdenciária, que aumentará a idade mínima para se aposentar, além de acabar com alguns benefícios para os servidores públicos. No início desta semana, manifestantes impediram que turistas entrassem no Museu do Louvre, como forma de protesto.
Como resultado dessas manifestações, o governo de Israel adiou a decisão de colocar o novo projeto em prática, mas não descartou a sua implantação. O executivo francês propôs uma série de reuniões com grupos parlamentares, partidos políticos, sindicatos e associações com o objetivo de "apaziguar o país".
Afinal, o que essas manifestações podem mudar na vida política desses países? Há mais elementos em jogo do que apenas a discussão em torno das reformas? Existe uma insatisfação mais ampla? No Estadão Notícias de hoje, vamos conversar sobre esse momento conturbado que vivem os dois países com o professor de relações internacionais da ESPM, Roberto Uebel.
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O clima no Congresso Nacional não está dos melhores após o embate que se criou entre o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (Progressistas-AL), e o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), por causa da ideia de retomar as comissões mistas, que envolvem as duas Casas, para dar celeridade às Medidas Provisórias (MPs) enviadas pelo Executivo.
Lira tem ameaçado paralisar as atividades no Parlamento, caso a sua vontade não seja feita. Já Pacheco diz que está respeitando o que diz a Constituição Federal. A questão é que o governo terá que mediar a guerra fria que se tornou a relação dos seus dois aliados no Congresso.
A verdade é que Arthur Lira conquistou um grande poder nestes últimos anos, e tem feito o governo se alinhar aos seus desejos em troca de governabilidade. Até por isso, Lula e seus ministros têm evitado enfrentar o presidente da Câmara por receio de que isso trave as pautas do governo no parlamento.
Afinal, qual o tamanho do poder de Arthur Lira? Como o crescimento do presidente da Câmara pode atrapalhar os planos do governo? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar com o cientista político e coordenador do blog Legis -Ativo do Estadão, Humberto Dantas.
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