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    Mises Brasil

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    79º Podcast Mises Brasil - Josh Plotkin Jul 05, 2013
    Show notes

    O jovem libertário americano Josh Plotkin tem uma história de vida curiosa e fez o contrário do que muitos brasileiros gostariam de fazer: decidiu deixar os Estados Unidos e imigrar para o Brasil por causa dos sistemáticos ataques do governo americano contra as liberdades, incluindo a dívida astronômica e as guerras. Professor de inglês e autor do site BrazilianGringo.com, em entrevista ao Podcast do Instituto Mises Brasil, Josh apresenta a sua visão sobre as diferenças e semelhanças das intervenções dos governos americano e brasileiro na vida das respectivas sociedades e alerta para os riscos da eficiência estatal: “Graças a Deus o governo brasileiro é ineficiente porque se fosse eficiente teríamos problemas maiores. Uma razão pela qual todo mundo deve ter medo dos Estados Unidos é porque o governo americano é eficiente. E a incapacidade do governo brasileiro de ser como o governo americano é motivo para termos algum otimismo em relação à situação brasileira (no que se refere à defesa das liberdades)”. Durante a entrevista, Josh, cuja experiência no movimento libertário americano o levou a participar no fim de 2011 e início de 2012 da campanha pela nomeação de Ron Paul para ser o candidato do Partido Republicano à presidência, analisou até que ponto, nos Estados Unidos, as leis que afetam desde a liberdade de fumar em espaços públicos a impedir que jovens vendam limonada na frente de suas casas podem, ao longo do tempo, comprometer o espírito empreendedor do americano e explicou porque decidiu morar no Brasil. Ele também destacou as oportunidades que ele vê no Brasil para divulgar as ideias da liberdade e de que forma é possível usar o empreendedorismo para desenvolver esse trabalho de forma eficaz: “A maior oportunidade que existe hoje no Brasil para divulgação das ideias liberais tem a ver com a copa do mundo e com as olimpíadas. Se os empreendedores e ativistas aproveitarem o poder desses eventos para mudar o país acho que é uma oportunidade que a gente não deve perder. E não haverá outra chance dessa no futuro, do mundo inteiro estar de olho no Brasil”.


    78º Podcast Mises Brasil - Olavo de Carvalho Jun 28, 2013
    Show notes

    Num passado recente, muitos liberais e libertários chegaram até as obras de Mises, especialmente ao livro Ação Humana, pelas referências elogiosas feitas em seus textos pelo filósofo Olavo de Carvalho. Em seu site, não é de hoje que Mises faz parte de uma selecionada galeria de homens de ideias identificados como seus gurus intelectuais (“Depois que você lê von Mises é que você percebe como os outros economistas são confusos”). Num texto publicado em 1998 na extinta revista República, Olavo afirmou que Mises talvez tenha sido o economista mais filosófico que já existiu. No Podcast do Instituto Mises Brasil desta semana, o filósofo explica qual é a dimensão filosófica e qual a grande virtude da obra de Mises, expõe as bases de sua crítica ao intervencionismo, comenta o problema da estrutura expansionista do poder a partir da tese de Bertrand de Jouvenel e, ao analisar a amplitude do estado moderno, apresenta um quadro que pode ajudar a entender uma parte das manifestações que tomaram as ruas do Brasil nas últimas duas semanas, muito embora a entrevista tenha sido gravada antes dos protestos. “Hermann Rauschning, em seu livro Revolução do Niilismo, diz que o estado moderno se tornou uma máquina tão abrangente e complexa que não haverá mais revoluções populares, só haverá revoluções desde cima. Isso é batata. Nos Estados Unidos, o Obama está fazendo uma revolução desde cima e o PT no Brasil está fazendo uma revolução desde cima. Primeiro eles tomam o poder por via legal, controlam todo o estado, e depois incitam a massa militante contra poderes locais. E o poder estatal cresce às custas dos poderes independentes locais. É sempre assim: elimina-se os poderes intermediários e centraliza-se tudo”. Olavo também apresenta a sua concepção de liberdade e defende a importância de uma ordem social para garanti-la, e disseca a ideia central do socialismo/comunismo, além de apontar os perigos e riscos ainda existentes pelo trabalho eficiente de seus representantes. “A ideia socialista tem que ser varrida da face da terra, tem que ser eliminada, como tantas outras ideias e teorias malucas que foram eliminadas. Hoje em dia quem é que vai defender seriamente uma ideologia racista? Não dá. Se o cara começa a defender racismo, já se sabe que é maluco. O socialismo tem que virar uma ideia diante da qual as pessoas vão rir no futuro”.


    78º Podcast Mises Brasil - Anthony Ling Jun 21, 2013
    Show notes

    Os protestos que incendiaram o Brasil esta semana e que começaram em São Paulo tiveram como justificativa primeira o reajuste das passagens de ônibus. Se já é estranho o fato de o governo ser o responsável por definir ou autorizar a tarifa, mais estranho é que aqueles que protestavam pela redução das tarifas reivindicassem como solução mais controle do governo e empurrassem a conta para ser paga pela parte da população que efetivamente pagaria pelo “passe livre”. Não, a ideia de que alguém sempre paga a conta não é tão óbvia quanto parece. Para entrar no debate focando na questão principal, o Podcast do Mises Brasil entrevistou novamente o arquiteto e urbanista e autor do blog Rendering Freedom, Anthony Ling, estudioso do assunto (o primeiro podcast com ele pode ser ouvido aqui). Nesta entrevista, Anthony citou e explicou qual é hoje o principal problema do atual modelo de transporte de passageiros no país e disse o que não deve mais ser feito, pois é a origem do caos do modelo em funcionamento. Ao defender a liberdade de mercado no setor, ele mencionou os benefícios da concorrência para a população, refutou, com exemplos concretos, o mito de que isso aumentaria a frota de veículos e o trânsito e falou sobre soluções privadas para o sistema.


    77º Podcast Mises Brasil - Matheus Pacini Jun 14, 2013
    Show notes

    Formado em economia, analista de negócios internacionais, tradutor e revisor do Libertarianismo.org, Matheus Pacini escreveu uma interessante monografia de conclusão do curso de economia da Universidade de Caxias do Sul (RS) na qual tentou desenvolver Uma Análise Comparativa sobre as Causas dos Ciclos Econômicos entre a Escola Austríaca e as teorias do mainstream. Nesta entrevista ao Podcast do IMB, Matheus explica por que decidiu utilizar a concepção Austríaca de Roger W. Garrison e contrapô-la às escolas de pensamento econômico representadas pelos economistas James Estey e Wesley Mitchell. Ele também apontou a diferença teórica entre ambas no que se refere à origem dos ciclos econômicos e em relação aos aspectos temporais e causais. Outros pontos interessantes abordados na monografia e explicados por Matheus neste Podcast do IMB são de que forma o núcleo fundamental da Escola Austríaca, formado pela ação humana, tempo e conhecimento, colide com o núcleo do paradigma neoclássico; qual a grande virtude do subjetivismo da Escola Austríaca na comparação com as outras escolas do pensamento econômico; e o principal problema teórico identificado no paradigma neoclássico na comparação com as bases filosóficas da Escola Austríaca.


    74º Podcast Mises Brasil - Aurélio Schommer Jun 07, 2013
    Show notes

    Em razão do circunstancial interesse por economia e política, uma parte numerosa dos leitores acabam por ignorar e negligenciar o estudo da história do Brasil, o que ajuda a entender como e por que se desenvolveu no país uma mentalidade estatista e de servidão voluntária. E nesse sentido, a História do Brasil Vira-Lata, de Aurélio Schommer, é um livro precioso e de leitura fundamental para se compreender essa dimensão cultural da nossa sociedade. Embora o objeto de estudo seja as razões históricas da tradição autodepreciativa brasileira, herdeira direta e viva da colonização portuguesa, o livro toca em pontos fundamentais sobre como a ideia de um estado centralizado e de uma elite que se beneficiava do governo ajudou a formar um traço do nosso comportamento atual e a moldar a postura intervencionista do estado brasileiro na época e hoje. Em entrevista ao Podcast do IMB, Aurélio cita e analisa as características da mentalidade de dependência do estado desde a formação na nação e traça um paralelo com a mentalidade do brasileiro de hoje. Ele também explica qual era a concepção de liberdade na época e o que ela nos deixou como herança cultural, além de avaliar a atuação de personalidades intelectuais e políticas que contribuíram na luta pelas liberdades individuais, políticas e econômicas, gente como Antônio Pereira Rebouças, que “usou seus quatro mandatos” como deputado do Império “para defender o liberalism econômico, com grande erudição, successor à altura de Silva Lisboa na luta pelo livre mercado pelo respeito à propriedade privada, e, principalmente, pela causa da igualdade de tratamentos a todos sem distinções de cor” (História do Brasil Vira-Lata, p. 94).


    74º Podcast Mises Brasil - Jonas Fagá Jr. May 31, 2013
    Show notes

    É crescente o interesse de parte dos leitores do site do IMB pelo mercado financeiro, e mais especificamente sobre como utilizar os conhecimentos da Escola Austríaca para negociar nesse ambiente. Por causa disso, o Podcast foi novamente entrevistar Jonas Fagá Jr. (a primeira entrevista pode ser ouvida aqui), que atua há 16 anos no mercado financeiro, para falar porque ainda vale a pena comprar ouro, apesar da desvalorização recente, que ele considera “algo bastante natural e saudável para um ativo que se valorizou tanto nos últimos anos”. Nesta entrevista, Jonas ainda explica as razões pelas quais ainda dá tempo de comprar ouro. Um dos criadores do Clube de Viena e atual colunista do site O Ponto Base, que tem se tornado uma importante referência para quem busca análises do mercado financeiro também fundamentadas na Escola Austríaca de Economia, Jonas escreveu uma série de artigos defendendo a diversificação dos investimentos em vez da concentração em ativos específicos e de que forma esta postura se relaciona com os ensinamentos do pensamento Austríaco. Ele também explicou o que é covariância e porque o uso desse conceito estatístico é o pulo do gato na atuação de um investidor Austríaco no mercado financeiro.


    73º Podcast Mises Brasil - Mariana Marcolin Peringer May 24, 2013
    Show notes

    Se para quem tem acesso à Escola Austríaca por indicação ou pela internet a descoberta se converte num poderoso estímulo intelectual, imagine-se na situação de ter um pai professor de economia e estudioso da teoria. Para Mariana Marcolin Peringer, filha do professor Alfredo Marcolin Peringer, duas vezes entrevistado neste Podcast (aqui e aqui), estudar a Escola Austríaca era trilhar o bom caminho teórico pavimentado pelo pai por reconhecer a força das ideias. Nada mais natural, portanto, que ao fazer o curso de economia na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Mariana tenha decidido aplicar a teoria Austríaca na elaboração da monografia de conclusão de curso na qual analisou a relação entre o livre mercado e o crescimento econômico. “A conclusão do trabalho é que o livre mercado é o sistema que mais favorece a prosperidade e a formação da riqueza das nações. Quanto mais livre for o mercado, maior o crescimento econômico. E esse é um dos pilares da Escola Austríaca de Economia”, afirma Mariana nesta entrevista ao Podcast do IMB. Mariana, que trabalha como analista de equities no BB-Investimentos (subsidiária que representa o Banco de Investimentos no Banco do Brasil), explicou nesta entrevista como se dá a relação entre livre mercado e desenvolvimento econômico e os fundamentos que estabelecem essa conexão. Ela também analisou a condição do Brasil em relação às cinco fontes do progresso econômico estudadas na monografia (Propriedade Privada, a Liberdade de Intercâmbio Econômico, Mercados Competitivos, Mercado de Capitais Eficiente, Estabilidade Monetária, Baixas Taxas de Imposto e Livre Comércio Internacional) e o fato de o país, numa lista de 177 países, ser o 100º colocado no Índice de Liberdade Econômica da Heritage Foundation de 2013, sendo qualificado como um país, na sua maior parte, não-livre, e estar na 130ª posição (numa lista de 185 países) no relatório Doing Business de 2012. Diante do ambiente de negócios no Brasil, Mariana fez considerações a respeito dos incentivos gerados e suas consequências para os empreendedores e para o mercado, além de avaliar o grau de soberania do consumidor e opinar sobre os reflexos do crescimento do estado brasileiro nos cinco elementos centrais indicados na monografia como capazes para medir o progresso econômico: 1- tamanho do governo, incluindo gastos, tributos e empreendimentos públicos; 2- a estrutura legal e a segurança dos direitos de propriedade, 3- moeda e inflação; 4- liberdade para realizar trocas com o exterior; e 5- regulamentação do Crédito, do trabalho e dos negócios.


    72º Podcast Mises Brasil - André Luiz Santa Cruz Ramos May 17, 2013
    Show notes

    Crítico severo do direito antitruste e do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE), o professor, mestre e doutorando em Direito Empresarial André Luiz Santa Cruz Ramos irá ministrar no próximo dia 27, no site do Instituto Mises Brasil, a aula Antitruste: as falácias históricas, os erros econômicos e a pretensão do conhecimento. Neste Podcast, André explica qual é a origem da ideia que o fundamenta e por qual razão o direito antitruste é ensinado aos alunos do curso de direito e defendido pela maioria dos estudiosos da área como se fosse algo estruturalmente fundamental ao funcionamento do mercado. “A origem é o desconhecimento sobre o funcionamento do mercado. As pessoas, mesmo as que dizem ter uma postura mais liberal, tem medo do mercado selvagem, do mercado totalmente livre, e toda aquela ladainha que a gente já conhece. Mas, de certa forma, a gente tem que tentar entender essas pessoas porque na prática a gente vê essas coisas acontecerem, especialmente num país como o Brasil, onde existem mercados monopolizados, oligopolizados, cartelizados, que acabam prejudicando o consumidor e o funcionamento normal e saudável daquele segmento mercadológico. A questão é que as pessoas vêem e acham que aquilo existe porque o mercado está livre demais; e acham que a solução é regular. Se, porém, essas pessoas tiverem um pouquinho mais de cuidado na análise desses mercados que são cartelizados, oligopolizados, monopolizados, elas vão perceber que são mercados extremamente regulados. Somente em mercados regulados é que essas coisas acontecem. Em mercados verdadeiramente livres, sem barreiras institucionais, legais à entrada, barreiras estas que só o governo pode criar, a formação de monopólios e oligopólios prejudiciais ao consumidor é praticamente impossível”, explicou André na segunda entrevista ao Podcast (a primeira pode ser ouvida aqui). Autor bestseller na área juridical, com sete livros publicados, dentre os quais os mais vendidos Curso de Direito Empresarial (JusPodivm) e Direito Empresarial Esquematizado (Método), André também apontou e explicou qual é o principal erro econômico que fundamenta o direito antitruste, tema que será desenvolvido na aula do dia 27. O professor, que sugeriu a música da vinheta deste Podcast (“Paranoid”, do Black Sabbath) também analisou a contradição entre liberdade de iniciativa, livre concorrência e a concepção constitucional da função social da propriedade criada pelo artigo 1º da lei nº 12.529, que ampliou os poderes do CADE e cujos incisos do § 3o do art. 36 descrevem perfeitamente os atos do governo que prejudicam a iniciativa privada em vez de promover a concorrência, que seria a atribuição formal do conselho.


    71º Podcast Mises Brasil - Lobão May 10, 2013
    Show notes

    Estar no centro do turbilhão de salitre e breu, para usar uma imagem do poeta inglês William Blake, não é novidade na vida do cantor, compositor e escritor Lobão. Mas a polêmica da vez é diferente das anteriores e tem origem na crítica político-cultural do seu novo livro “Manifesto do Nada na Terra do Nunca”. Nas entrevistas de divulgação, Lobão foi contundente nas críticas à dominação cultural da esquerda e no alerta para as consequências do aparelhamento ideológico. A polêmica, que começou na imprensa, transbordou para as redes sociais com a gritaria de sempre da minoria histérica, mas com uma reação vigorosa de pessoas que compartilham ou descobriram que compartilhavam a visão do artista. Além do fato incomum de um representante do universo musical passar com um bulldozer por cima do hype esquerdista, a perspectiva também libertária que embasa a sua visão crítica soou completamente estranha aos suspeitos de sempre. Pois, para escrever o livro e fundamentar a sua crítica, Lobão afirmou ter lido dezenas de livros e artigos, alguns dos quais de autores libertários e da Escola Austríaca publicados no site do IMB. “Sou leitor do site, que me ajudou muito a escrever o livro e a ampliar a minha visão de mundo. O site tem textos maravilhosos e indicações de livros fundamentais. Você tem acesso a livros que não estão disponíveis em outro lugar. Eu devo muito ao site do Instituto Mises”, disse Lobão nesta entrevista ao Podcast. A conversa abordou temas como o individualismo metodológico (“Frouxo unido jamais será um indivíduo”), libertarianismo, estatismo, esquerdismo, capitalismo de estado, doutrinação, cultura e política brasileira, e a necessidade de unir todos aqueles que acreditam no livre mercado, na livre iniciativa, na propriedade privada, na liberdade de expressão para combater o inimigo comum e alterar o panorama atual. “Estamos num momento histórico em que naturalmente ou forçosamente, pela nossa boa vontade e bom senso, temos (conservadores, liberais e libertários) que sentar e tentar um alinhamento para reformular a situação atual. Estamos num momento muito rico e temos que ter uma visão de ponta de lança rompedor; saber o que fazer com a bola quicando na área”. Neste Podcast, um Lobão como certamente vocês nunca ouviram.


    70º Podcast Mises Brasil - Guilherme Marques da Fonseca May 02, 2013
    Show notes

    Se há algo de positivo advindo da crise política e econômica em Portugal é o interesse crescente pela perspectiva da Escola Austríaca sobre o problema. O site do Instituto Ludwig von Mises Portugal tem recebido mais leitores e, assim como no Brasil, também estudantes portugueses do curso de economia têm lido e estudado os autores Austríacos. Para atender essa demanda intelectual, será realizada no próximo dia 27 de maio, na Universidade Católica do Porto, a conferência "Liberalismo e Governação – Que futuro para Portugal?" com a participação de dois dos maiores nomes da Escola Austríaca em Portugal, os professores José Manuel Moreira e André Azevedo Alves, e do deputado Michael Seufert, o único político libertário na Assembléia da República (o outro chama-se Adolfo Mesquita Nunes, que, no entanto, está como Ministro do Turismo). Neste podcast, o organizador do evento Guilherme Marques da Fonseca, estudante de economia e membro do Instituto Mises Portugal, explica os tópicos que serão discutidos e a razão pela qual decidiu realizar o evento. Guilherme também opina sobre o interesse dos portugueses pela Escola Austríaca. "As pessoas estão vendo que as teorias concorrentes do pensamento econômico falharam em suas soluções quando aplicadas na vida prática". Guilherme, que organizou em 2012 a primeira Conferência da Escola Austríaca de Portugal, também faz uma avaliação sobre os equívocos políticos do atual governo do primeiro-ministro português Pedro Passos Coelho, opina sobre de que forma o debate e a difusão da teoria Austríaca pode ajudar Portugal neste momento tão crítico e defende a manutenção do euro, concordando com o argumento do professor Jesús Huerta de Sotto em defesa da moeda única. O membro do Instituto Mises Portugal revela que o ambiente acadêmico no qual está inserido na Universidade Católica portuguesa é bastante amigável em relação à teoria Austríaca.


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