O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
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O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
O Start fala de desafios, tendências e perspectivas para o setor de Telecomunicações, abrangendo temas que vão de Inteligência Artificial aos primeiros testes com 6G e os impactos no mercado de trabalho, com Wilson Cardoso, membro do Instituto dos Engenheiros Elétricos e Eletrônicos (IEEE), a maior organização profissional técnica do mundo dedicada ao avanço da tecnologia em prol da humanidade, que recentemente produziu um amplo estudo sobre o tema. Apresentado por Daniel Gonzales, o Start Eldorado vai ao ar todas as quartas-feiras, às 21h, na Rádio Eldorado FM (107,3 - SP) e canais digitais.
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O ex-presidente Donald Trump venceu a primária de New Hampshire. O Estado era considerado decisivo para sua principal rival, Nikki Haley, e o resultado aproxima Trump de uma rápida nomeação para representar o partido Republicano na corrida à Casa Branca, mesmo com os problemas que acumula na Justiça.
No primeiro grande teste, em Iowa, o ex-presidente conquistou uma vitória recorde com 51% dos votos e 30 pontos percentuais à frente do segundo colocado, o governador da Flórida Ron DeSantis, que acabou desistindo da disputa.
Com isso, o atual presidente, Joe Biden, reconheceu o rival como o “claro favorito” para enfrentá-lo. O mandatário tem lutado com índices de popularidade baixos, especialmente no que diz respeito ao estado da economia dos Estados Unidos.
No entanto, os americanos começam a vivenciar uma pequena melhora da sua economia. O PIB dos Estados Unidos cresceu 4,9% no terceiro trimestre de 2023, mostrando um sinal de recuperação.
Mas existe um outro fator que pode mexer com essa disputa eleitoral: Trump poderá ser retirado da eleição? Em dois Estados, Colorado e Maine, a Justiça estadual já decidiu retirar o nome de Trump das cédulas. Como o ex-presidente recorreu, o caso agora será julgado pela Suprema Corte do país, em uma decisão que terá validade em todos os Estados e será a palavra final sobre a disputa.
Afinal, por que Biden não é visto como franco favorito nas eleições contra Trump? O que explica seu desempenho irregular à frente do país? Teremos um cenário diferente de 4 anos atrás? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o jornalista brasileiro Sérgio Patrick, que mora em Nova York.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte
Sonorização/Montagem: Moacir Biasi
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Neste dia 25 de janeiro, a mais importante universidade do País completa 90 anos, tentando preservar a sua história e encarar os desafios que vem pela frente. Recentemente, a Universidade de São Paulo (USP) entrou no "top 100" de melhores instituições de ensino do mundo, segundo o QS World University Ranking, um dos principais sistemas de avaliação educacional.
Além de ser um dos lugares mais disputados para cursar o ensino superior, a universidade é responsável por pesquisas que mudaram o rumo da ciência no mundo. Um dos exemplos célebres foi o nascimento do bezerro Marcolino, o primeiro animal clonado do Brasil. As frentes de pesquisas são desenvolvidas nos mais diversos campos de conhecimento.
Nos últimos anos, a USP atravessou algumas crises, com uma série de greves de alunos e professores. No ano passado, a paralisação foi de seis semanas. Entre as principais demandas, os alunos da universidade pediam a contratação imediata de professores.
Apesar de o atual governador de São Paulo, Tarcisio de Freitas (Republicanos), ter garantido que não mudará o modelo de financiamento da USP, de mais de R$ 7 bilhões por ano, sua base de apoio na Assembleia Legislativa (Alesp) tem pedido por mudanças dentro da instituição.
Um projeto de lei, que está em discussão na Casa, determina a cobrança de mensalidade em universidades estaduais, como USP, Unesp e Unicamp. A proposta prevê a cobrança integral de mensalidade para alunos que possuem renda familiar de até dez salários-mínimos. Já aqueles que contam com renda entre oito e dez salários pagariam 75% do valor.
Afinal, quais são os legados e a importância da universidade no cenário do ensino superior no País? Quais são os principais desafios para a USP no futuro? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o jornalista, professor titular da Escola de Comunicações e Artes da USP (a ECA), superintendente de Comunicação Social da universidade e colunista do Estadão, Eugênio Bucci
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte
Sonorização/Montagem: Moacir Biasi
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O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva lançou, nesta semana, um plano de estímulo à indústria brasileira, que enfrenta um quadro crônico de estagnação e perda de competitividade. Batizado de Nova Indústria Brasil, o pacote reedita políticas de antigas gestões petistas ao prever R$ 300 bilhões em financiamentos e subsídios ao setor, até 2026, além de uma política de obras e compras públicas, com incentivo ao conteúdo local (exigência de compra de fornecedores brasileiros).
Economistas, porém, são críticos ao formato do novo plano e veem um “vale a pena ver de novo”. Em entrevista ao Estadão, o economista-chefe da MB Associados, Sérgio Vale, afirmou que a política é uma “velha roupagem de coisas que a gente já conhece: uma velha política industrial baseada em usar recursos públicos".
Em seu primeiro governo como presidente, Lula criou um estímulo estatal à industrialização, elegendo empresas de setores específicos na chamada política de campeãs nacionais. O presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, rebateu as críticas e defendeu a volta do investimento estatal, alegando que outros países também estão nessa trilha.
O Nova Indústria Brasil é focado em seis áreas específicas, que possuem metas de entrega para um horizonte de dez anos. São elas: cadeias agroindustriais; saúde; bem-estar das pessoas nas cidades; transformar digitalmente; bioeconomia, descarbonização e transição e segurança energética; e defesa.
Afinal, esse projeto para retomar a industrialização do País é “mais do mesmo”? A proposta tem potencial para melhorar o quadro do setor no Brasil? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com a professora de Economia do Insper, Juliana Inhasz.
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Sonorização/Montagem: Moacir Biasi
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Na semana passada, a Receita Federal suspendeu uma medida da gestão Jair Bolsonaro (2019 - 2022) que ampliava a isenção de contribuições previdenciárias sobre a remuneração de pastores e líderes religiosos e livrava as igrejas de dívidas milionárias. O fato aumentou as tensões entre a gestão petista e a bancada evangélica, no Congresso Nacional.
A Frente Parlamentar Evangélica emitiu uma nota de repúdio à decisão da Receita Federal (RFB) de acabar com a isenção fiscal a pastores evangélicos. O texto é assinado pelas Frentes Evangélicas da Câmara e Senado. Ao todo, 132 deputados e 14 senadores compõem os blocos. Na mensagem, os parlamentares afirmam ver “com grande estranheza” a revogação da norma.
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que o governo criou um grupo de trabalho para discutir a isenção tributária sobre a remuneração de pastores. Segundo ele, houve uma ‘politização indevida’ sobre o tema.
Lula e o PT têm uma reconhecida dificuldade de penetração no meio evangélico. A última pesquisa Datafolha mostrou que seu governo é reprovado por 38% desse segmento, contra 30% da média nacional. O partido aposta na retomada de programas sociais para driblar a força do bolsonarismo entre os religiosos.
Afinal, qual o tamanho do desafio de Lula e do PT em conseguir apoio dos evangélicos? A contaminação do bolsonarismo pode ser desfeita? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o cientista político e diretor da consultoria Pulso Público, Vitor Oliveira.
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Sonorização/Montagem: Moacir Biasi
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O Morning Call | Mercado em 15 minutos responde se o primeiro mês do ano é mesmo um bom período para se investir, como muitos acreditam. Entre outros destaques, o programa aborda a aprovação recente nos EUA de 11 ETFs, fundos de índices negociados em bolsa, de criptomoedas e como isso afeta o mercado.
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A Otan anunciou nesta quinta-feira (18) que iniciará nesta semana seu maior exercício militar em décadas. A operação durará vários meses e envolverá 90 mil soldados da aliança, com a participação de mais de 30 países. Segundo a aliança atlântica, o bloco precisa estar preparado para enfrentar adversários como a Rússia.
Na semana passada, o ex-presidente russo Dmitry Medvedev, agora vice-presidente do Conselho de Segurança do país, disse que Moscou consideraria qualquer ajuda militar do Reino Unido à Ucrânia como uma declaração de guerra.
A Rússia também tem feito reiteradas ameaças aos países membros da Otan, após a Finlândia, que tem uma fronteira de mais de 1.300 quilômetros de extensão com o país, decidir ingressar n o grupo.
A convocação recorde da Otan ocorre também em um momento em que a Rússia intensificou ataques aéreos a grandes cidades na Ucrânia. Na sexta-feira passada, o presidente do comitê militar da Otan, o almirante holandês Rob Bauer, confirmou que a aliança está se preparando para uma guerra com a Rússia.
Afinal, essa convocação histórica da Otan, pode ser entendida como uma provocação à Rússia? Os russos podem fazer alguma retaliação ao exercício? Estamos à beira de uma terceira guerra mundial? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o professor visitante da universidade de relações exteriores da China, Marcus Vinícius De Freitas.
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Em destaque no Start Eldorado, as principais tendências de tecnologia para 2024 e a aceleração no uso da IA generativa nos negócios em varios ambientes, inclusive nas áreas de cibersegurança e redes. O apresentador Daniel Gonzales recebe Luciano Saboia, diretor de Pesquisa e Consultoria de Telecomunicações LATAM da IDC. O Start Eldorado vai ao ar todas as quartas-feiras, às 21h, na Eldorado FM (107,3 - SP) e canais digitais, com os grandes temas da transformação digital e seus impactos nos negócios e na sociedade.
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Recentemente, um sistema automatizado de publicação de notícias chamado “NewsGPT – a verdade não-humana” passou a dispor e a fornecer informações recentes de todo o mundo. No entanto, a apresentação do noticiário e a curadoria das notícias é feita totalmente por inteligência artificial. Quem apresenta são dois avatares: Futura-4, e Axioma-6.
O novo produto, de natureza jornalística, só está disponível em inglês e não se sabe, ao certo, se no futuro poderá haver uma escolha de algoritmos para cada pessoa. Por enquanto, a plataforma diz que vai oferecer “a verdade, sem agendas e enviesamentos ocultos”, nas palavras Alan Levy, CEO da NewsGPT.
Essa relação entre a imprensa tradicional e modelos de inteligência artificial vem causando debates acalorados em diversos aspectos. Recentemente, o jornal norte-americano "The New York Times" entrou na Justiça por violação de direitos autorais. Segundo a ação, a Microsoft e a OpenAI, empresa de inteligência artificial criadora do Chat GPT, aproveitaram o material jornalístico sem permissão e sem remuneração.
Em uma postagem de 1 mil palavras em seu blog, a OpenAI disse que colaborou com organizações de notícias e firmou parcerias com algumas delas, incluindo a Associated Press. Segundo a empresa, o uso de obras protegidas por direitos autorais para treinar suas tecnologias é um uso justo de acordo com a lei.
Aqui no Brasil, a regulamentação das plataformas digitais, tem discutido também o papel das inteligências artificiais. O lobby das big techs tem sido grande contra essa regulamentação, principalmente, pela parte que envolve a remuneração financeira do conteúdo jornalístico.
Afinal, o que podem significar estes novos desdobramentos da IA no campo da informação jornalística? Os rumos dos debates sobre a regulação estão na direção correta? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o colunista de tecnologia do Estadão e um dos pioneiros da internet, Demi Getschko.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
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Sonorização/Montagem: Moacir Biasi
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Desde meados de novembro, os houthis, um grupo rebelde iemenita apoiado pelo Irã, lançaram dezenas de ataques contra navios que navegam pelo mar Vermelho e pelo Canal de Suez, uma rota de navegação crucial pela qual passam 12% do comércio mundial.
Os Estados Unidos e alguns aliados, incluindo o Reino Unido, contra-atacaram, realizando ataques com mísseis contra alvos houthi dentro do Iêmen, e colocando os rebeldes e sua longa luta armada ainda mais em evidência.
Esse é apenas mais um capítulo do aumento das tensões no Oriente Médio. Quando a guerra entre Israel e o grupo terrorista Hamas começou em 7 de outubro, os houthis declararam seu apoio aos terroristas do Hamas e disseram que atacariam qualquer navio que viajasse para Israel ou saísse de lá.
Os houthis acreditam que, junto com o Hamas e o Hezbollah, formam uma espécie de barreira para os avanços de Israel e dos Estados Unidos. Segundo o departamento de Defesa dos Estados Unidos, todos esses grupos são financiados pelo Irã, principalmente com armamentos.
Mas o Irã tem traçado os seus próprios conflitos. Recentemente, um ataque aéreo iraniano matou duas crianças dentro do Paquistão, que faz fronteira com a Índia. O país condenou veementemente o ataque, chamando-o de “violação não provocada do seu espaço aéreo” e alertando para retaliação.
Esses ataques do Irã aumentaram ainda mais o receio de que a guerra de Israel em Gaza possa transformar-se numa guerra em grande escala no Oriente Médio, com graves consequências humanitárias, políticas e econômicas.
Afinal, quais são os riscos de uma guerra mais ampla no Oriente Médio? O Irã é o grande elemento desestabilizador da região? O país persa está em vias de ter seu próprio arsenal atômico? E como EUA e Israel estão lidando com estas novas ameaças? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com Fernando Brancoli, Professor de Relações Internacionais na UFRJ.
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