O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
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O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 22, o colunista Carlos Andreazza fala sobre a relação do governo com a comunicação. Presidente Lula acredita que novo chefe da Secom vai salvar a gestão de Nísia Trindade e garantir uma contraofensiva à crise do Pix.
Leia mais: https://www.estadao.com.br/politica/carlos-andreazza/de-olho-em-2026-lula-apela-para-seu-marqueteiro-encontrar-as-marcas-do-governo-e-o-pulso-do-povo/
Segundo Andreazza, a reforma ministerial talvez seja só esta mesmo: a chegada do marqueteiro. Hipótese em que o governo iria bem e comunicaria mal. Comunicando bem, as marcas circulariam e se imporiam. Há, no Planalto, quem viva nesse mundo.
No mundo real: o governo, que não tem marcas, quer que a Saúde as tenha. A pasta estaria sob espécie de tutela. Deu neste Estadão: “A Casa Civil fará agora um monitoramento mais efetivo das ações na Saúde e estabelecerá metas, com prazos para resultados.”
Repita-se: “iniciativas de peso da gestão Lula 3.” Acredita-se nisso. O marqueteiro viria para mostrá-las. Para fabricá-las – no mundo real. Começou 2026.
Apresentado pelo colunista Carlos Andreazza, programa diário no canal do Estadão no YouTube trará uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante.
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O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. E depois, fica disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.
Apresentação: Carlos Andreazza
Edição/Pós-produção: Jefferson Perleberg
Coordenação: Gabriel Pinheiro e Everton Oliveira
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Neste episódio da série 'Cenários', Sonia Racy recebe Wilson Ferreira Jr., presidente do conselho de administração da Matrix Energia. O empresário analisa os rumos do setor de energia e sobre seu novo desafio: a comercialização de energia elétrica livre.
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No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 21, o colunista Carlos Andreazza comenta sobre a reunião ministerial marqueteira de Lula.
Novo ministro titular da Comunicação Social, Sidônio Palmeira, há apenas uma semana no cargo, afirma que política, gestão e comunicação têm andado separadas no terceiro mandato do PT e pede que todos falem agora sobre a herança de “destruição” do governo Bolsonaro.
O recuo da equipe econômica, obrigada a revogar na semana passada a medida da Receita Federal que ampliava a fiscalização de transações financeiras com o Pix, foi atribuído por Sidônio a um erro de comunicação. Pesquisas que chegaram ao Palácio do Planalto, no entanto, também indicaram falta de confiança na gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Leia mais: https://www.estadao.com.br/politica/sidonio-expoe-cartilha-de-comunicacao-em-reuniao-ministerial-e-lula-diz-que-saira-mais-do-gabinete/
Lula repetiu, mais uma vez, que não sabe se será candidato à reeleição, em 2026. Fez questão de destacar que está muito bem de saúde, mas, mesmo assim, afirmou que “só Deus sabe” o que lhe reserva o futuro.
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No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 20, o colunista Carlos Andreazza fala sobre Lula chamar o marqueteiro para fazer gestão Nísia decolar às vésperas de reforma ministerial.
Com a reforma ministerial à vista, o nome de Nísia passou a frequentar a lista das opções de troca no governo. Ao que tudo indica, porém, Lula manterá a ministra no cargo e prepara uma nova ofensiva na comunicação da pasta.
No Planalto, a avaliação é de que o ministério com o terceiro maior orçamento da Esplanada (R$ 239,7 bilhões) – apenas atrás de Previdência e Desenvolvimento e Assistência Social –, deveria ter mais entregas e mostrar iniciativas de peso da gestão Lula 3. O pedido do presidente é para que a Saúde tenha uma “marca”, a exemplo do que ocorreu em seus outros dois mandatos com programas como o Farmácia Popular.
Leia mais: https://www.estadao.com.br/saude/lula-chama-marqueteiro-para-fazer-gestao-nisia-decolar-as-vesperas-de-reforma-ministerial/
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O Start Eldorado conversa com a maior operadora de fibra ótica independente do País, a Alloha, presente em mais de 860 cidades do País. O apresentador Daniel Gonzales recebe Fabio Abreu, VP da empresa, para uma conversa sobre o modelo de negócio, os desafios e possibilidades abertas pela presença de uma infraestrutura robusta e funcional de conectividade em fibra, integração de vários modais de redes de alto desempenho, como o 5G, os desafios da expansão, como a empresa tem investido e se posicionado para levar internet para áreas remotas do país, Cidades Inteligentes e outros temas. O programa vai ao ar às 21h na Rádio Eldorado FM 107,3 - SP, site, aplicativos, canais digitais e assistentes de voz.
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No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 17, o colunista Carlos Andreazza fala sobre a revogação da portaria do Pix e o futuro do governo diante das duras críticas do Congresso e da população em relação ao projeto.
A má comunicação do governo pode ter sido um dos fatores que contribuíram para a falta de adesão ao projeto, somando-se às fake news sobre a suposta taxação do Pix.
Leia mais: https://www.estadao.com.br/economia/governo-revoga-medida-pix-apos-fakenews-taxacao/
Entretanto, esta não é a primeira vez que o governo Lula volta atrás após pressão popular. Além da revogação da portaria do Pix, o governo recuou em temas como a ‘taxa das blusinhas’, aborto, autonomia do Banco Central e desoneração da folha de pagamento.
Leia: https://www.estadao.com.br/politica/lula-sob-pressao-momentos-governo-recuou-medidas-e-decisoes-nprp
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No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 16, o colunista Carlos Andreazza volta a falar sobre a comunicação do governo Lula em relação as mudanças no Pix. Com a presença de uma convidada especial, a advogada Maria Carolina Gontijo, conhecida também como Duquesa de Tax.
Sobre a temática, eles falam dos problemas que o governo vem enfrentando, já que, mesmo após a Receita Federal, a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e até o presidente Luiz Inácio Lula da Silva negarem que haverá taxação do Pix, apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro na Câmara dos Deputados insinuam o contrário, insistem nas fake news e tentam mobilizar a oposição, pedindo até o impeachment de Lula.
Leia mais: https://www.estadao.com.br/opiniao/se-non-e-vero-e-ben-trovato/
Parlamentares bolsonaristas dizem que o objetivo da nova instrução da Receita – que obriga instituições financeiras a informar movimentações, incluindo via Pix, acima de R$ 5 mil para pessoas físicas e de R$ 15 mil para pessoas jurídicas – seria o de “taxar os brasileiros” e até estimulam uma “revolta do Pix”.
Leia: https://www.estadao.com.br/economia/deputados-bolsonaristas-fake-news-pix-pedem-impeachment-lula/
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No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 15, o colunista Carlos Andreazza fala a comunicação do governo Lula em relação as mudanças no Pix.
É falsa a informação de que Haddad pretende taxar o Pix, mas o boato só prosperou porque faz sentido, diante da sanha arrecadatória de um governo que não quer cortar gastos
Leia mais: https://www.estadao.com.br/opiniao/se-non-e-vero-e-ben-trovato/
Mesmo após a Receita Federal, a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e até o presidente Luiz Inácio Lula da Silva negarem que haverá taxação do Pix, apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro na Câmara dos Deputados insinuam o contrário, insistem nas fake news e tentam mobilizar a oposição, pedindo até o impeachment de Lula.
Parlamentares bolsonaristas dizem que o objetivo da nova instrução da Receita – que obriga instituições financeiras a informar movimentações, incluindo via Pix, acima de R$ 5 mil para pessoas físicas e de R$ 15 mil para pessoas jurídicas – seria o de “taxar os brasileiros” e até estimulam uma “revolta do Pix”.
Leia mais: https://www.estadao.com.br/economia/deputados-bolsonaristas-fake-news-pix-pedem-impeachment-lula/
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No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 14, o colunista Carlos Andreazza comenta sobre a situação econômica do governo Lula e a crise de confiança pela qual o Brasil está passando. Entretanto, ele questiona: “Quem pagará essa conta?”.
Neste terceiro mandato, o presidente Lula adotou uma postura diferente do que se observa tradicionalmente. Em geral, nos primeiros anos de governo, se promove algum tipo de ajuste para fazer a economia chegar melhor na metade final e, assim, garantir um caminho mais fácil para a reeleição ou para a vitória de um sucessor.
Mas não foi esse o roteiro escolhido. Com a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Transição, o governo já abriu uma margem bilionária para gastar mais logo na largada da gestão. Ao longo do atual mandato de Lula, as despesas obrigatórias também cresceram de forma acelerada, comprimindo o espaço para os gastos discricionários (não obrigatórios, como investimentos), colocando em dúvida a sobrevivência do arcabouço fiscal.
Leia mais: https://www.estadao.com.br/economia/economia-desaceleracao-margem-gastos-encruzilhada-governo-lula-2026/
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No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 13, o colunista Carlos Andreazza fala sobre os gastos do governo. Andreazza aponta o projeto de reeleição que deve ser iniciado por Lula e seus ministros já este ano.
Com o cenário de juros em alta e a desconfiança elevada quanto ao rumo das contas públicas, o consenso entre os analistas é de que a economia brasileira caminha para desacelerar a partir da metade deste ano e colher um ritmo fraco de crescimento em 2026, ano da próxima eleição presidencial.
Leia mais: https://www.estadao.com.br/economia/economia-desaceleracao-margem-gastos-encruzilhada-governo-lula-2026/
A dúvida que paira entre os especialistas é se o governo vai aceitar a desaceleração prevista sem a adoção de novas medidas fiscais para tentar estimular a economia numa eleição que tende a ser difícil para o governo, dada a polarização do País. O caminho a ser seguido, no entanto, não é trivial. Isso porque não há mais margem de manobra para ampliar os gastos sem contratar uma nova rodada de piora dos ativos brasileiros.
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Foto: Wilton Junior/Estadão
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