O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
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O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 19, Carlos Andreazza fala sobre o projeto de lei que prevê a isenção de Imposto de Renda (IR) para quem ganha até R$ 5 mil por mês. A proposta prevê a compensação das perdas de receitas com a exigência de pagamento de uma alíquota mínima de IR pelos contribuintes classificados como “super-ricos” pela Receita Federal.
O evento, no Palácio do Planalto, contou com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e é uma das principais apostas do governo para tentar reverter a perda de popularidade de Lula neste mandato. Em novembro, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, já havia anunciado as linhas gerais da proposta em rede nacional, mas só nesta terça ela foi oficialmente apresentada e detalhada.
Leia mais: https://www.estadao.com.br/economia/governo-lula-apresenta-novo-ir-com-quatro-grupos-de-tributacao-veja-em-qual-voce-se-encaixa/
Andreazza também comenta a notícia que o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) anunciou que vai se licenciar do mandato na Câmara dos Deputados para viver nos Estados Unidos e “buscar sanções aos violadores dos direitos humanos”. O parlamentar não receberá salário enquanto estiver fora do cargo.
Apresentado pelo colunista Carlos Andreazza, programa diário no canal do Estadão no YouTube trará uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante.
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O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. E depois, fica disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.
Apresentação: Carlos Andreazza
Edição/Pós-produção: Jefferson Perleberg
Coordenação: Gabriel Pinheiro e Everton Oliveira
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Neste episódio da série 'Cenários', Sonia Racy recebe Mafoane Odara, mestre em Psicologia, professora e consultora na área de pessoas e diversidade. Ela destaca a importância da gestão de pessoas e culturas no fortalecimento das empresas e na promoção de sociedades mais justas e socialmente responsáveis.
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No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 18, Carlos Andreazza fala sobre movimento do governo de assinar projeto de lei com isenção do imposto de renda que beneficia quem ganha até R$ 5 mil.
A assinatura será em evento marcado para as 11h30 no Palácio do Planalto, informou a Secom, confirmando apuração do Estadão/Broadcast Político publicada mais cedo.
Participam do evento os presidentes da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e a ministra-chefe da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann.
Nesta segunda-feira, 17, Haddad explicou que o governo fez um recálculo e passou a estimar que a renúncia com a ampliação da isenção do Imposto de Renda custará cerca de R$ 27 bilhões, um impacto menor do que os R$ 35 bilhões inicialmente estimados.
Leia mais: https://www.estadao.com.br/economia/isencao-ir-lula-assina-nesta-terca-projeto-beneficia-quem-ganha-ate-5-mil-secom/
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No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 17, Carlos Andreazza comenta sobre o protesto esvaziado de Jair Bolsonaro neste domingo, 16.
O evento reuniu público menor do que o esperado e teve pedidos do ex-presidente para não ser abandonado, ainda que esteja inelegível para 2026.
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) reuniu 18,3 mil pessoas em Copacabana, no Rio de Janeiro, em um ato no qual defendeu a anistia aos condenados pelos atos golpistas de 8 de Janeiro e afirmou que, mesmo “preso ou morto”, continuará sendo um “problema” para o Supremo Tribunal Federal (STF).
O evento demonstra a fadiga e a indiferencia que rondam tanto Bolsonaro quanto Lula, seu principal rival político.
Leia mais: https://www.estadao.com.br/politica/funeral-politico-e-ato-esvaziado-o-que-dizem-colunistas-do-estadao-sobre-bolsonaro-em-copacabana/
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Foto: Pedro Kirilos/Estadão
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Siga o canal da Duquesa de Tax nas plataformas de áudio:
https://open.spotify.com/show/2r4WaCstcv4Gf5AExqSpHT?si=b42254c178284caf
No episódio de hoje, advogada e consultora tributária Maria Carolina Gontijo, a Duquesa de Tax, explica as polêmicas tarifas de importação implementadas pelo presidente dos Estados Unidos Donald Trump contra produtos importados da China, do México e do Canadá (nesses dois últimos casos, ele adiou a entrada em vigor das taxas em um mês).
Programa
O programa Não Vou Passar Raiva Sozinha é semanal. Os vídeos inéditos vão ao ar sempre às segundas-feiras, às 9h30, para assinantes do Estadão. Cortes do programa serão distribuídos ao longo da semana nas redes sociais e na Rádio Eldorado. A atração também terá uma versão em podcast.
Ela também fará reacts (comentários sobre outros vídeos ou entrevistas) do noticiário econômico todas as quintas-feiras. Além disso, a Duquesa de Tax terá um programa para responder dúvidas dos leitores sobre impostos, macroeconomia e reforma tributária.
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As últimas inovações no mercado de cidades inteligentes no País em destaque no Start Eldorado desta semana, que recebe Caio Castro, sócio-diretor da iCities, e Elias Reis, head de Cidades Inteligentes da NEC, para uma conversa sobre áreas, como a mobilidade, que podem se valer das tecnologias mais modernas de gestão e equipamentos, o papel das administrações na busca pelo equilíbrio de recursos, sustentabilidade, aplicações da inteligência artificial e cibersegurança no âmbito dos municípios smart, resultando numa vida mais feliz e produtiva para os cidadãos. O programa vai ao ar todas as quartas-feiras, às 21h, com a apresentação de Daniel Gonzales, em FM 107,3 (para toda Grande SP), site, aplicativo, canais digitais e assistentes de voz.
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No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 14, Carlos Andreazza comenta sobre como Lula abandonou qualquer pretensão de mudança de rota política e econômica já há algum tempo. Refugiou-se nas poucas ideias velhas, nas táticas conhecidas e surradas e nos rostos de sempre. A questão é saber se funcionam para 2026.
Leia a coluna: https://www.estadao.com.br/politica/william-waack/governo-lula-e-beneficiado-pelas-indecisoes-da-oposicao/
O que parece surgir para Lula como “caminho seguro” na verdade é uma aposta política de risco altíssimo. Causado por sensíveis mudanças sociais que alteraram a percepção dos benefícios fornecidos pelo Estado, e também pela sensível deterioração do poder do Executivo frente ao Legislativo. Diminuiu, em termos relativos, o peso do voto ligado ao assistencialismo.
Além disso, como o espaço para prosseguir na expansão fiscal vem se estreitando perigosamente (devido a armadilha que Lula criou para si mesmo), a necessidade política de estimular a demanda sofre com a lei das consequências não intencionais. A mais evidente delas é uma persistente inflação e seu corrosivo efeito político. Em outras palavras, a busca pelo efeito eleitoral aumenta as dificuldades políticas (entre elas, incluir no Orçamento os programas sociais).
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No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 13, Carlos Andreazza comenta sobre nova medida provisória que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou nesta quarta-feira que lança programa do crédito consignado privado.
O presidente ainda disse que mudanças na política econômica “levam tempo” para acontecer. “Economia não se faz com mágica, não inventa”, afirmou. A declaração ocorreu durante evento de assinatura da medida provisória (MP) que reformula o crédito consignado para trabalhadores do setor privado.
O petista afirmou que seu mandato atual é diferente dos anteriores por ele ser, hoje, “mais experiente”. “Não pensem que tenho direito de fazer absurdo com o Brasil”, disse. Lula ressaltou que seu governo não vai dar “cavalo de pau” e classificou suas políticas como “serenas”.
Lula afirmou, ainda, que tem “compromisso com a soberania do Brasil” e que novas políticas públicas serão anunciadas ainda este ano.
Leia mais: https://www.estadao.com.br/economia/lula-evento-credito-consignado/
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No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 12, Carlos Andreazza comenta sobre o recurso da Procuradoria-Geral da República (PGR) no Supremo Tribunal Federal (STF) para tentar reverter a decisão do ministro Dias Toffoli que derrubou todos os processos e investigações contra o ex-ministro Antônio Palocci (Governos Lula e Dilma) na Operação Lava Jato.
O procurador-geral Paulo Gonet pede que o ministro reconsidere a própria decisão ou envie o processo para julgamento no plenário do STF.
Gonet afirma que o Palocci busca escapar da “responsabilidade penal sem amparo em fundamento jurídico idôneo”.
“A vinculação de Antônio Palocci Filho à Operação Lava Jato aparenta ter ocorrido de forma legítima, sustentada em elementos concretos que emergiram no curso natural das apurações e com esteio em provas subsistentes até o atual momento”, afirma o PGR no recurso.
Leia mais: https://www.estadao.com.br/politica/blog-do-fausto-macedo/pgr-prova-robusta-recurso-decisao-toffoli-anulacao-processos-palocci-lava-jato/
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No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 11, Carlos Andreazza comenta sobre as escolhas do presidente Lula, como a nova ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann que toma posse nesta segunda-feira e ficará à frente da articulação política com o Congresso.
Gleisi em sua pasta terá poder para tratar das emendas parlamentares e indicações de cargos de segundo e terceiro escalões.
A princípio, havia expectativa entre os interlocutores palacianos de que a mudança de ministros, após a eleição dos novos presidentes da Câmara e do Senado, iria desanuviar o clima e garantir um 2025 bem menos tenso na relação com o Centrão. Mas esse quadro mudou diante da queda vertiginosa de popularidade do governo, e prova disso foi a escolha de Gleisi Hoffmann (PT) para a Secretaria de Relações Institucionais (SRI).
Leia mais: https://www.estadao.com.br/politica/coluna-do-estadao/lula-escolheu-gleisi-porque-esta-vendo-quem-nao-debandou-vai-debandar-avalia-centrao/
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