O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
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O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
Neste episódio da série 'Cenários', Sonia Racy recebe Rubens Barbosa, presidente do Instituto de Relações Internacionais e Comércio Exterior (Irice). O ex-embaixador do Brasil em Londres e Washington apresenta uma visão bastante racional e diferenciada sobre o que está acontecendo nesse atual mandato Donald Trump.
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No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 05, Carlos Andreazza fala sobre a prisão antecipada do ex-presidente Jair Bolsonaro por ação dos filhos que aumentou o desconforto da centro-direita com a imprevisibilidade do clã e ameaça minar as chances de a família encabeçar a chapa da oposição na disputa pelo Planalto em 2026.
O deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) já havia se tornado “tóxico” ao gerar, com sua atuação nos EUA, as primeiras medidas cautelares impostas a Bolsonaro.
Agora, avaliam caciques da política, quem errou foi o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), cujo nome chegou a crescer nas apostas para disputar a Presidência, mas perdeu força. Um dos motivos apontados pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), para a prisão domiciliar do ex-presidente foi um discurso de Bolsonaro postado nas redes sociais do parlamentar.
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No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 04, Carlos Andreazza fala sobre as manifestações pró-Bolsonaro realizadas no último domingo, 03. O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foram os principais alvos do ato realizado na Avenida Paulista, por apoiadores do ex-presidente.
Sem a presença do ex-presidente, impedido de deixar sua residência aos finais de semana por determinação do STF, o pastor Silas Malafaia acabou sendo o principal orador do ato realizado num dos principais cartões postais da capital paulista.
Andreazza também fala sobre a ordem assinada por Trump que define a tarifa adicional de 40% sobre o Brasil (além dos 10% inicialmente aplicados como tarifa recíproca), apontando especialmente razões políticas em seu comunicado, com ataques ao governo brasileiro e ao ministro Alexandre de Moraes, em razão do julgamento de Jair Bolsonaro e da regulação das big techs. Apesar disso, quase 700 produtos brasileiros foram isentos da tarifa.
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Ideias de Curtis Yarvin saíram do submundo virtual e chegaram à política real, passando pelo Vale do Silício e o trumpismo.
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No ‘Fala, Duquesa!’ extraordinário, a colunista comenta o decreto de Donald Trump assinado nesta quarta-feira, 30.
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Depois de três anos de estreia das redes móveis de quinta geração no Brasil, o que mudou? O Start Eldorado recebe Paulo Humberto Gouvea, diretor de Soluções Corporativas da TIM Brasil, que conversa com o apresentador Daniel Gonzales sobre casos de uso implementados com sucesso, baseados em redes de alta velocidade privativas, em segmentos como logística, indústria e agronegócio. O executivo detalha ainda os desafios futuros para a ampliação dos modelos de negócio das operadoras e os próximos passos de expansão das redes, sob o ponto de vista de aplicações e ofertas de serviços. O Start vai ao ar todas as quartas-feiras, às 21h, na Rádio Eldorado FM 107,3 - SP, site, apps, canais digitais e assistentes de voz.
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No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 01, Carlos Andreazza comenta sobre a aplicação, da Lei Magnitsky sobre Moraes. Dispositivo legal acionado por Donald Trump nunca havia sido utilizado contra membros de uma Suprema Corte; decisão escala a disputa entre autoridades brasileiras e norte-americanas em torno do julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro.
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No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 31, Carlos Andreazza fala do comunicado publicado pelo governo dos Estados Unidos, nesta quarta-feira, 30, que anunciou tarifas de 50% sobre os produtos brasileiros e colocou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes como inimigo, atribuindo a decisão a ordens judiciais direcionadas a plataformas digitais no Brasil. O comunicado reforça o recado dado com a aplicação, horas antes, da Lei Magnitsky sobre Moraes.
Antes de publicar o decreto detalhando o tarifaço e os bens brasileiros que devem se livrar do imposto, a Casa Branca divulgou uma nota de aproximadamente 5 mil caracteres intitulada “Presidente Donald Trump aborda ameaças do governo brasileiro aos Estados Unidos”.
O comunicado diz que as tarifas servem para lidar com “ações do governo do Brasil” contra a segurança nacional, a política externa e a economia dos Estados Unidos — entretanto, nenhuma medida descrita é de responsabilidade do Poder Executivo brasileiro.
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No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 30, Carlos Andreazza fala da guerra comercial criada por Trump e seus impactos na economia brasileira. Visão do presidente para remodelar o comércio global está se encaixando, mas ele está embarcando em um experimento que, segundo os economistas, ainda pode produzir resultados prejudiciais à economia.
Economias, como União Europeia e Japão, fizeram as pazes abruptamente com tarifas mais altas sobre suas exportações, aquiescendo às exigências do presidente Trump para evitar guerras comerciais prejudiciais e para reduzir um pouco as tarifas americanas ainda mais altas.
No caso brasileiro, porém, essas negociações têm se mostrado mais difíceis, principalmente por conta do viés político que reveste a decisão americana. Tecnicamente falando, a tarifa nem se justificaria, porque os EUA são superavitários há muitos anos na relação comercial com o Brasil.
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No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 29, Carlos Andreazza fala da taxa de 50% sobre produtos brasileiros importados pelos Estados Unidos. Desde então, o governo Lula afirma ter tentado negociar, mas sem nenhum sinal de avanço.
Tarifas de 15% têm sido a base dos acordos fechados recentemente por Trump. Esse é o número, por exemplo, dos acertos anunciados com o Japão, na semana passada, e com a União Europeia, neste domingo, 28. No caso brasileiro, porém, essas negociações têm se mostrado mais difíceis, principalmente por conta do viés político que reveste a decisão americana.
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