O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
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O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 27, Carlos Andreazza fala sobre o Supremo Tribunal Federal.
A troca de comando no STF está prevista para setembro de 2027, mas na prática, a transição já começou.
Alexandre de Moraes, futuro presidente, tem representado a Corte em encontros com chefes do Executivo e do Legislativo, além de promover reuniões com lideranças do Judiciário.
Moraes abriu a semana conduzindo uma audiência pública com presidentes de tribunais de todo o País para discutir o combate ao crime organizado.
Também chamou integrantes do Ministério da Justiça, da Procuradoria-Geral da República (PGR), da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e de prefeituras.
O ministro convocou as reuniões por ser o relator de ações que contestam a Lei Antifacção. Edson Fachin, o presidente do Supremo, compareceu como convidado.
No recesso de julho, quando foi presidente interino do tribunal, Moraes foi ao Palácio do Planalto para participar da cerimônia de sanção de leis voltadas à proteção das mulheres.
Depois do evento, aceitou o convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para tomar um café.
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No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 26, Carlos Andreazza fala sobre os vazamentos das investigações em curso no Supremo.
O advogado que representa Lulinha questionou a sequência de vazamentos em investigações envolvendo seu cliente.
Em entrevista ele disse que o caso recebe tratamento desigual e que há materiais ainda não conhecidos publicamente.
Ao responder sobre o que poderia surgir nas apurações, Carvalho falou sobre o caso Dark Horse, relacionado ao senador Flávio Bolsonaro e ao suposto financiamento da cinebiografia de Jair Bolsonaro.
Segundo ele, ainda existe conteúdo não divulgado, incluindo áudios e vídeos citados na investigação.
Já Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, entrou na Justiça contra o deputado federal Alfredo Gaspar (União Brasil) por conta de um vídeo produzido com inteligência artificial que, segundo sua defesa, associa sua imagem diretamente a práticas criminosas.
O conteúdo apresenta o filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva como “estrela da corrupção” e utiliza recursos de edição e IA para inseri-lo em uma narrativa sobre supostos crimes.
De acordo com advogado de Lulinha, o vídeo descontextualiza imagens e fatos e constrói, por meio de recursos sintéticos, uma associação entre Fábio Luís e condutas ilícitas que não teriam respaldo factual.
A defesa também contesta a afirmação “eles roubaram”, usada na produção, e sustenta que o material ultrapassa os limites da crítica política ao atribuir a ele a prática de crimes.
O ministro André Mendonça, do STF, determinou que a PF apure suspeitas de novos vazamentos de dados sigilosos em caso envolvendo o filho do presidente Lula.
A decisão diz respeito ao conteúdo de reportagens jornalísticas.
O ministro se baseia em mensagens privadas e detalhes dos inquéritos que investigam tráfico de influência e a Operação Sem Desconto, que envolve as fraudes no INSS.
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No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 25, Carlos Andreazza fala sobre o momento das eleições presidenciais de 2026.
De um lado, uma investigação da Polícia Federal identificou um operador financeiro que era usado pela lobista Roberta Luchsinger para realizar saques em dinheiro vivo e pagamentos em espécie.
Uma das suspeitas é que esse operador pagou passagens aéreas para Fábio Luís Lula da Silva, filho mais velho do presidente Lula. Roberta e Lulinha são investigados por suspeitas de tráfico de influência no governo.
A PF encontrou diálogos de Roberta com esse operador no telefone celular dela.
O homem, identificado com Ulisses Barbosa, também trabalhava como motorista.
Com base nesses elementos, a PF informou ao Supremo Tribunal Federal (STF) em um dos inquéritos abertos sobre Roberta e Lulinha que ainda vai aprofundar a análise sobre esse operador financeiro, na expressão usada pela própria corporação, que poderia resultar em suspeitas do crime de lavagem de dinheiro.
Do outro, o candidato do PL à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, reagiu nesta segunda-feira, 24, ao ser novamente questionado sobre a prestação de contas relacionada ao filme Dark Horse.
“Vocês vão parar no tempo?”, indagou. Segundo ele, a responsabilidade pelas explicações não é dele.
Três meses já se passaram desde que Flávio disse que apresentaria publicamente um relatório detalhado sobre o financiamento do longa-metragem, que contou com verba de Daniel Vorcaro, do Banco Master.
Flávio foi perguntado sobre a decisão de deixar a gestão dos recursos destinados ao projeto sob responsabilidade da produtora Go Up. De acordo com o candidato, a prestação de contas já foi apresentada no âmbito de uma investigação em São Paulo e divulgada pela imprensa. Ele afirmou ainda que a produtora teria gasto mais do que recebeu.
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No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 24, Carlos Andreazza fala sobre a comenta os principais acontecimentos do primeiro debate entre presidenciáveis para as eleições de 2026, realizado na noite de domingo, 23, pela Band e pelo Estadão, em parceria com TV Cultura, Gazeta e Jovem Pan.
O encontro foi marcado pelas ausências do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), do senador Flávio Bolsonaro (PL) e do governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo). No palco, participaram Ronaldo Caiado (PSD), Augusto Cury (Avante) e Renan Santos (Missão).
Mesmo fora do debate, Lula acabou no centro das discussões. Os adversários direcionaram críticas ao governo e ao presidente, enquanto seus apoiadores defenderam a decisão de não participar. A justificativa apresentada pelo próprio petista foi a de que sua presença o transformaria no principal alvo dos demais candidatos.
Andreazza também analisa os reflexos do debate sobre a disputa eleitoral. Uma dinâmica realizada pelo Instituto Travessia com um grupo de eleitores apontou Caiado como o candidato de melhor desempenho na avaliação dos participantes.
O levantamento indicou ainda comportamentos distintos entre os eleitores dos dois nomes que lideram as pesquisas. Enquanto os participantes que declaravam apoio a Lula mantiveram sua preferência ao longo do debate, parte dos eleitores que inicialmente apoiavam Flávio Bolsonaro passou a considerar outros candidatos após o confronto.
No programa, Carlos Andreazza discute o significado das ausências, a estratégia dos candidatos que participaram do encontro e os possíveis efeitos do primeiro grande confronto da campanha de 2026 sobre uma disputa que começa a ganhar novos contornos.
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O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. Também disponível no agregador de podcasts de sua preferência.
Apresentação: Carlos Andreazza
Edição/Produção: Jefferson Perleberg
Coordenação: Renan Pagliarusi
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Salvador criou um plano de longo prazo para orientar o uso de tecnologia na gestão pública. Santos está usando dados e seu centro de controle urbano para repensar a mobilidade. Em San José, na Califórnia (EUA), a inteligência artificial virou tema de educação para a população. E, em Nova York, até o calor produzido pelo metrô está sendo estudado como fonte de energia. São iniciativas bem distintas, de diferentes cidades inteligentes ao redor do mundo, mas que apontam para a mesma questão: como transformar inovação em soluções que façam diferença no cotidiano das cidades? No Start desta semana, o apresentador Daniel Gonzales conversa com Caio Castro, CEO do iCities, sobre tecnologia, dados, inovação e os caminhos para construir cidades mais inteligentes e mais eficientes. O podcast está nas plataformas digitais do Estadão, todas as quartas-feiras, e também no canal Estadão Analisa, aos sábados.
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No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 21, Carlos Andreazza fala sobre a Procuradoria-Geral da República, que afirmou em petição enviada ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça, que a Polícia Federal não apresentou nenhuma conclusão indicando que o empresário Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS, tenha fechado negócios com o governo federal.
Apesar de destacar que Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e a lobista Roberta Luchsinger mantinham “permanente contato”, a PGR sustenta não haver participação de autoridade com foro para julgamento de seus atos no STF.
Já o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), tende a negar o pedido da PGR para enviar para a primeira instância investigações contra o filho do presidente Lula, conhecido como Lulinha, por suspeita de tráfico de influência e corrupção.
Com isso, os inquéritos devem ser mantidos na Corte até a conclusão.
Interlocutores de Mendonça dizem que o mais provável é o ministro deixar tudo como está. Uma mudança no foro agora poderia prejudicar o andamento das investigações.
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No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 20, Carlos Andreazza fala sobre o ministro Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal), que defendeu a decisão do ministro Alexandre de Moraes, que determinou busca e apreensão contra um investigado que é fonte de um jornalista, no Maranhão, no inquérito que investiga os crimes de stalking e difamação ao ministro Flávio Dino.
Em outra frente, a Polícia Federal descartou o crime de violação de sigilo funcional por parte do jornalista do Maranhão que fez publicações sobre carros oficiais usados pela família do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino e afirmou que não é possível “apontar com máxima certeza” se Luís Pablo Conceição Almeida, do Blog do Luís Pablo, recebeu pagamentos para fazer as publicações.
As constatações aparecem em relatórios da investigação enviada ao ministro Alexandre de Moraes, relator do caso que apura uma suposta perseguição a Flávio Dino, antes da ordem de busca e apreensão contra o informante do jornalista, cumprida no último dia 11.
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No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 19, Carlos Andreazza fala que o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), defendeu nesta terça-feira, 18, que a Corte volte a discutir a exigência de diploma de jornalismo para o exercício da profissão e afirmou que “a extensão automática desse regime de garantias a qualquer blogueiro pode levar a que o PCC e o Comando Vermelho façam um concurso para selecionar blogueiros”.
A obrigatoriedade do diploma foi derrubada pelo STF em junho de 2009, quando o plenário da Corte decidiu que o certificado não poderia ser exigido para o exercício da atividade na imprensa.
“Há uma decisão do Supremo, a qual respeito, obviamente, e quem sabe um dia será debatida novamente, quanto à dispensa do diploma de jornalista para o exercício da profissão.
Então, isto constitui um complicador na medida em que há extensão automática deste regime de garantias a qualquer blogueiro”, disse Dino ao votar durante julgamento na Primeira Turma sobre o direito de resposta concedido a uma clínica médica após reportagem exibida pela TV Globo sobre denúncias de abusos sexuais.
Durante o julgamento, o ministro Alexandre Moraes disse que deve ser adotada o que chamou de “regra de transição” a ser aplicada para quem já exerce a atividade profissional de jornalista.
E chegou a defender que haja uma regulamentação da atividade, sem detalhar se sua ideia seria regular a imprensa ou apenas a retomada da exigência de diploma.
“Hoje, com as redes sociais, qualquer pessoa acorda e diz: ‘A partir de hoje, eu sou jornalista’, e começa, em seu blog, a ofender a honra de inúmeras pessoas e a se escudar na liberdade de imprensa.
Claramente, nós não podemos normalizar isso e tratar essas pessoas como a imprensa séria, o jornalismo sério. Então, talvez seja realmente o momento de refletirmos, com uma regra de transição para aqueles que já exercem seriamente a profissão, mas, como qualquer outra profissão no Brasil, uma regulamentação para evitar exatamente isso.
E Vossa Excelência disse: talvez o PCC, talvez o Comando Vermelho comece...
Não, infelizmente, já se infiltraram em redes de desinformação nas redes sociais”, assinalou Moraes.
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No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 18, Carlos Andreazza fala que a Polícia Federal apontou que mensagens interceptadas indicam que a empresária Roberta Luchsinger, amiga de Lulinha comprou joias no valor de R$ 9,2 mil para Marco Aurélio Santana Ribeiro (o Marcola), ex-chefe de gabinete do presidente Lula.
Já o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou em entrevista à podcasts, que acredita na inocência do filho dele, o empresário Fábio Luis Lula da Silva, mas que os inquéritos contra ele não serão engavetados.
Lulinha é investigado pela Polícia Federal (PF) por suspeita de tráfico de influência.
“Meu filho sabe que ele não pode fazer nada errado, ele jura, por tudo que é sagrado que ele não tem nada.
Eu acredito nele, mas eu já disse aos advogados que ninguém vai pedir fechamento de inquérito contra o meu filho”, disse o presidente.
Sem registros oficiais, a lobista Roberta Luchsinger fez mais de 40 visitas a órgãos do governo federal desde o início do terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em janeiro de 2023.
Por lei, reuniões com autoridades precisam ser informadas nas agendas dos agentes públicos que participam dos encontros.
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No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 17, Carlos Andreazza fala sobre o início da campanha eleitoral, da parceria entre Alcolumbre e Moraes e da situação de Flávio Dino no Maranhão.
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes foi um dos responsáveis pelo aumento dos atritos entre Lula e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP).
Ele estava no time que encorajou senadores a votarem contra a indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, a uma vaga no tribunal.
Agora, porém, ele foi o anfitrião do acordo de paz entre os dois para salvar a própria pele.
Já Flávio Dino tinha um objetivo: descobrir quem entre os seus adversários políticos no Maranhão fora o informante do jornalista Luís Pablo.
Dino, dublê de juiz do tribunal constitucional e chefe de grupo político local, tem muitos adversários no Estado que governou até 2022, Estado – tornado imundo caso de polícia – sobre cuja vida político-eleitoral, direta ou indiretamente, o ministro toma providências judiciais.
Providências aceleradas a partir de cisão – agora guerra – no grupo político que liderava. Barra pesada.
O governador, que lhe foi vice, que lhe era aliado, eleito por ele, agora é inimigo – e em decorrência disso, a serviço de agenda partidária de togado, vai mobilizado o Supremo.
A campanha eleitoral começou neste domingo, 16, com eventos focados em atrair eleitores da Região Sudeste e atacar opositores criticando seu posicionamento sobre temas como a condução da política externa, principalmente a relação do Brasil com os Estados Unidos.
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