O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
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O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
Edição desta quinta-feira (08) apresenta uma análise dos primeiros sinais revelados na transição para o futuro governo do presidente eleito Jair Bolsonaro. A redução do número de ministérios e a criação de alguns superministérios podem garantir uma gestão mais eficaz da máquina pública? Os primeiros movimentos da transição de governo já indicam o empenho na tentativa de aprovar a reforma da Previdência ainda neste ano. Demonstram também a promessa de combate à corrupção e ao crime organizado com o anúncio do nome do juiz Sérgio Moro para o Ministério da Justiça e da Segurança Pública. E como ficam os partidos políticos, que exerceram forte influência e se aproveitaram do loteamento de cargos nos últimos governos? Mais um ponto que chama a atenção é a importância dos militares na formação do novo governo. Por outro lado, as primeiras declarações de Jair Bolsonaro sobre política externa deixaram dúvidas e provocaram reações de parceiros comerciais do Brasil. Vamos acompanhar as avaliações dos cientistas políticos Ricardo Borges Martins e Alberto Carlos Almeida.
Confira ainda mais análise política na nossa tradicional coluna “Direto ao Assunto”, com os comentários de José Nêumanne Pinto.
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Na sua primeira entrevista coletiva após ter aceitado assumir o Ministério da Justiça no governo do presidente eleito Jair Bolsonaro, o juiz federal Sérgio Moro deu algumas diretrizes de como pretende atuar no comando da pasta no ano que vem. Além de reforçar a agenda anticorrupção, lastro evidente de seu trabalho na 13ª Vara Federal de Curitiba, Moro também diz que será prioridade combater o crime organizado. Ao longo de uma hora e meia de conversa com os jornalistas, procurou se mostrar afiado com a pauta de Bolsonaro, afirmou que almeja criar forças tarefa no modelo da Lava Jato e rechaçou suspeitas levantadas pelo PT de que teria agido para favorecer a candidatura Bolsonaro. É o Moro político que se apresenta pela primeira vez publicamente. Conversamos sobre o assunto com o repórter do Estadão, Ricardo Brandt, que acompanhou a coletiva ontem na capital paranaense, além de cobrir a Lava Jato desde suas primeiras operações.
Episódio de hoje ainda traz a opinião do editor do Caderno 2, Ubiratan Brasil, sobre a cinebiografia de Freddie Mercury, do Queen, que está em cartaz nos cinemas do Brasil. O filme virou motivo de polêmica em redes sociais após diversos internautas relatarem que a obra tem sido alvo de vaias ou reações preconceituosas por espectadores durante cenas de afeto homossexual.
Confira também o comentário do dia de José Nêumanne Pinto na coluna “Direto ao Assunto”.
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Os posicionamentos do presidente-eleito Jair Bolsonaro em matéria de política externa já têm rendido consequências antes mesmo de sua posse como o novo chefe do Executivo nacional. Ontem (05), o Egito cancelou a visita do atual ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes, ao país em razão de Bolsonaro assumir apoio explícito a Israel e manifestar a intenção de mudar a embaixada brasileira de Tel Aviv para Jerusalém. Essa não é a única polêmica fomentada a partir das novas diretrizes do futuro governo em termos de política internacional. Bolsonaro já falou em cortar relações diplomáticas com Cuba e criticou o Acordo de Paris. Por outro lado, há uma importante aspiração para uma guinada na esfera econômica para que o Brasil possa buscar parceiros mais fortes no cenário externo, especialmente os EUA e a União Europeia. Afinal, qual será o nível de protagonismo do País perante o mundo no governo Bolsonaro? Debatemos o tema com um especialista no assunto, o professor do Direito da FMU, Manuel Furriela.
Episódio de hoje ainda comenta a nova tentativa da defesa do ex-presidente Lula de pedido de liberdade do líder petista junto ao STF. A base argumentativa para o pedido é o fato do juiz Sérgio Moro ter aceitado assumir o Ministério da Justiça. Isso pode funcionar?
Confira também o comentário do dia de José Nêumanne Pinto na coluna “Direto ao Assunto”.
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O que o Brasil aprendeu nas eleições das fake news? O balanço após um processo profundo, doloroso e histórico não é uma questão fechada. As primeiras pistas indicam que o País sai fortalecido, porém ferido e cheio de lições de casa para fazer. Além do suposto envolvimento de empresas na compra de pacotes de disparos em massa de mensagens no WhatsApp para atingir partidos, o debate foi marcado pela agressividade na produção de informações camufladas de notícias.
A presidente do Instituto para o Desenvolvimento do Jornalismo (Projor), Angela Pimenta, conecta fake news a um problema global: “Se a mentira com fins eleitorais pode ser comparada a lixo, a poluição digital, nós estamos diante de um fenômeno cujo tamanho talvez possa ser comparado ao aquecimento global. E os momentos de pico são justamente as campanhas eleitorais”.
Ainda nesta edição, Jamil Chade, correspondente do Estadão em Genebra, na Suíça, revela como a Europa enfrenta o problema ao banir o termo fake news dos documentos oficiais do governo britânico.
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Ouça o Start Eldorado, sobre tecnologia, mercado e transformação digital, que vai ao ar às quartas-feiras, às 22h. Nesta edição, o programa conversa com Juarez Quadros, presidente da Anatel, e com Thiago Lopes, secretário de política de informática do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações. A apresentação é de Daniel Gonzales e os comentários são de Renato Cruz.
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Durante a campanha eleitoral, Jair Bolsonaro (PSL) e seu guru econômico e futuro ministro da economia, Paulo Guedes, fizeram inúmeras críticas ao Mercosul e aos acordos comerciais com a China. Sobre esse assunto, conversamos com Bernardo Wahl, professor de Relações Internacionais da FMU e da FESPSP.
Segundo ele, essa sinalização do futuro governo de que o Mercosul não estará no radar de prioridades da agenda externa do País é uma tentativa de se distanciar da política adotada pelos governos petistas, nos quais houve uma aproximação comercial com os países do bloco. Um exemplo disso foi o anúncio de que a primeira viagem internacional do presidente eleito será ao Chile, diferente de Lula e Dilma que foram à Argentina em seus primeiros compromissos no exterior.
E ainda: PSDB sai dividido depois das eleições de 2018. Os tucanos já não se bicam e mudanças podem ocorrer dentro do partido. O repórter de política do Estadão, Pedro Venceslau, fala sobre o racha dentro do PSDB.
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Edição de hoje apresenta uma análise dos primeiros sinais de formação do futuro governo do presidente eleito Jair Bolsonaro. O desenho inicial prevê um superministério da Economia, incluindo as atuais pastas da Fazenda, do Planejamento e da Indústria e Comércio e ainda a junção da Agricultura e do Meio Ambiente em um mesmo ministério. A ideia seria reduzir o número de pastas de 29 para 15 ou 16. Com esses primeiros movimentos, conseguiria o futuro presidente cumprir a promessa de escapar do loteamento de cargos e das indicações meramente políticas para agradar aliados? E como ficaria a chamada governabilidade até hoje baseada na troca de cargos por apoios em forma de votos no Congresso? Outro tema em pauta é a reforma da Previdência, com declarações conflitantes de integrantes da equipe de Bolsonaro logo depois da vitória nas urnas em 28 de outubro. Vamos acompanhar as avaliações da cientista política e professora da PUC-SP Vera Chaia e do professor de Filosofia da Faap Luiz Bueno.
Confira ainda mais análise política na nossa tradicional coluna “Direto ao Assunto”, com os comentários de José Nêumanne Pinto.
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O crescimento da importância dos militares em nossa política institucional já começou no governo Michel Temer. A nomeação de militares no Ministério da Defesa e no Gabinete de Segurança Institucional são exemplos disso. Agora, eles terão vital importância no governo Jair Bolsonaro, além do vice General Mourão, alguns militares da reserva devem ocupar ministérios.
Sobre o aumento do protagonismo militar na nossa democracia e o papel que as Forças Armadas podem desempenhar no futuro governo de Bolsonaro, o Estadão Notícias conversou com Gunther Rudzit, professor de Relações Internacionais da ESPM e especialista em Forças Armadas. Para ele, ainda não há riscos de uma influência militar nos pontos centrais do governo, com exceção das áreas ligadas à segurança pública e infraestrutura. Caberá ao Congresso e à própria sociedade a vigilância sobre o aumento da influência política dentro das Forças Armadas, segundo o professor.
E ainda, aliados do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) dizem que a indicação do juiz Sérgio Moro para o Ministério da Justiça seria um atalho necessário para ele chegar ao Supremo Tribunal Federal (STF), conversamos com a editora da ‘Coluna do Estadão’, Andreza Matais, sobre o assunto.
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Após uma corrida eleitoral marcada pelo confronto e pela polarização que envolveram toda a sociedade, o Estadão Notícias conversa com o cientista político e professor da Unesp Marco Aurélio Nogueira sobre o Brasil que sai das urnas depois da vitória de Jair Messias Bolsonaro, do PSL. Com mais de 55 milhões de votos, o capitão reformado do Exército foi eleito o 38º presidente da história e o primeiro militar escolhido pelo voto popular desde Eurico Gaspar Dutra, em 1945.
Com um discurso liberalizante na economia e conservador nos costumes, e com um forte apelo à rejeição da classe e do sistema político, Bolsonaro terá o desafio de governar um país dividido e com inúmeras incertezas quanto ao futuro. A própria campanha do candidato não deu indícios claros de como será seu governo e quais serão suas primeiras ações concretas em áreas críticas, como segurança pública, política econômica e fiscal e educação.
E ainda, quais serão os principais desafios da equipe econômica de Jair Bolsonaro no próximo ano. O Ministério da Fazenda preparou o chamado “livro branco” em que defende como necessárias a manutenção do teto de gasto, a urgência da reforma da Previdência e uma negociação para a crise fiscal dos Estados. Conversamos com a editora do Broadcast econômico, Sílvia Araújo sobre o assunto.
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Com a eleição presidencial definida, o Brasil conhece o próximo presidente que ficará no poder pelos próximos 4 anos. Jair Bolsonaro (PSL) venceu Fernando Haddad (PT) com 55% dos votos em uma eleição marcada por troca de acusações e polarização entre esquerda e direita. O novo presidente terá o desafio de governar um país dividido por ideologias e incertezas diante do futuro. O capitão da reserva assume o executivo brasileiro diante de muitas dúvidas em relação aos seus posicionamentos e os programas que serão implantados nas mais diversas áreas de interesse da população, como segurança, economia e educação.
Em seu primeiro pronunciamento, após a confirmação matemática da sua eleição, Jair Bolsonaro (PSL) comprometeu-se a respeitar a Constituição e assegurou que seu governo respeitará as liberdades individuais. Mas quais serão os grandes desafios do novo presidente? Ouça no player acima.
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