O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
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O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
Uma manifestação marcada para o próximo domingo, em apoio ao governo Bolsonaro, tem gerado discordância entre grupos que costumam mobilizar o povo nas ruas. O movimento nasceu como resposta às manifestações feitas contra o contingenciamento na área da educação. O ato de apoio ao governo Bolsonaro ganhou força após a publicação de um texto, por parte do presidente, em grupos de whatsapp, que foi interpretado como um pedido de ajuda. Logo, os grupos de apoio à Bolsonaro se mobilizaram e colocaram na pauta atos, principalmente, contra o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal. A convocação dessas manifestações provocou ruídos entre os parlamentares. Membros do governo passaram a reconhecer que o movimento poderia prejudicar as negociações de pautas importantes, como a reforma da Previdência.
Mas quem são os atores dessas manifestações? Em 2 capítulos, o ‘Estadão Notícias’ vai conversar com os movimentos que preferiram não participar da convocação, e aqueles que estão organizando essas ações. Neste programa, as posições do MBL e Vem pra Rua.
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A economia brasileira dá sinais de que a sua saúde não está nada bem. A expectativa de alta para o PIB em 2019 recuou pela 12.ª semana consecutiva e passou de 1,45% para 1,24%, segundo relatório Focus, divulgado pelo Banco Central. A taxa de desemprego é outro indicativo de que a economia segue sem tração. Para piorar, as projeções para o avanço da produção industrial de 2019 também foram reduzidas, de 1,70% para 1,47%. Além disso, as constantes altas no câmbio impactam no mercado brasileiro e impedem o investimento. O governo aposta, neste momento, todas as fichas na aprovação da reforma da Previdência para que haja uma sensação de melhora na economia.
Afinal, a recessão bateu na porta novamente? Quais são os maiores riscos e há caminhos para se evitar o pior? Você vai poder ouvir a opinião dos economistas Zeina Latif (XP Investimentos), Elena Landau (Livres), Thais Zara (Rosenberg Associados), José Roberto Mendonça de Barros (MB Associados) e do editor de economia do Estadão, Alexandre Calais.
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Em meio a discussão de projetos vitais para o futuro do País, o partido do presidente Jair Bolsonaro, o PSL, parece não ter despertado para o essencial: fazer política com algum nível de coesão. É bem verdade que a sigla, como muitas no Brasil, não possui tradição programática, além de uma base social dispersa. A bancada na Câmara é expressiva, mas não atua em bloco. Tampouco articula com qualidade. O que sobra são discussões ofensivas públicas, falta de estratégia e a incrível capacidade de, em alguns momentos, ser mais oposição a Bolsonaro do que a própria oposição estabelecida.
Episódio de hoje resgata a rocambolesca novela que envolve o PSL, desde sua fundação, passando pela chegada de Bolsonaro até a atuação desastrosa no Congresso. Além da turbulenta história, também colhemos a análise do cientista político Rodrigo Prando (Mackenzie).
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O nível de tensão subiu consideravelmente entre os atores políticos deste governo depois que o presidente Jair Bolsonaro recomendou, em grupos de WhatsApp, a leitura de um texto que dizia que o “Brasil é ingovernável”. O objetivo era, mais uma vez, tentar passar a ideia de que são os outros Poderes, supostamente corrompidos, que minam as ações do presidente. Completados quase cinco meses de governo, Bolsonaro começa a ficar acuado pela ausência de uma base política que o sustente.
Edição de hoje do podcast se aprofunda pelos meandros da tal governabilidade. Por que Lula e FHC foram tão bem sucedidos neste quesito e Bolsonaro coleciona só fracassos, tal como foi com Dilma? Conversamos sobre o tema com o cientista político Humberto Dantas (pesquisador da FVG) e com Graziela Guiotti, doutora em ciência política pela USP e professora do IDP. Os dois fazem parte do livro que justamente aborda este tema, 'Governabilidade - para entender a política brasileira'.
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Inteligência artificial e análise de dados já são realidades em empresas de diversos setores. Saiba mais sobre essa tecnologia e sua evolução no Start Eldorado, na conversa com o empreendedor e CEO da InovaMind, Jung Park, e com o neurocientista e pós-doutor pela Unifesp Alvaro Machado Dias. O programa vai ao ar todas as quartas-feiras, às 22h, na Eldorado FM (107,3 - SP), com a apresentação de Daniel Gonzales.
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O governo brasileiro desistiu de sediar dois eventos sobre mudanças climáticas que aconteceriam este ano. O mais importante, e que havia sido costurado pela gestão anterior, a conferência climática da ONU, COP-25, gerou ruídos, pois obrigou a entidade procurar outro país para receber o evento. A questão envolvendo o clima é tema sensível ao presidente Jair Bolsonaro e sua equipe, que inclusive, ameaçou deixar o Acordo de Paris, onde as nações se comprometeram a reduzir emissões de gases que facilitam o aumento do efeito estufa. Por outro lado, o mercado tem exigido uma postura mais cuidadosa com a questão ambiental para fazer negócios. Conversamos com autoridades no assunto, como o secretário-executivo do Observatório do Clima, Carlos Rittl, Mauricio Voivodic, diretor-executivo do WWF-Brasil e a ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva.
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A primeira grande manifestação popular dentro do governo do presidente Jair Bolsonaro ocorreu nesta quarta-feira, 15, em mais de 200 cidades pelo País. O mote foi o contingenciamento de verbas para a área da educação, seja no ensino básico, seja no ensino superior. Edição de hoje do podcast capta o clima dos protestos em algumas capitais do país, como São Paulo, Brasília, Belo Horizonte, Recife e Natal. Nossa equipe de repórteres apresenta um retrato das reivindicações presentes nestes atos pelas ruas e que mobilizou um público heterogêneo. E para entender as razões e o impacto dessas manifestações, colhemos as análises da colunista Vera Magalhães e do cientista político Humberto Dantas.
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A história de superação que conhecemos da pesquisadora brasileira Joana D’Arc Félix de Sousa, motivo de dezenas de prêmios e projeções midiáticas, não é tão perfeita quanto parece. Em apuração dos repórteres Felipe Resk e Renata Cafardo, se descobriu inúmeras inconsistências na trajetória e no currículo defendido pela professora. Ela ficou conhecida como o exemplo de quem venceu a pobreza para triunfar em Harvard, com direito a um pós-doutorado. A instituição, porém, não chancela a formação, além de garantir que o diploma apresentado à reportagem é falso. Uma cinebiografia vinha sendo gestada pela Globo Filmes para retratar a vida de Joana D’Arc.
Nesta edição do podcast, você vai ouvir o relato dos próprios repórteres sobre como foi conduzir essa investigação. Trechos da entrevista em que a própria pesquisadora é confrontada também serão apresentados neste programa.
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Nas últimas semanas, o Ministério da Educação anunciou um congelamento de 30% da verba das universidades federais. Essa porcentagem é sobre os valores chamados "não discricionários", usados, por exemplo, para gastos com água e luz. Logo depois da repercussão, o titular da pasta Abraham Weintraub, disse que houve um equivoco e que o contingenciamento é de 3,5%. Mas quais são as consequências dessa medida, e o quanto ela pode interferir na gestão das universidades? Ouvimos especialistas em educação e profissionais que atuam na área, como o reitor da Universidade Federal do ABC, Dácio Mateus, o Diretor de Políticas educacionais do Todos Pela Educação, Olavo Nogueira e a repórter especial do Estadão, Renata Cafardo.
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Uma liderança improvável do governo Jair Bolsonaro surgiu na Câmara dos Deputados. Diante dos problemas de articulação política da bancada do PSL, partido do presidente, o protagonismo na defesa de pautas, como a reforma da Previdência, foi assumido pelo jovem deputado e líder do partido Novo, Marcel Van Hattem, eleito pelo Rio Grande do Sul. Defensor do liberalismo econômico, o parlamentar se mostrou alinhado também com pautas ideológicas defendidas por Jair Bolsonaro e seus filhos. Com isso, conquistou espaço dentro do governo, mas ganhou inimizades no Congresso Nacional. Apesar deste protagonismo, o deputado rejeita a ideia de que seja “um líder informal do governo” em entrevista a este programa.
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