O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
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O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
A confusão envolvendo membros do Movimento Brasil Livre e do Direita São Paulo, na última manifestação em prol do ministro da Justiça, Sérgio Moro, abriu o questionamento sobre a união dos grupos direitistas. Desde que o MBL decidiu não participar das manifestações de maio, em apoio ao governo de Jair Bolsonaro, a relação com alguns movimentos desta linha ideológica ficou estremecida. No entanto, esses grupos mantêm pautas em comum, como a reforma da Previdência. Para entender essa cisão, conversamos com os representantes dos movimentos envolvidos no tumulto ocorrido na Avenida Paulista, em São Paulo. O vereador e coordenador do MBL, Fernando Holiday, e o presidente do Direita SP, Edson Salomão.
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No terceiro capítulo da série especial de podscasts você descobrirá tudo o que engloba essa cidade, cujas origens remontam a 2 mil anos. Em 1150, com a construção da Kasbah des Oudaiá, fortaleza que é o ponto de partida para formar sua medina, a cidade velha. Entre várias atrações, conheça o Bab Oudaiá, magnífico portal de pedras erguido em 1195 e a Chellá, ruína romana do ano de 40 depois de Cristo. As surpresas não param.
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Jair Bolsonaro completa seis meses no cargo em um processo de ainda aprender a lidar com os vários atores da democracia brasileira. O presidente enfrentou problemas dentro do governo, que culminaram com a troca de agentes do primeiro e segundo escalão do executivo. Além disso, algumas alterações na composição do executivo foram feitas, ministros perderam poder, e novos agentes passaram a fazer parte do “team” Bolsonaro. Entretanto, foi a relação com o Congresso Nacional que mostrou ao presidente que sua vida à frente do executivo não seria fácil. O governo foi vencido em algumas oportunidades, e a responsabilidade dessas derrotas atribuídas à falta de articulação política.
No entanto, não é apenas a questão política que tem se tornado um problema para o governo. A última pesquisa Ibope mostra que o número de pessoas que acham a gestão Bolsonaro boa ou ótima é o mesmo das que acham ruim ou péssima: 32%, o menor índice desde que o governo começou a ser avaliado. Os editores do BR18, Vera Magalhães e Marcelo de Moraes avaliam os primeiros seis meses de Jair Bolsonaro como presidente da República. Ouça no player acima:
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Tido por muitos como herói nacional, Sérgio Moro foi, em seis meses no governo de Jair Bolsonaro, de superministro da Justiça a alvo de críticas e questionamentos por causa de supostas mensagens vazadas da época em que ele era juiz federal em Curitiba. Neste podcast, o Estadão conversa com o jurista Walter Maierovitch sobre o caso.
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O secretário-executivo da Polícia Militar de São Paulo, coronel Álvaro Batista Camilo, fala sobre a transformação digital, a inteligência, o uso de dados e a tecnologia empregadas no dia a dia das atividades da polícia e no combate ao crime. O Start Eldorado vai ao ar todas as quartas-feiras, às 21h, na Eldorado FM (107,3 - SP). A apresentação é de Daniel Gonzales.
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O ministro Gilmar Mendes recebeu em seu gabinete a reportagem do Estadão, e opinou sobre temas sensíveis à sociedade brasileira. O magistrado criticou o surgimento de “falsos heróis”, que cometem excesso “em nome supostamente” de um combate à criminalidade. Além disso, defendeu o projeto que trata do abuso de autoridade, que foi aprovado no Senado, e avalia que a proposta vai corrigir exageros cometidos por juízes, promotores e policiais. Gilmar Mendes também falou sobre a proposta de dar liberdade provisória ao ex-presidente Lula, enquanto não se julga a suspeição do ex-juiz Sérgio Moro, e negou que tenha tentado dar um “golpe”.
E ainda, o encontro do G-20 no Japão, com a presença do presidente do Brasil, Jair Bolsonaro. O evento reúne os representantes das maiores economias do mundo. O clima esquentou, após a fala da chanceler alemã, Angela Merkel, que disse ver com grande preocupação as ações de Bolsonaro sobre desmatamento no País. O presidente brasileiro não gostou, e disse que ele não será advertido por outros países. Jair Bolsonaro terá sete reuniões bilaterais, incluindo encontros com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e com o líder chinês, Xi Jinping. A correspondente do Estadão, Beatriz Bulla, traz as informações direto do Japão.
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No programa de hoje falaremos sobre o caso do militar brasileiro, que pertencia à comitiva do presidente Jair Bolsonaro para participar da reunião do G-20 no Japão e foi detido na Espanha com 39 quilos de cocaína na bagagem. A Força Aérea Brasileira já abriu o Inquérito Policial Militar que vai investigar a prisão do 2.º sargento da Aeronáutica. Conversamos com o repórter especial do Estadão, especializado em assuntos militares, Roberto Godoy, sobre as consequências deste crime.
E ainda no programa, a última cartada de Jair Bolsonaro para conseguir modificar a lei sobre o porte de armas. O presidente desistiu do decreto, por ser considerado inconstitucional, e aposta as fichas em um projeto de lei. Um dos pontos desse novo texto deixa em aberto à possibilidade de serem ampliadas as categorias profissionais que possam transportar esses equipamentos. O criminalista, doutor em direito penal pela USP, professor da Escola de Direito do Brasil, João Paulo Martinelli falou sobre a diferença entre o decreto e o projeto de lei.
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Em uma "solução intermediária", ministro Gilmar Mendes propôs conceder liberdade provisória a Lula até habeas corpus sobre suspeição do ex-juiz Sérgio Moro fosse julgado. Por 3 a 2, Segunda Turma manteve o ex-presidente preso. Ato de Mendes foi meramente político? Analisamos numa conversa com o professor de Direito da Faap, Luis Fernando Amaral. Confira ainda nesta edição tudo o que cerca a proposta que endurece a lei de abuso de autoridade. Senado deve votá-la ainda hoje. O que pensa o meio jurídico? Ela representa um revide da classe política à operação Lava Jato?
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A figura do candidato de direita, e que rejeita a política tradicional, chegou ao Uruguai. Trata-se do bilionário de 38 anos, Juan Sartori, que vai disputar as prévias no próximo domingo. Apesar de se definir como um “outsider”, o empresário quer ser candidato à presidência por uma das legendas mais tradicionais do Uruguai, o Partido Nacional. Sartori é admirador de políticos conservadores, que também adotaram o discurso de rejeitar a velha política, como Donald Trump e Jair Bolsonaro. Mas quem é esse personagem que se diz conservador, mas é sócio da empresa que produz e distribui maconha nas farmácias uruguaias? Conversamos com o jornalista uruguaio, Carlos Tapia, sobre as possibilidades do Uruguai, a exemplo do Brasil, dar uma guinada à direita.
E ainda, PSL e PSOL são os partidos mais coesos do Congresso Nacional quando há votação em plenário. O editor do Estadão Dados, Daniel Bramatti explica essa curiosa coincidência.
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Amanhã, a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) julga um pedido de liberdade do ex-presidente Lula. A defesa do petista aponta neste pedido de habeas corpus a suspeição do ex-juiz Sérgio Moro, agora ministro da Justiça e Segurança Pública do governo Bolsonaro. O julgamento começou em dezembro de 2018, mas foi interrompido após pedido de vista do ministro Gilmar Mendes. Edson Fachin e Cármen Lúcia já tinham se posicionado contra a suspeição de Moro. Resta, além de Mendes, o decano Celso de Mello.
A retomada dessa avaliação ganhou novos ingredientes com a divulgação de mensagens trocadas entre o ex-juiz e os procuradores da Operação Lava Jato. O teor deste material revelado poderá resultar na liberdade de Lula? Ele tem validade como prova? Quais são os impactos políticos? Edição de hoje do podcast apresenta um debate sobre o tema. Participam da conversa em nosso estúdio João Paulo Martinelli, criminalista, doutor em direito penal pela USP; Rafael Cortez, cientista político da Tendências Consultoria; e Ricardo Brandt, repórter do Estadão que acompanha a Lava Jato desde seu princípio, há 5 anos.
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