O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
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O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
O governo de São Paulo ensaia, através de um protocolo, a reabertura gradual de setores da economia, como o comércio e serviços não essenciais. Essa flexibilização será feita por fases e levará em conta a redução consistente no número de casos, e na disponibilidade de leitos nas redes pública e privada. A capital paulista, pico da transmissão do novo coronavírus no Estado, foi autorizada iniciar a fase 2. Outros municípios da Grande São Paulo reclamam de não ter o mesmo tratamento, apesar de números mais positivos do que os da capital. Afinal, esse é o momento de flexibilizar no estágio em que está a pandemia no Brasil? Quais os riscos que esse afrouxamento de medidas pode trazer?
Na edição de hoje, conversamos sobre o assunto com os infectologistas Jean Gorinchteyn, do Instituto Emílio Ribas, e Roberto Foccacia, professor de infectologia da USP e da faculdade de medicina de Jundiaí. No quadro “Fique em Casa”, Renata Cafardo entrevista o escritor Mário Prata sobre como está encarando o período de quarentena e autoisolamento.
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Como atravessar essa tormenta da melhor maneira possível? O que vai pautar nossa interação social daqui para frente? Conversamos neste episódio com o psiquiatra e colunista do Estadão, Daniel Martins de Barros.
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Com a fragilidade e as crises constantes que assolam o governo Bolsonaro, o presidente passou a contar com uma rede de proteção formada por alas aparentemente inconciliáveis: militares e figuras do centrão. Os militares já estavam presentes em diversos postos de comando, mas agora estão em maior número, especialmente no Ministério da Saúde. A novidade são os partidos deste bloco informal no Congresso, "convocados" para ajudar na sobrevivência política de Bolsonaro. Em paralelo à ocupação de cargos, generais do governo passaram a criticar publicamente a atuação de outras instituições e poderes da República, como o Supremo Tribunal Federal, inclusive, com ameaças à ordem democrática.
Na edição de hoje, conversamos sobre esses assuntos com o repórter do Estadão em Brasília, Mateus Vargas, e o repórter especial, Roberto Godoy. No quadro “Fique em Casa”, Renata Cafardo entrevista o cantor e compositor Simoninha sobre como está encarando o período de quarentena e autoisolamento.
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A deputada federal Tabata Amaral (PDT-SP) passa o seu isolamento na periferia de São Paulo, onde nasceu e mora a sua família. A parlamentar relata as dificuldades em participar das sessões virtuais, pois poucos provedores de internet chegam na Vila Missionária, extremo-sul da capital paulista. Tabata Amaral também relembra histórias do seu passado e a graduação no exterior.
No “Estadão Recomenda” de hoje, as dicas do repórter Paulo Roberto Netto
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Apesar da singularidade desses tempos, a história da humanidade oferece exemplos muito ricos para entendermos o que estamos passando. O mundo já enfrentou outras pandemias que ceifaram a vida de milhões de pessoas. O paralelo mais significativo é com a gripe espanhola, que matou mais de 50 milhões de vidas pelo mundo. Ao se debruçar pelo período, é possível identificar ocorrências muito semelhantes com o atual momento, especialmente no caso brasileiro, como a falta de coordenação na gestão do problema, desprezo pela real gravidade da doença, promessa de remédios milagrosos e a falta de proteção das camadas mais pobres da população. Afinal, o que o Brasil poderia aprender com epidemias do passado no combate à Covid-19?
Na edição de hoje, apresentamos um pequeno resumo histórico de como algumas doenças afetaram o País, com foco na gripe espanhola, com a ajuda da professora Christiane Maria Cruz de Souza, doutora em História das Ciências e da Saúde pela Fundação Oswaldo Cruz, e com o professor João Malaia, do Departamento de História da Universidade Federal de Santa Maria.
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Já imaginou assistir um filme no conforto da janela de sua casa durante o isolamento? No episódio de hoje, Chico Assis, gestor cultural e idealizador do Cine Janela de Salvador, conversa com a gente sobre como projetar filmes na fachada de prédios, transformando o espaço em telas de cinema para os moradores da região. No "Estadão Recomenda", a dica é da repórter de política, Adriana Ferraz.
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Cinema, teatro, shows...todos foram cancelados em virtude das restrições da pandemia do novo coronavírus, mas, existe um outro evento, de extrema importância, que poderá ter o mesmo destino: as eleições municipais de 2020. No pleito, marcado para outubro, os brasileiros vão às urnas para escolher prefeitos e vereadores. No entanto, o aumento no número de casos da Covid-19 no País pode fazer com que as eleições deste ano sejam adiadas. O Congresso Nacional e a Justiça Eleitoral já estudam essa hipótese. Um grupo de trabalho foi formado para discutir como isso será feito. A probabilidade é que o primeiro turno ocorra em novembro. Afinal, o que representa esse adiamento? Como o coronavírus pode influenciar no pleito?
Na edição de hoje, vamos conversar com o cientista político e professor da Unesp, Bruno Silva, e com a advogada Marilda Silveira, especialista em direito eleitoral e membro da Academia Brasileira de Direito Eleitoral e Político. No quadro “Fique em Casa”, Renata Cafardo entrevista o educador Mozart Neves Ramos sobre como está encarando o período de quarentena e autoisolamento.
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As medidas de isolamento social para conter o avanço da covid-19 acertaram em cheio na dinâmica profissional de artistas da música. Os shows, principal meio de faturamento e projeção - mas que pressupõe aglomerações - , deixaram de existir. E não sabe ao acerto quando e como será o retorno. Em meio a esse caos, as lives se tornaram a principal alternativa para manter contato direto com seu público, mesmo que a distância.
Episódio de hoje do podcast 'Na Quarentena' apresenta um divertido bate papo de Emanuel Bomfim e Leandro Cacossi com a cantora Zélia Duncan. Ela fala sobre esse "novo normal", as lives e como ela tem enfrentado esse período de quarentena sem o palco e as turnês.
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O que o novo coronavírus pode trazer como reflexão? O que será da dinâmica da sociedade depois que tudo isso passar? Seremos mais "humanos"? A ideia de estado mínimo cai por terra à medida que se depende do governo para manter a saúde financeira dos lares e a saúde física, através do Sistema Único de Saúde? São tantas questões para serem respondidas, que somente um convidado com um olhar amplo e com uma bagagem intelectual diversificada poderia respondê-las.
Na edição de hoje, a jornalista Carolina Ercolin conversa com o historiador e colunista do Estadão Leandro Karnal, que dá o seu olhar sobre este momento tão singular. No quadro “Fique em Casa”, Renata Cafardo entrevista a apresentadora do “Minha Canção” na Rádio Eldorado, Sarah Oliveira, sobre como está encarando o período de quarentena e autoisolamento.
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Para que um home office funcione bem, assegurando a produtividade dos colaboradores e a continuidade dos médios e pequenos negócios nesta crise com o mínimo de impacto, uma palavra-chave deve estar na mente dos gestores e funcionários: conectividade.
Sendo ela rápida, estável e segura, é muito maior a garantia de que tudo vai funcionar bem, das casas aos servidores locais ou em nuvem das empresas. Isso é possível, desde que a estrutura técnica seja adequadamente montada e monitorada e o perfil dos produtos escolhidos para o trabalho remoto seja o correto para cada tipo de aplicação.
Você vai saber mais sobre esse tema e as tecnologias que asseguram o ótimo fluxo de dados ponta a ponta, neste podcast, o segundo da série Guia do Home Office, na entrevista com Raymundo Peixoto, vice-presidente sênior de soluções para datacenter da Dell na América Latina.
A apresentação é de Daniel Gonzales.
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