O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
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O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
“Um lugar para chamar de seu”. Nunca uma frase fez tanto sentido para os aliados do presidente Jair Bolsonaro, que se sentem perseguidos pelas redes sociais como Twitter e facebook. As plataformas vêm desativando contas e removendo postagens por considerar que são ofensivas e comandadas por um grupo com o intuito de disseminar informações falsas. Foi então que surgiu o Parler, que, aos moldes do Twitter, tem sido a casa de figuras da direita no mundo, como senadores americanos até o presidente Jair Bolsonaro e seus filhos. A rede social promete proteger o direito das pessoas escreverem o que quiser sem a ameaça de remoção do material.
Afinal, como funciona essa plataforma que já é chamada de rede social da direita? De fato, ela pode evitar que conteúdos sejam removidos? Na edição de hoje, conversamos sobre o assunto com o diretor executivo do Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio de Janeiro, Fabro Steibel.
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Os Estados Unidos atingiram a marca de mais de 130 mil mortos e quase 3 milhões de infectados pelo novo coronavírus. Mesmo diante deste quadro, o presidente Donald Trump pressiona governadores a reabrirem os Estados. Aliados republicanos aceitaram a sugestão do líder norte-americano e, hoje, enfrentam um aumento considerável no número de casos do novo coronavírus, tendo, inclusive, que retroceder nas medidas menos restritivas. Tudo isso será carregado para o debate eleitoral, no final do ano, quando ocorre o pleito presidencial. Trump tentará a reeleição, diante do cenário difícil que o país atravessa. Já os democratas apostam na figura pouco carismática de Joe Biden, mas que conta com apoio de personalidades importantes, como o ex-presidente Barack Obama.
Afinal, a pandemia favorece quem na disputa eleitoral americana? Na edição de hoje, conversamos sobre o assunto com a correspondente do Estadão em Washington, Beatriz Bulla, com o professor da Universidade de Denver, nos Estados Unidos, Rafael Ioris, e com o professor do Instituto de Relações Internacionais da USP, Felipe Loureiro.
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Jair Bolsonaro ficou conhecido pelo seu negacionismo diante da gravidade da pandemia do novo coronavírus. Inclusive, minimizando a doença dizendo que era uma “gripezinha”. Não só isso, descumpriu todas as medidas de segurança recomendadas por organismos de saúde, como o uso de máscaras e evitar aglomerações. Nesta terça-feira, o presidente anunciou que contraiu o novo coronavírus, após se sentir mal e ter febre no dia anterior. Mesmo assim, durante entrevista com alguns veículos de imprensa, Bolsonaro voltou a minimizar a doença e defender o uso de medicamentos sem eficácia comprovada.
Diante de tudo isso, a pergunta que fica é: a doença vai mudar o pensamento e atitudes de Bolsonaro? Na edição de hoje, conversamos sobre o assunto com Jussara Soares, repórter do Estadão em Brasília, com Vera Magalhães, colunista do Estadão e editora do BR Político, e com Eliane Cantanhêde, colunista do Estadão e da Rádio Eldorado.
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Com o aumento massivo do tráfego na internet em razão das medidas de isolamento social, que privilegiam o home office, o ensino remoto e as compras virtuais, também aumentou a preocupação com a segurança no ambiente digital. Criminosos virtuais aproveitam-se do fato de os acessos a ambientes corporativos estarem mais “espalhados” para aplicar diversos tipos de golpes, tendo sido observado um aumento, desde março, da ordem de milhares por cento nas tentativas de fraudes. Vamos saber mais sobre os desafios para manter a segurança nesse momento e no pós-pandemia, quais preocupações as empresas devem ter, como funciona a proteção nos ambientes em nuvem e em todos os pontos desta cadeia, na conversa com Joaquim Campos, VP das áreas de Cloud e Software da IBM Brasil. A apresentação é de Daniel Gonzales.
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A grande esperança de contra-atacar o novo coronavírus são as vacinas em desenvolvimento e, algumas delas, já apresentam bons resultados clínicos em seu poder imunizante. O governo brasileiro fechou uma parceria com a Universidade de Oxford para testar a vacina criada pela instituição e considerada a mais avançada nas análises. Um outro imunizante, de uma empresa chinesa, também será testado no Brasil, em parceria com o governo de São Paulo, através do Instituto Butantan. As duas vacinas utilizam metodologias diferentes para combater a Covid-19.
Afinal, em caso de sucesso, quando teremos as vacinas prontas para imunizar a população? Como funciona o processo de desenvolvimento na fase mais avançada? Na edição de hoje, conversamos sobre o assunto com Jorge Kalil, professor da Faculdade de Medicina da USP e diretor do Laboratório de Imunologia do Instituto do Coração, e com a Mariângela Batista Galvão Simão, diretora-geral assistente para acesso a medicamentos, vacinas e produtos farmacêuticos da Organização Mundial da Saúde.
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A adaptação rápida, suportada pela tecnologia, passou a ser essencial para a boa
continuidade dos negócios, agora nos ambientes de home office. O modelo deve se
consolidar e, passada a crise, se integrar com mais força à volta aos escritórios
tradicionais, conectados e inteligentes, no verdadeiro connected office. Será a
transformação digital o ponto de união para torná-los mais colaborativos, seguros e
produtivos, e o novo profissional terá que estar preparado. Saiba como na conversa
com Kelly Ribeiro, diretora da área de consultoria para recursos humanos da IBM Brasil e Ricardo Zakaluk, consultor estratégico da IBM Brasil. A apresentação é de Daniel Gonzales.
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Um protesto ocorrido na semana passada mostrou um drama que vivem aqueles trabalhadores que não tiveram a chance de permanecer em casa na pandemia: os entregadores que fazem o serviço de delivery. A principal reclamação é sobre a precariedade do serviço, e a falta de equipamentos de segurança, para realizar as entregas de maneira segura em tempos de coronavírus. Essas exigências são consideradas complexas, já que os entregadores são autônomos e, na teoria, as empresas teriam poucas obrigações trabalhistas. Por outro lado, os aplicativos de entrega tiveram um ganho com a pandemia, mesmo com a reclamação de colaboradores e contratantes. Afinal, o que querem os entregadores? As empresas de delivery têm responsabilidade sobre eles? Na edição de hoje, conversamos sobre o assunto com Paulo Lima, um dos líderes do movimento dos entregadores, com Paula Freitas, especialista em direito trabalhista e pesquisadora da Unicamp, e com Juliana Inhasz, professora de Economia do Insper.
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A tecnologia vêm sendo o grande ponto de apoio para a manutenção das operações de empresas de várias áreas e tamanhos no momento atual, com o mínimo de impacto possível, em benefício das companhias e também das pessoas. A transformação digital em várias áreas, mais do que uma novidade, é uma necessidade. Criar um ambiente digital rápido, estável, seguro e produtivo passou a ser o principal objetivo das companhias, e nessa jornada são muitos os pontos de atenção. Saiba mais na conversa com Marco Kali, VP de Global Business Services da IBM Brasil e Frank Koja, VP de Global Technology Services da IBM Brasil. A apresentação é de Daniel Gonzales.
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Saiba como a tecnologia presente no campo, na área de desenvolvimento de sementes, defensivos, com inteligência e automação aplicadas a máquinas, sensores e linhas de produção, é peça-chave para o aumento da produtividade, que tanto a humanidade precisa nesse momento. O apresentador Daniel Gonzales conversa sobre agricultura inteligente e digital com Rodrigo Morais, diretor de Digital da Yara Brasil. O Start vai ao ar às 21h, todas as quartas-feiras, na Eldorado FM (107,3 - SP) e canais digitais.
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A pandemia do novo coronavírus fez com que músicos de todo o mundo tivessem que adiar shows, cancelar agendas promocionais e interromper várias outras atividades. Como alternativa em tempos de isolamento, vimos nos últimos meses o surgimento de uma nova forma de consumir música: as lives.
No “Na Quarentena” desta sexta-feira, vamos entender um pouco dos bastidores das transmissões ao vivo que têm feito sucesso no Brasil, e discutir os impactos desse fenômeno no futuro da indústria musical. Conversamos com Iris Paulo Silva, o Tio Chico, produtor técnico da WorkShow, empresa responsável por grandes artistas do sertanejo, como Marília Mendonça, Zé Neto e Cristiano e Maiara e Maraisa. Também ouvimos o guitarrista, produtor e mestre em Educação Musical Heraldo Paarmann, que vem adaptando seu estúdio para as transmissões. Além disso, o repórter e crítico do Estadão Julio Maria comenta a evolução das lives, os destaques positivos e negativos do que temos visto até agora e o legado dessa transformação na música.
No “O que aprendi na quarentena”, a repórter Bárbara Rubira compartilha sua receita da semana, o cassoulet.
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