O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
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O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
Estamos convivendo há mais de 7 meses com o novo coronavírus e, com o passar do tempo, médicos e cientistas vão descobrindo mais sobre a doença. Hoje, já se sabe que a Covid-19 não apresenta sintomas apenas na sua fase ativa, mas pode deixar sequelas, mesmo que não esteja mais no organismo do infectado. Casos de AVC, problemas cardíacos, falência dos rins e perda da força muscular, são observados em quem teve a forma mais grave da Covid-19. Agora, pacientes prologam suas recuperações em clínicas de reabilitação. Outra sequela invisível, e que tem chamado a atenção de especialistas, é o medo em retomar a rotina pelo receio de contrair a doença.
Para esclarecer todos esses pontos, na edição de hoje, conversamos com a médica fisiatra e presidente do Conselho Diretor do Instituto de Medicina Física e Reabilitação da Rede Lucy Montoro, Linamara Rizzo Battistella, e com o psiquiatra do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas e colunista do Estadão, Daniel Barros. Além disso, um depoimento do Antonio Pissirili, de 72 anos, que desenvolveu a Síndrome de Guillain-Barré, pós-coronavírus.
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Você já deve ter escutado falar em criptomoedas. E também já deve ter escutado falar do Mercado Bitcoin.
O MB, como é conhecido, surgiu em 2008 e, desde então, as moedas digitais vem ganhando força no mercado de investimentos. A tecnologia empregada no registro de dados dos criptoativos, batizada de blockchain, está sendo usada para viabilizar o acesso de novos produtos financeiros ao pequeno investidor. O Mercado Bitcoin, uma das principais exchanges de criptomoedas do mundo, enxergou o potencial dessa tecnologia inovadora e já lançou novos ativos: os precatórios e as cotas excluídas de consórcios.
Antes, quando falávamos sobre esses grandes investimentos, eles só eram acessíveis a grandes bancos e investidores e para comprar era preciso uma bolada. Mas agora o cenário é outro. É possível investir nesses ativos a partir de R$ 100.
Sobre esses investimentos, a jornalista Bárbara Guerra conversou com o diretor comercial do mercado Bitcoin, Marcus Lavorato, que contou como investir nesses novos ativos e também falou sobre a recuperação da economia.
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Tecnologia, uso de dados, técnicas de identificação e avançado acompanhamento por algoritmos das transações nos meios de pagamentos digitais estão em destaque no Start Eldorado, que recebe Cesário Nakamura, CEO da Alelo. Ele conta detalhes da transformação digital em cada área de negócio da empresa e das estratégias para o futuro, incluindo os meios de pagamento sem contato (touchless). O programa vai ao ar às 21h na Eldorado FM (107,3 - SP) com a apresentação de Daniel Gonzales, toda quarta-feira.
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No episódio de hoje, convidamos a professora Marina Freire para contar um pouco sobre o "Música para Quem Cuida", projeto que ela coordena na Universidade Federal de Minas Gerais. Em vídeos nas redes sociais, os alunos e professores da habilitação em Musicoterapia da Escola de Música da UFMG prestam homenagens a profissionais da linha de frente do combate ao coronavírus por meio de "dedicatórias musicais".
No segundo bloco, Emanuel Bomfim bate um papo com Carolina Terra, pesquisadora em comunicação digital e professora da Cásper Líbero sobre o fenômeno da "cultura do cancelamento".
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Uma das ex-repúblicas soviéticas, que ainda mantém um governo autoritário, tem passado nos últimos dias por intensos protestos contra o ditador do país. Estamos falando da Bielo-Rússia. As manifestações começaram após as suspeitas de fraude na eleição presidencial. Aleksandr Lukashenko, que está há 26 anos no comando do país, teria vencido com mais de 80% dos votos. A questão é que sua adversária Svetlana Tijanovskaia contava com grande apoio da população, e foi obrigada a se exilar na Lituânia após o pleito. Por causa do ocorrido, a União Europeia aprovou uma série de sanções contra a Bielo-Rússia, que tem como aliado o presidente da Rússia, Vladimir Putin.
Afinal, o que está em jogo nas eleições da ex-república soviética? Qual o interesse da Rússia e da União Europeia no país? Por que a população perdeu o medo do ditador da Bielo-Rússia? Na edição de hoje, conversamos sobre o assunto com o repórter do Estadão, Paulo Beraldo, que acompanha de perto a situação no país.
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Em tempos de pandemia, a preocupação com o próximo ganha força e mais entendimento. Essa sensibilidade para a necessidade de ajuda tem feito com que muitas pessoas e empresas estejam dedicando recursos financeiros e, mais do que isso, conhecimento e tempo para ajudarem os que estão ainda mais vulneráveis frente a essa crise.
A JBS foi uma dessas empresas, que, com o Programa Fazer o Bem Faz Bem, está destinando um grande volume em doações e também conta com muitas pessoas do seu time para ajudar. Toda ajuda está sendo destinada a ações em ciência, saúde e assistência social.
A jornalista Bárbara Guerra conversou com três integrantes do comitê social e eles contam um pouco sobre o trabalho que realizam e as instituições que indicaram para serem ajudadas com a doação da JBS.
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Nestas últimas semanas, uma nova crise se instalou dentro do governo federal, e ela envolve dois ministros importantes: Paulo Guedes, da Economia, e Rogério Marinho, do Desenvolvimento Regional. O principal motivo de discordância é que Marinho quer que o governo abra os cofres e gaste em obras de infraestrutura. Já Guedes, que tem a chave deste cofre, quer mantê-lo fechado. Todo esse embate passa por uma discussão importante, e que pode dar “dor de cabeça” ao presidente Jair Bolsonaro: o teto de gastos. A regra determina que o gasto máximo que o governo pode ter é equivalente ao Orçamento do ano anterior, corrigido apenas pela inflação. Se essa regra for quebrada, sem a autorização do Congresso Nacional, o presidente pode sofrer um processo de impeachment.
Afinal, quem vencerá essa “queda de braço”? Bolsonaro abrirá mão do seu "posto Ipiranga" por obras? Na edição de hoje, conversamos sobre o assunto com a repórter do Estadão em Brasília, Jussara Soares, e com o editor da “Coluna do Estadão”, Alberto Bombig.
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Jair Bolsonaro saiu do PSL colecionando inimigos e dividindo o partido entre aqueles que o apoiavam e os que estavam ao lado do presidente da legenda, Luciano Bivar. O presidente e seus aliados cobravam uma transparência maior da sigla em relação ao fundo partidário. Já os “bivaristas” acusavam o chefe do Executivo de tentar tomar o PSL para si. Com isso, Bolsonaro se desfiliou e anunciou a criação de um novo partido, que até agora não saiu do papel. Mas, para quem tem pretensões em se reeleger, formar uma base eleitoral sólida nos estados e municípios é essencial. Por isso, existe uma possibilidade do presidente retornar ao PSL, mas isso depende de muitas conversas e uma trégua com Luciano Bivar.
Afinal, o que está em jogo nessa possível reconciliação? Quais as imposições para que isso aconteça? Essa volta escancara a falta de comprometimento ideológico? Na edição de hoje, conversamos sobre o assunto com o líder do PSL no Senado, Major Olímpio, e com o cientista político Humberto Dantas.
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Desde o início da pandemia, o País tem observado uma queda em alguns índices de violência nas principais cidades brasileiras. As duas maiores cidades do Brasil em termos populacionais, São Paulo e Rio de Janeiro, registraram uma diminuição, principalmente em crimes como roubos e furtos. Em contrapartida, os assassinatos tiveram aumento em alguns lugares. A explicação é que por ter menos pessoas circulando nas ruas, os crimes de menor gravidade são mais escassos, por outro lado, os mais violentos têm a ver com a economia do crime sendo afetada.
Afinal, como o isolamento social mudou os índices de criminalidade? Na edição de hoje, conversamos sobre o assunto com a diretora-executiva do Instituto Sou da Paz, Carolina Ricardo, e com o sociólogo Ignacio Cano, membro do Laboratório de Análise da Violência da Universidade do Estado do Rio de Janeiro.
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O Supremo Tribunal Federal deverá julgar nos próximos meses o processo que trata da suspeição do ex-juiz Sérgio Moro na condenação do ex-presidente Lula no caso do triplex do Guarujá. No entanto, a decisão favorável ao petista poderá ter ramificações para as outras condenações. Essa possibilidade é cada vez maior por causa da aposentadoria de Celso de Mello. Dois ministros, Cármen Lúcia e Edson Fachin, já se posicionaram contra o pedido da defesa de Lula. Ricardo Lewandowski e Gilmar Mendes estão propensos a considerar a tese dos advogados do ex-presidente. Neste caso, o fiel da balança seria o decano, que não estará mais no STF, em novembro. Se a votação ocorrer neste período, e houver um empate em 2 a 2, a lei brasileira diz que o réu é favorecido.
Afinal, o que acontece se Sérgio Moro for considerado suspeito? O que muda legalmente nas condenações do ex-presidente Lula? Como seria a volta de Lula ao páreo político em 2022? Na edição de hoje, conversamos sobre o assunto com o professor de Direito Constitucional da GV, Roberto Dias e com o cientista político da Fundação Getúlio Vargas, Eduardo Grin.
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