O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
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O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
Estamos a um mês das eleições municipais que, este ano, terá o seu primeiro turno realizado no dia 15 de novembro por causa da pandemia do novo coronavírus. Com as campanhas nas ruas, quer dizer, mais virtualmente do que pessoalmente, qual o prognóstico que se faz até aqui? Candidatos que tendem a colar sua imagem em padrinhos políticos fortes, como o presidente Bolsonaro, vão se dar bem? O PT perdeu a hegemonia da esquerda? A propaganda de rádio e televisão tem se mostrado eficaz? E os debates, perderam o seu propósito de “desnudar” os candidatos da maquiagem feita pelos marqueteiros políticos?
A edição de hoje do “Estadão Notícias” debate esses assuntos com o editor do BR Político, Marcelo de Moraes, e com a repórter de política do Estadão, Adriana Ferraz.
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Quando as crianças estão doentes ou precisando de algum tipo de tratamento, os pais querem que seus filhos sejam bem assistidos, com carinho, cuidado, e que esperem o menos possível. Entrevistamos o pediatra e gerente médico do Hospital Sabará, Felipe Lora, que conta como funciona esse novo espaço, destinado às crianças que necessitam de atendimento de alta complexidade e multidisciplinar.
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André do Rap, líder de uma das maiores facções criminosas do país, foi solto graças a um artigo da lei anticrime aprovada pelo Congresso Nacional, em 2019, em que um preso provisório, após 90 dias, só pode permanecer no cárcere se o juiz do caso, ou o Ministério Público, apresentarem justificativas para isso. A decisão foi do ministro do STF, Marco Aurélio Mello, que logo virou alvo de críticas de políticos, juristas e outras autoridades. Especialmente porque André do Rap fugiu e seu paradeiro é desconhecido. A suspensão da liminar, determinada pelo presidente da Corte, Luiz Fux, não chegou a tempo de evitar a fuga. O líder do PCC é acusado de comandar o esquema de envio de drogas da facção à Europa, principalmente à Itália, através de navios que saíam do Porto de Santos, no litoral sul paulista. A Polícia Civil de São Paulo acredita que ele esteja no Paraguai ou na Bolívia.
Afinal, o ministro Marco Aurélio Mello errou na sua decisão? O Ministério Público deixou de cumprir seu papel? A lei pode corrigir o grave problema dos presos provisórios no País? Na edição de hoje, conversamos com o professor de Processo Penal da PUC e criminalista, Fernando Castelo Branco, sobre o assunto.
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Em ano eleitoral, um dos momentos mais aguardados por eleitores para a escolha de seu candidato é o debate televisivo. Com o tempo reduzido das campanhas, o programa se torna um importante espaço para os que pleiteiam um cargo no Executivo possam apresentar suas ideias para as pessoas - de maneira um pouco mais autêntico e sem o discurso ensaiado da propaganda política obrigatória em rádio e TV. No entanto, o número cada vez maior de candidatos e o modelo engessado dos debates faz com que os eleitores se interessem cada vez menos por este importante espaço de discussão.
Afinal, esse formato de debate ainda pode prosperar? O público consegue assimilar as propostas dos candidatos em tão pouco tempo? Na edição de hoje, conversamos com o cientista político do Insper, Leandro Consentino, e com o especialista em marketing político, Rubens Figueiredo
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Em um campeonato de vôlei de praia, ao ganhar a medalha de bronze, a atleta Carol Solberg, durante entrevista para TV, gritou “fora Bolsonaro”. O ato da jogadora foi repudiado publicamente pela Confederação Brasileira de Vôlei, e acabou sendo denunciada pela procuradoria desportiva, podendo ser punida com até 100 mil reais de multa e exclusão de torneios. O caso chama atenção, principalmente, em um momento que atletas de todo o planeta tem tido um papel de posicionamento perante questões da sociedade. Um exemplo, são os protestos antirracistas no futebol, no basquete e no futebol americano. Além disso, existe o questionamento do por que outros atletas, que também se manifestaram dessa forma, não tiveram a mesma rigidez aplicada a Carol Solberg.
Afinal, atletas podem ou não se manifestar politicamente durante eventos esportivos? Na edição de hoje, conversamos com o editor de Esportes do Estadão, Robson Morelli, e com o presidente da Comissão de Direito Desportivo da OAB Campinas e conselheiro do Instituto Brasileiro do Direito Desportivo, Filipe Souza.
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A indústria digital, super conectada e muito mais inteligente em pauta no Start Eldorado. Mostramos como a maior cervejaria brasileira e uma das maiores empresas do País, a Ambev, aplica a alta tecnologia em seus processos produtivos, conectando máquinas e pessoas em um grande ecossistema de dados, para orientar toda a cadeia e o trabalho de mais de 30.000 colaboradores. Nosso convidado é Rodrigo Sigwalt, head de supply em tecnologia da Ambev. O Start, primeiro programa de rádio do País orientado para mostrar os diversos ganhos da transformação digital nos negócios e na sociedade, vai ao ar na Eldorado FM 107,3 - SP às 21h, com a apresentação de Daniel Gonzales.
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Em tempos de distanciamento social e outras medidas sanitárias, fica impossível dançar coladinho. Mas para os adeptos da dança de salão, isso não é motivo para ficar parado. As escolas de dança do país estão adaptando suas aulas para que os alunos possam dançar mesmo sem par. Quem conta mais sobre essas adaptações é Clóvis Jurado, gestor da Casa de Dança Carlinhos de Jesus em São Paulo.
Ainda neste episódio, o escritor Raphael Montes fala sobre a nova produção brasileira da Netflix, "Bom Dia, Verônica". O thriller é baseado em um livro assinado por Montes e a criminóloga Ilana Casoy, que também assinam o roteiro da série.
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A edição desta sexta-feira, 09, do 'Estadão Notícias' discute os principais assuntos que foram destaques na semana e que envolvem os três poderes da República: Executivo, Legislativo e Judiciário. Por isso, convidamos os setoristas que cobrem essas esferas de poder para trazer análises, informações e os bastidores. Entre os temas abordados nesta conversa está a polêmica frase do presidente Jair Bolsonaro que afirmou que acabou com a Lava Jato, pois não há corrupção no governo para ser investigada. A fala não caiu bem em diversos setores da sociedade. Além disso, o programa capta as reações depois que o Estadão revelou inconsistências no currículo do indicado por Bolsonaro para o STF, Kassio Nunes Marques. E ainda, a novela do Renda Cidadã. O assunto só deve ser retomado após as eleições municipais.
Participam desta edição os repórteres do Estadão em Brasília Jussara Soares, que cobre o Executivo, e Felipe Frazão, que faz a cobertura do Congresso Nacional.
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Nesta quarta-feira, as escolas de São Paulo, tanto públicas como particulares, abriram suas portas para um número reduzido de alunos, e nossos repórteres acompanharam esse reencontro com professores, amigos e funcionários. Na capital paulista, a retomada vai ocorrer de forma gradual, dentro do plano definido pela Prefeitura de São Paulo, que só permitiu que escolas da cidade funcionem com 20% da capacidade e somente para atividades presenciais extracurriculares, como aulas de música e contação de histórias para crianças pequenas e reforço de Português e Matemática a partir do fundamental.
Na edição de hoje, vamos fazer uma imersão por três colégios de São Paulo, dois particulares e um público, com a condução da repórter especial do Estadão, Renata Cafardo, e a participação dos repórteres Marcela Coelho e Gonçalo Júnior.
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A relação entre Jair Bolsonaro e seus apoiadores mais fieis estremeceu após a escolha de Kassio Nunes Marques para o lugar de Celso de Mello no Supremo Tribunal Federal. Visto como progressista e desalinhado com a agenda da direita conservadora, os bolsonaristas não pouparam o presidente de críticas. A hashtag “BolsonaroTraidor” foi mencionada mais de 43 mil vezes no Twitter. Este é apenas um dos episódios que desgastou essa relação. Bolsonaro já sentiu a ira dos lavajatistas após a saída de Sérgio Moro do Ministério da Justiça. A chamada ala ideológica também torceu o nariz para a demissão, mal explicada, do ministro da Educação, Abraham Weintraub, visto como um símbolo pelos "bolsonaristas raiz".
Afinal, o que significa para Bolsonaro essa perda de apoio da sua base mais fiel? Dá pra dizer que o presidente traiu as suas convicções em nome da estabilidade política? Na edição de hoje, conversamos com o editor da “Coluna do Estadão”, Alberto Bombig.
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