O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
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O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
Desde que o governo de São Paulo anunciou uma parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac para a produção da vacina Coronavac, no Instituto Butantã, começou uma guerra de narrativas entre o governador João Doria e o presidente Jair Bolsonaro. Enquanto o líder do Executivo paulista afirma que o imunizante é seguro e pretende vacinar a população em janeiro, o governo federal se recusou, por muito tempo, a colocar a Coronavac no rol de vacinas que seriam adquiridas pelo Ministério da Saúde. Por causa dessa posição, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), responsável por autorizar o uso dos imunizantes, foi colocada em xeque e acusada de atender interesses políticos. Agora, diante da pressão, o presidente Jair Bolsonaro admite comprar a vacina, se a Anvisa der o seu aval.
Afinal, em qual estágio está a Coronavac? Por que a Anvisa está no centro dessa discussão? Na edição de hoje, conversamos sobre o assunto com o infectologista e integrante do Centro de Contingência contra Covid-19 em São Paulo, Esper Kallas, e comGonzalo Vecina Neto, médico sanitarista, ex-presidente da Anvisa, e colunista do Estadão.
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Plataforma do Ministério da Ciência e Tecnologia contempla mais de 30 iniciativas de transformação digital em conjunto com a Cisco, multinacional de tecnologia cujo diretor de Setor Público, Ricardo Mucci, fala mais ao Start; o diretor de Tecnologia da NEC, Luciano Moizio, traz a visão sobre os métodos de identificação e a importância de um cadastro único para possibilitar serviços públicos (e que pode ser integrado a plataformas privadas) aos cidadãos, e sobre o como o conceito de governo digital pode ser levado para dentro das cidades inteligentes. O Start vai ao ar às 21h na Eldorado FM 107,3 - SP, às quartas-feiras, com a apresentação de Daniel Gonzales.
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A edição desta sexta-feira, 18, do 'Estadão Notícias' discute os principais assuntos que foram destaques na semana e que envolvem os três poderes da República: Executivo, Legislativo e Judiciário. Por isso, convidamos os setoristas que cobrem essas esferas de poder para trazer análises, informações e os bastidores. Entre os temas abordados nesta conversa está o Supremo Tribunal Federal (STF), que se colocou a favor da vacinação obrigatória contra o novo coronavírus. Por 10 a 1, o tribunal entendeu que, em caso de inércia da União, Estados e municípios podem decidir sobre a obrigatoriedade da imunização e até impor restrições para quem se recusar a ser vacinado. A medida, contudo, não significa vacinação à força, sem o consentimento do indivíduo. Além disso, o futuro do chanceler Ernesto Araújo dentro do governo. O ministro colheu uma importante derrota nessa semana no Senado e está pressionado. Bolsonaro estaria disposto a mudar os rumos da política externa brasileira?
Participam desta edição os repórteres do Estadão em Brasília Jussara Soares, que acompanha o Executivo e o Palácio do Planalto, Rafael Moraes Moura, que se dedica ao Judiciário, e Felipe Frazão, que faz a cobertura do Congresso Nacional.
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Flávio Bolsonaro está causando mais um problema na vida do presidente Jair Bolsonaro. Reportagem da revista Época, e que foi confirmada pelo Estadão, mostra que a Agência Brasileira de Inteligência (ABIN) produziu relatórios com orientações para a defesa do senador no caso em que ele é acusado de chefiar um esquema de “rachadinha” dentro do seu gabinete quando era deputado estadual no Rio. O Supremo Tribunal Federal (STF) foi provocado sobre o assunto, e requisitou explicações aos órgãos. Tanto Abin, como o ministro Heleno, do Gabinete de Segurança Institucional, negaram o fato. Mas, na reportagem, a defesa de Flávio Bolsonaro confirmou o recebimento das “dicas” enviadas pela agência. Afinal, o que este caso pode causar ao presidente Jair Bolsonaro? Se confirmada as acusações, qual devem ser os próximos passos?
Na edição de hoje, conversamos sobre o assunto com o professor de Direito da FAAP, Luiz Fernando do Amaral, e com o repórter especial do Estadão, Roberto Godoy.
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O Colégio Eleitoral americano confirmou, nesta semana, a vitória do democrata Joe Biden nas eleições presidenciais dos Estados Unidos. Esse era o último estágio da oficialização da derrota de Donald Trump. Mas, o republicano promete lutar até o último minuto para tentar cancelar o pleito. Sua última investida será no Congresso, onde serão contados os votos do Colégio Eleitoral. Pela lei, basta que um deputado e um senador assinem uma objeção por escrito ao resultado de um estado para que a sessão conjunta seja suspensa e cada Câmara se reúna para debatê-la e votá-la. Mas, até os partidários de Trump admitem que a tentativa tenha poucas chances de vingar. Com isso, os presidentes de Rússia, México, e o brasileiro Jair Bolsonaro reconheceram a vitória do democrata.
Na edição de hoje, conversamos sobre o assunto com a correspondente do Estadão em Washington, Beatriz Bulla, e como professor do Instituto de Relações Internacionais da USP, Felipe Loureiro.
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O governo federal apresentou um plano nacional de vacinação contra a covid-19, conforme exigiu o STF. No entanto, o documento foi contestado em diversos pontos. Especialistas que foram consultados ao longo da montagem do texto reclamam que não tiveram acesso ao plano final e, mesmo assim, o Ministério da Saúde incluiu seus nomes no documento. Além disso, várias recomendações não foram acatadas, como a ampliação do grupo prioritário que vai receber a vacina na etapa 1. Outro problema, é que o plano não traz uma data para o início da imunização da população e, por isso, o ministro do STF, Ricardo Lewandowski, deu até quarta-feira para que o Ministério da Saúde apresente um cronograma.
Na edição de hoje, conversamos sobre o assunto com a epidemiologista Ethel Maciel, pós-doutora pela Universidade Johns Hopkins e professora da Universidade Federal do Espírito Santo, que teve seu nome incluído neste plano. Batemos um papo também com o repórter do Estadão, Rafael Moraes Moura, que cobre a questão das vacinas no STF.
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Com a chegada das festas de fim de ano, um misto de dúvidas e certezas sobre as comemorações começa a fazer parte da rotina das pessoas. Como festejar em meio à pandemia? A ceia deve ser virtual? As viagens devem ser canceladas? Essas questões aumentaram após o crescente número de casos da covid-19 no país e no mundo. Apesar dos riscos, os hotéis registraram alta nas reservas, e muitas famílias planejam se reunir para matar a saudade. Afinal, como se reunir com segurança? Que fatores aumentam o risco de transmitir a doença?
Na edição de hoje, conversamos sobre o assunto com o infectologista e presidente do Departamento Científico de Imunizações da Sociedade Brasileira de Pediatria, Renato Kfouri, e com odoutor em Psicologia pelo Instituto de Psicologia da USP, Leonardo Goldberg.
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Quando o homem começa a ter sintomas do câncer de próstata, a doença já pode estar em um estágio avançado. Conversamos com o oncologista Andrey Soares, do CPO Oncoclínicas e do Hospital Israelista Albert Einstein, que explicou quais são os exames necessários para o diagnóstico precoce dessa doença e da importância de não deixar de procurar o médico, mesmo durante a pandemia do coronavírus.
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Está aberta a porta para a chegada definitiva das redes 5G, que unem altíssima velocidade e desempenho a baixíssima latência, em nosso País. O primeiro passo está dado: o 5G DSS encontra-se no ar em São Paulo, Rio de Janeiro e chega a outras 12 cidades até o fim do ano. O compartilhamento dinâmico de frequências já em posse e uso das operadoras, nas quais também funciona o 4G, permite oferecer uma experiência 5G desde já, com muito mais velocidade e menores tempos de resposta em relação às redes atuais, sem a necessidade de esperar pela liberação de espectro específico, o que só ocorrerá depois do leilão da Anatel, no ano que vem. Saiba como tudo vem funcionando, os ganhos, e como será a evolução do 5G na conversa com André Sarcinelli, diretor de Redes da Claro. A apresentação é de Daniel Gonzales.
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Governo digital: como o Brasil se posiciona na estratégia de oferecer, a seus cidadãos, serviços públicos online, de qualidade, inteligentes e com interface amigável. Quem comenta o panorama, a evolução e os desafios do governo digital no País é o secretário adjunto de Governo Digital do Ministério da Economia, Ciro Avelino. Ele conta que houve uma grande aceleração da oferta de serviços públicos online na pandemia, inclusive em colaboração com estados e cidades - hoje, dos 4 mil serviços disponíveis, 60% já operam de forma digital pelo Gov.br. Ouça também informações sobre a experiência da Dinamarca na área, nas palavras de Rikke Zeberg, diretora-geral da Agência de Digitalização do país europeu. O Start vai ao ar às 21h na Eldorado FM 107,3 - SP, com a apresentação de Daniel Gonzales.
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