O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
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O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
A montadora chinesa BYD anunciou, nesta semana, a implantação de um complexo industrial para a produção de veículos elétricos em Camaçari, na Bahia, com investimento de R$ 3 bilhões. O complexo será composto por três fábricas. Uma será dedicada à produção de carros elétricos e híbridos, com capacidade estimada em 150 mil unidades ao ano na primeira fase, podendo chegar a 300 mil unidades.
No mesmo dia, a Volkswagen anunciou um investimento de 1 bilhão de euros no País, e que pretende lançar dois modelos totalmente elétricos no Brasil este ano. Até 2025, de acordo com a montadora, 15 novos veículos elétricos e híbridos deverão ser lançados no país.
Um dos problemas é o alto preço desses automóveis. Os modelos híbridos, mais comuns no País, com um motor elétrico e outro a combustão, são vendidos por um valor cerca de 30% maior que os veículos convencionais. O número de veículos elétricos leves em circulação no país, incluindo os modelos híbridos, chegou a 90 mil no mês de abril do ano passado.
Outro problema é o ambiental. A mineração de componentes que formam a bateria dos carros elétricos aumentaram consideravelmente, levando a um esgotamento das minas, e questões como o refino e o descarte do lítio que agridem o meio ambiente, causando degradação do solo, perda de biodiversidade, e contaminando a água e o ar.
Afinal, como aumentar a produção sem degradar o meio ambiente? No Brasil, haverá incentivos para a troca por carros elétricos? No ‘Estadão Notícias' de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o coordenador de Cursos Automotivos da FGV, Antônio Jorge Martins.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte
Sonorização/Montagem: Moacir Biasi
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As Forças Armadas de Israel realizaram o maior ataque em duas décadas dentro da região da Cisjordânia na manhã desta segunda-feira, 3. Oito palestinos morreram e 50 ficaram feridos no campo de refugiados de Jenin.
Como resposta, um ataque terrorista em Tel Aviv deixou ao menos oito pessoas feridas nesta terça-feira (4), em um episódio descrito pelo grupo islâmico Hamas como uma retaliação pela incursão do Exército de Israel.
Os dois ataques exemplificam como o conflito tem escalado na região e remetem aos períodos mais violentos entre israelenses e palestinos. Mais do que isso, apontam para o risco de uma nova fase sangrenta na Cisjordânia e dificultam o processo de paz entre as partes.
O conflito ganhou novos ares, após o governo de ultradireita de Israel autorizar a construção de novas moradias israelenses no território ocupado na Cisjordânia. A questão é que essa expansão nos assentamentos dificulta a resolução do conflito e é vista por muitos países como uma violação do direito internacional.
Afinal, estamos presenciando uma nova onda de conflitos entre os dois territórios e a que patamar pode chegar? Qual a influência dos extremistas israelenses e palestinos nas tensões? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o professor de relações internacionais da ESPM Gunther Rudzit.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte
Sonorização/Montagem: Moacir Biasi
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O governo de Luiz Inácio Lula da Silva tem tido boas notícias em vários segmentos da nossa economia. Os números que coincidem com estes seis primeiros meses de gestão vem surpreendendo até os analistas mais conservadores, que apostavam em uma melhora a partir de 2024.
O IPCA, que é a inflação oficial do País, vem caindo mês a mês, a ponto do Banco Central (BC) já admitir uma redução na taxa básica de juros, a Selic, a partir de agosto. Mesmo assim, o BC prevê que a inflação deve fechar o ano em 5,1%, acima do centro da meta de 3,25%.
Assim como a inflação, o crescimento do PIB no primeiro trimestre deste ano também surpreendeu os analistas. Puxado pelo agronegócio, a taxa de crescimento ficou em 1,9%, e a previsão no acumulado do ano passou de 1% para 2,2%, segundo o Banco Central.
Soma-se a isso, a queda do dólar, que hoje está abaixo dos R$ 5, o aumento expressivo das exportações, frente às importações, o que gerou uma balança comercial positiva de mais de US$ 30 bilhões para o país.
Afinal, a melhora econômica é uma questão de conjuntura de fatores ou tem o dedo do governo? Essa onda positiva vai continuar pelos próximos meses? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar com Mauro Rochlin, coordenador do MBA de Gestão Estratégica e Econômica de Negócios da FGV.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte
Sonorização/Montagem: Moacir Biasi
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Dados do governo de Portugal mostram que o número de brasileiros morando no país nunca foi tão grande. Hoje, são cerca de 240 mil os que conseguiram o visto de residência ou de estudante. De acordo com a Direção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência do país, só no ano letivo 2022-2023, são quase 19 mil estudantes brasileiros.
Mas o aumento da presença brasileira em Portugal acabou despertando uma onda crescente de xenofobia por parte de alguns grupos portugueses. Dados mais recentes da Comissão para a Igualdade e Contra a Discriminação Racial de Portugal, indicam que as acusações de xenofobia contra brasileiros que vivem no país aumentaram 13,5%, em 2021.
O ministro da Justiça, Flávio Dino, também cobrou ações enérgicas do governo português para que puna os crimes de ódio e intolerância contra cidadãos brasileiros que vivem, trabalham, estudam e investem em Portugal. Em um encontro com o ministro da Administração Interna de Portugal, José Luís Carneiro, em Lisboa, eles assinaram uma série de acordos na área de segurança para o combate à xenofobia.
Afinal, o que explica esse aumento de ataques contra brasileiros? O quanto isso pode atrapalhar a relação diplomática entre os países? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o repórter de Internacional do Estadão, Felipe Frazão, além de depoimentos exclusivos ao podcast de brasileiros que vivem no país - e que passaram por episódios de discriminação.
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Apresentação: Gustavo Lopes
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Rafaela Ferreira
Sonorização/Montagem: Moacir Biasi
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O Start Eldorado fala sobre transformação digital, uso de dados, inteligência artificial, machine learning e softwares de análise preditiva ao longo da cadeia do e-commerce: nosso entrevistado é o Daniel Ambrósio, diretor de Engenharia de Software do maior marketplace da América Latina, o Mercado Livre. O programa vai ao ar às 21h na Eldorado FM 107,3 - SP, com a apresentação de Daniel Gonzales, todas as quartas-feiras.
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O Tribunal Superior Eleitoral formou maioria nesta sexta-feira, 30, para tornar o ex-presidente Jair Bolsonaro inelegível até 2030. Com um placar de 5 a 2, os ministros enquadraram o ex-chefe do Executivo por abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação em razão da reunião em que atacou as urnas eletrônicas diante de diplomatas.
Com a decisão, Bolsonaro está inelegível por oito anos, ficando fora da disputa nas eleições municipais de 2024 e 2028 e das eleições gerais de 2026. A condenação na Justiça Eleitoral não acarreta na perda ou na suspensão de seus direitos políticos, como direito ao voto e de participação na organização partidária.
O ex-presidente ainda pode virar alvo de apuração no Tribunal de Contas da União, considerando o uso indevido da Presidência para fazer ataques ao sistema eletrônico de votação. Assim, pode eventualmente ser instado a devolver aos cofres públicos o dinheiro gasto com a reunião.
O ex-chefe do Executivo ainda poderá recorrer: tanto ao TSE, em um recurso interno que não tem o condão de mudar a decisão; como ao Supremo Tribunal Federal, sob alegação de possível afronta à Constituição. De todo modo, os recursos não suspendem os efeitos da condenação de Bolsonaro.
Afinal, como fica o carrossel político com a confirmação da inelegibilidade de Jair Bolsonaro? Quem pode ocupar esse espaço aberto na direita? O quanto isso mexe com as estratégias de Lula e do PT para 2026? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos debater o assunto com a editora da “Coluna do Estadão”, Roseann Kennedy, e com o cientista político da consultoria Pulso Público, Vitor Oliveira.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Rafaela Ferreira
Sonorização/Montagem: Moacir Biasi
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O Banco Central informou, nesta semana, que os juros cobrados pelo banco nas operações com cartão de crédito, na modalidade rotativo, chegaram a 455%, ao ano. Segundo a instituição, esse é o maior patamar em seis anos. O crédito rotativo do cartão de crédito é acionado por quem não pode pagar o valor total da fatura na data do vencimento.
Com esses juros estratosféricos, a inadimplência do brasileiro no cartão de crédito rotativo e no parcelado atingiu o pico e se mantém em níveis recordes nos últimos meses. Segundo a Serasa Experian, em março e abril deste ano, mais de 50% das pessoas que utilizaram o rotativo estavam inadimplentes.
Diante deste cenário, o Ministério da Fazenda vai lançar medidas para reduzir os juros altos do rotativo do cartão de crédito. Mas, segundo a pasta, não se pensa em tabelar as taxas cobradas ou em acabar com o parcelado sem juros, prática usada no comércio brasileiro.
Afinal, como conter os juros abusivos do cartão de crédito? Quais ações teriam impacto para diminuir a inadimplência no Brasil? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com Luiz Rabi, economista da Serasa Experian.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Rafaela Ferreira
Sonorização/Montagem: Moacir Biasi
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Com 203 milhões de habitantes em 2022, o Brasil teve o menor crescimento populacional em 150 anos, revelam os primeiros números do Censo 2022, divulgados nesta quarta-feira, 28. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de 2010 a 2022, a taxa média de crescimento anual da população foi de 0,52% - a primeira abaixo de 1% e a menor registrada desde o primeiro levantamento feito no País, em 1872.
Ainda não está claro qual foi o impacto da pandemia de covid-19, com seu consequente aumento de mortes e redução das taxas de fecundidade, para a desaceleração do crescimento populacional nos últimos 12 anos.
Além disso, evidencia a tendência do fim do bônus demográfico (quando a proporção de jovens, a população economicamente ativa, é alta na comparação à fatia de idosos e crianças, o que eleva a chance de ganhos no PIB). Para grande parte dos especialistas, o Brasil desperdiçou a oportunidade, que teria começado há cerca de 50 anos.
Os dados revelam também o movimento de interiorização da população. Entre as possíveis explicações, estão o avanço do agronegócio, um dos principais motores da economia nos últimos anos, e também as mudanças nas dinâmicas de trabalho, que permitiram o trabalho remoto e menor concentração de mão de obra em grandes centros urbanos.
Afinal, por que a nossa população está crescendo menos? Já dá pra dizer que temos um movimento de êxodo nos grandes centros urbanos? Quais podem ser os impactos na formulação de políticas públicas? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar com Jefferson Mariano, Analista Socioeconômico do IBGE.
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Apresentação: Emanuel Bomfim e Haisem Abaki
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Rafaela Ferreira
Sonorização/Montagem: Moacir Biasi
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Não há dúvidas de que o deputado Arthur Lira (PP-AL) é um dos homens mais poderosos da República brasileira. Hoje, nenhuma matéria é aprovada na Câmara dos Deputados sem o crivo do presidente da Casa, que conta com amplo apoio de seus pares.
Mas, nas últimas semanas, o parlamentar viu seu nome envolvido em diversas polêmicas e investigações por parte da Polícia Federal (PF). O ex-chefe de gabinete de Lira, Luciano Ferreira Cavalcante, é investigado pela Polícia Federal de participar de um esquema de compra de Kit Robótica superfaturadas para escolas em Alagoas, que é reduto do presidente da Câmara.
Além disso, o Estadão revelou que Lira emprega ao menos dez parentes e aliados em postos-chave da Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU). Os cargos na “estatal do Lira”, como a empresa tem sido chamada em Brasília, rendem 128 mil reais, por mês, só em salários ao grupo.
Afinal, essas últimas notícias sobre Lira podem afetar seu poder no Congresso Nacional? Esse é o momento do governo tentar diminuir a força do deputado na Câmara? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com a professora da Escola de Políticas Públicas e Governo da FGV, Graziella Testa.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Rafaela Ferreira
Sonorização/Montagem: Moacir Biasi
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O diagnóstico de câncer de pulmão é um choque que pode trazer à tona uma mistura de emoções, como medo, ansiedade e até revolta. Esse câncer é o terceiro mais comum em homens e o quarto mais comum entre as mulheres[1] no Brasil. E o tabagismo é uma das principais causas desse tipo de tumor, embora atinja também, em menor incidência, pessoas que deixaram de fumar e até mesmo aquelas que nunca fumaram. Geralmente são pessoas mais jovens e com alguma alteração genética que fez este câncer se desenvolver.
O câncer de pulmão e a revolta são temas do 2º episódio da série de podcasts #Borafalardecâncer, que discute a jornada do paciente. Esta série é patrocinada pela Pfizer e apresentada pela jornalista Rita Lisauskas. Ouça!
Abertura
[1] Instituto Nacional do Câncer (INCA). Câncer de pulmão — Instituto Nacional de Câncer - INCA (www.gov.br). Acesso em abril de 2023.
2 Instituto Nacional do Câncer (INCA). Câncer de pulmão — Instituto Nacional de Câncer - INCA (www.gov.br). Acesso em abril de 2023.
Pergunta 1
Referências:
Pergunta 2
Referências:
Pergunta 3
Referências:
Pergunta 6
Referências:
Pergunta 7
Referências:
Pergunta 8
Referências:
Pergunta 10
Referências:
Pergunta 11
Referências:
Pergunta 12
Referências:
Pergunta 13
Referências:
CRM: SP85520
PP-UNP-BRA-2261
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