O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
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O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
O governo de Luiz Inácio Lula da Silva enviou ao Congresso Nacional as propostas que alteram a tributação dos investimentos da parcela mais rica da população - os quais são feitos por meio de fundos exclusivos, com ativos no Brasil, e de fundos offshore, com bens e aplicações no exterior.
As duas propostas preveem uma taxação de 10% para os investidores que quiserem atualizar o valor de seus ativos no País e no exterior ainda em 2023, mas a cúpula da Câmara dos Deputados já avisou ao governo que trabalhará para reduzir essa alíquota, nos dois casos, para 6%.
Já o PL dos fundos offshore prevê a possibilidade de o contribuinte atualizar o valor de seus bens e direitos no exterior para o valor de mercado em 31 de dezembro de 2023 e tributar o ganho de capital pela alíquota de 10%, em lugar dos 15% previstos na legislação vigente.
As propostas, que alcançam o andar de cima, apelidadas de “Robin Hood”, encontram resistência dentro do Congresso Nacional, onde parte dos parlamentares tem seus investimentos alocados nesses tipos de aplicação.
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, rebateu as críticas ne afirmou que a tributação de fundos exclusivos e offshore é norteada pela busca por “justiça social” e práticas internacionais. De acordo com o ministro, as mudanças de impostos sobre esses rendimentos “não são coisas de ‘Robin Hood’ nem revanche”.
Afinal, taxar os mais ricos é uma forma de justiça social? O que essas novas taxas podem render aos cofres do governo? Podemos ter fuga de investimos no País? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com a repórter de Economia do Estadão, Bianca Lima.
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Apresentação: Gustavo Lopes
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte
Sonorização/Montagem: Moacir Biasi
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Neste episódio da série 'Cenários', Sonia Racy recebe Wolf Kos, presidente do Instituto Olga Kos. Ele conta a história do instituto e fala sobre a tarefa de acolher e preparar pessoas com necessidades especiais para a vida e destaca a importância de se consolidar uma cultura de doação para projetos sociais no Brasil.
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Está marcado para esta quarta-feira, 30, a volta do julgamento que discute a tese do marco temporal para demarcação de terras indígenas. A antecipação ocorreu após a aprovação do projeto de lei sobre o marco temporal na Comissão de Agricultura e Reforma Agrária do Senado na quarta-feira, 23.
Até o julgamento ser suspenso, o placar estava em 2 a 1 para derrubar a tese do marco temporal. Os ministros Edson Fachin e Alexandre de Moraes se manifestaram contra o entendimento, e Nunes Marques a favor.
A Corte analisa se os indígenas só têm direito às terras que já eram tradicionalmente ocupadas por eles no dia da promulgação da Constituição, em 5 de outubro de 1988. Ou seja, todas as terras reivindicadas por eles após essa data, não seriam suas, por direito.
Mas, a expectativa deve ficar por conta do voto de Cristiano Zanin, que vem sofrendo duras críticas dos progressistas por votos alinhados a um perfil mais conservador. Foi dele o único voto divergente, até o momento, da tese que descriminaliza o porte de drogas até uma certa quantidade, que ainda vai ser definida pelos ministros.
Afinal, o que muda em relação às disputas que acontecem pelo Brasil com a decisão do STF? Podemos ter alguma reação violenta da parte perdedora? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com Ana Carolina Alfinito, pesquisadora da FGV Direito SP.
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Apresentação: Gustavo Lopes
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte
Sonorização/Montagem: Moacir Biasi
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O Morning Call | Mercado em 15 minutos destaca que a prévia da inflação oficial indicando alta contribuiu para o Ibovespa recuar 1% aos 115.837 pontos na semana passada. Apesar disso, a semana foi de leve ganho. De forma geral, agosto não tem sido um mês favorável para a Bolsa de Valores, com fuga recorde para o capital estrangeiro e uma forte queda até agora, em torno de 5%.
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A Cúpula do Brics oficializou na última quinta-feira, 24, que vai ampliar o bloco. O grupo decidiu convidar formalmente seis países para se tornarem novos membros, disse o presidente sul-africano Cyril Ramaphosa: Arábia Saudita, Argentina, Emirados Árabes Unidos, Egito, Irã e Etiópia.
O debate sobre a expansão do Brics, que inclui Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, esteve no topo da agenda durante as reuniões em Johannesburgo. Os seis países convidados terão de cumprir com algumas condições para participar do grupo a partir de 1º de janeiro de 2024.
O Brasil era o país mais reticente à expansão, mas negociou uma concessão da China, em articulação com Índia e África do Sul. A declaração ainda está pendente, mas segundo diplomatas avança em relação ao que Pequim dizia antes.
O Brasil, Índia e África do Sul pediram aos chineses uma declaração clara de apoio ao pleito dos três para obter um assento no Conselho de Segurança da ONU, algo considerado pouco provável.
Afinal, o que representa a entrada desses países no Brics? O Brasil vai se beneficiar dessa expansão? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o cientista político e professor da EAESP/FGV, Guilherme Casarões.
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Apresentação: Gustavo Lopes
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte
Sonorização/Montagem: Moacir Biasi
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A gestão de resíduos sólidos frente à agenda 2030 da ONU é o tema deste podcast. O bate-papo foi conduzido pelo jornalista Circe Bonatelli com o presidente da Associação Internacional de Resíduos (ISWA), Carlos Silva, que também é Membro do Conselho Consultivo da ONU sobre o tema, e os engenheiros Murillo Braghin e Leonardo Negrão Jr., do podcast Engenharia Científica.
A gravação aconteceu durante a 2ª edição do Simpósio Cidades Inteligentes, realizado pelo Crea-SP, em parceria com o Confea e Mútua-SP, nos dias 4 e 5 de agosto, na cidade de Santos, litoral de São Paulo. O evento reuniu profissionais do setor e membros do poder público que discutiram, entre outros temas, questões como regularização, fiscalização e capacitação.
Esse podcast é uma produção do Estadão Blue Studio, com o apoio do Crea-SP em parceria com o Confea e Mútua-SP.
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A jornada das smart cities em pauta hoje no Start Eldorado, que recebe Danilo Velloso, secretário de Tecnologia, Inovação e Projetos, criador e atual coordenador do Projeto Cidade Inteligente de Pindamonhangaba. O município do interior paulista foi certificado como Smart City - a segunda no Brasil pela ISO - e ganhou reconhecimento internacional por ações de integração de tecnologias e inovação em várias áreas da administração, intenso uso de dados preditivos, iniciativas de governo digital e uso de dispositivos inteligentes em prédios públicos e nas ruas para monitoramento e segurança pública e sua frente de Educação 4.0, tudo baseado em conectividade via redes de alto desempenho. Apresentado por Daniel Gonzales, o Start vai ao ar às 21h na Eldorado FM 107,3, aplicativos, canais digitais, site e Alexa, todas as quartas-feiras.
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Após um crescimento explosivo de oportunidades remotas de trabalho na pandemia, o mercado de emprego tem presenciado as grandes corporações darem meia-volta, em um movimento que acena para o enfraquecimento do home office.
A tendência apontada por especialistas parecia ser a de uma mistura entre o antes e o depois da crise sanitária, em um modelo que consegue conciliar as vantagens dos dois formatos: o trabalho híbrido.
Nesta semana, o Google, que adotou há mais de um ano o modelo híbrido, disse aos funcionários que eles deveriam cumprir o requisito de três dias ou suas faltas apareceriam em suas avaliações de desempenho, de acordo com um memorando enviado aos funcionários obtido pelo The Washington Post.
O comunicado foi enviado, inclusive, para funcionários das operações no Brasil, conforme apurou o Estadão.
No Brasil, empregados querem uma média de 2,5 dias em home office, enquanto companhias estão dispostas a oferecer pouco mais de um dia, segundo dados da WFH Research.
Números da consultoria de recrutamento Robert Half mostram que no Brasil, 76% consideram o modelo híbrido ideal, e 38% afirmam que buscariam outro emprego caso o atual decretasse a volta definitiva ao presencial.
Afinal, por que o home office deixou de ser funcional para as empresas? voltaremos ao mesmo cenário de antes da pandemia? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com Paul Ferreira, professor de Estratégia e Liderança da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas.
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Nesta semana, o comandante do Exército, general Tomás Miguel Ribeiro Paiva, emitiu uma ordem para afastar possíveis divisões internas e combater as críticas e ataques à Força, diante dos escândalos envolvendo militares que estão presos ou investigados por uma relação nada republicana com o governo de Jair Bolsonaro.
A medida é uma reação aos últimos acontecimentos. Durante a sessão da CPMI dos Atos de 8 de Janeiro, o hacker Walter Delgatti afirmou que o relatório produzido pelos militares sobre a urna eletrônica foi feito por ele. Além disso, o exército precisa lidar com o fator Mauro Cid.
O tenente-coronel, e ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, está envolvido em um esquema de venda de joias recebidas pelo ex-presidente de outras nações. Além disso, ele é acusado de participar da falsificação de carteiras de vacinação, e de arquitetar, junto com outros militares, um possível golpe de estado.
Junta-se às tentativas golpistas de tomar o poder, o coronel de artilharia do Exército Jean Lawand Júnior, de 51 anos, que cobrava Cid, insistentemente, para que Bolsonaro desse a ordem de um levante das Forças Armadas.
O desgaste é tanto, que a confiança da população brasileira em seus militares vem caindo expressivamente. Uma recente pesquisa da Genial/Quaest mostrou que, entre dezembro de 2022 e agosto, o número dos brasileiros que afirmavam “confiar muito” na instituição passou de 44% para 33%.
Afinal, qual é o atual clima entre os militares diante da mancha na instituição provocada pelos últimos acontecimentos? Qual deve ser o “freio de arrumação” adotado pelas forças para retomar a confiança nos militares? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o repórter especial do Estadão, Marcelo Godoy.
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A China tem atravessado um dos momentos mais delicados da sua economia, em três décadas. As exportações estão em queda, o mercado imobiliário vive uma crise profunda, os investimentos estrangeiros permanecem estagnados e o desemprego entre os jovens continua alto.
Na questão imobiliária, a gigante Evergrande Group protocolou pedido de recuperação judicial nos Estados Unidos. Investidores também acompanham os problemas recentes da gestora Zhongrong International Trust, que é conhecida por financiar projetos de construção de incorporadoras da China.
Sobre o desemprego juvenil, o governo chinês suspendeu a divulgação dos dados, alegando que as estatísticas eram complexas, o que levantou temores sobre a falta de transparência em relação a seus indicadores econômicos. Em junho, a taxa de desemprego para os chineses entre 16 e 24 anos alcançou 21,3%.
O país asiático é o principal parceiro comercial do Brasil, concentrando cerca de 30% das exportações brasileiras. Por isso, o maior impacto deve ser na exportação de commodities metálicas. As ações da Vale, empresa brasileira do setor, que têm exposição à China, acumulam queda acima de 20% no ano.
Afinal, quais as consequências se a economia chinesa não se recuperar em um curto ou médio prazo? De que forma o Brasil pode ver sua economia patinar por causa da China? No ‘Estadão Notícias’, vamos conversar sobre o assunto com Livio Ribeiro, Pesquisador associado do FGV Ibre e sócio da BRCG Consultoria.
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