O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
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O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
A importância da análise maciça e inteligente de grandes quantidades de dados - centenas de variáveis - relativos a questões urbanas como saúde, mobilidade, educação, segurança pública, lazer, conectividade no dia a dia da administração, para um planejamento sustentável e certeiro das políticas públicas em destaque hoje no Start Eldorado, que leva ao ar mais uma entrevista da série sobre smart cities no País. O apresentador Daniel Gonzales recebe o prefeito de Florianópolis, Topázio Neto, para uma conversa sobre a transformação digital da capital catarinense, reconhecida como um dos municípios mais conectados e inteligentes do Brasil. A Prefeitura tem trabalhado forte com soluções de tecnologia e com programas de incentivo ao empreendedorismo, conectividade e novas aplicações urbanas, revertidas para o bem da população. O programa vai ao ar às 21h na Eldorado FM 107,3 - SP, site, aplicativos, Alexa e canais digitais, todas as quartas-feiras.
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A Dermatite Atópica é uma doença que afeta muito além da pele de milhares de brasileiros, ela afeta a qualidade de vida dos pacientes quando não controlada. Para celebrar o Dia de Conscientização da Dermatite Atópica, o Estadão, em parceria com a Sanofi, convidou a Dra Raquel Orfali para explicar os impactos dessa doença e mostrar que DÁ PRA MUDAR ESSA HISTÓRIA. Confira a entrevista completa aqui no podcast Estadão Notícias.
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O ex-ajudante de ordens Mauro Cid afirmou, em delação premiada que fechou com a Polícia Federal, que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) se reuniu com a cúpula das Forças Armadas para discutir a possibilidade de uma intervenção militar para anular o resultado da eleição de 2022.
Segundo informações reveladas pelo UOL e confirmadas pelo Estadão, Bolsonaro recebeu do assessor Filipe Martins, de acordo com a delação, uma minuta de decreto para prender adversários e convocar novas eleições. Bolsonaro, segundo Cid, teria levado o documento para a alta cúpula das Forças Armadas, obtendo apoio do então comandante da Marinha, o almirante Almir Garnier Santos. O restante do Alto Comando, no entanto, não teria aderido ao plano.
O ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, Mauro Cid, estava preso desde maio, quando foi revelado um esquema de falsificação de carteiras de vacinação contra a covid-19. No entanto, no último dia 9, Cid foi liberado do Batalhão da Polícia do Exército, em Brasília, após sua delação premiada ser homologada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.
A investigação da PF ainda deve realizar diligências para verificar a veracidade das revelações feitas pelo delator.
Afinal, qual o potencial destrutivo dessa delação de Mauro Cid? Isso pode abalar as estruturas do bolsonarismo? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o Coordenador de Política do Estadão, em São Paulo, Ricardo Corrêa
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Apresentação: Gustavo Lopes
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Laís Gottardo
Sonorização/Montagem: Moacir Biasi
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Não há dúvidas que viabilizar um futuro sustentável, que una a preservação do meio-ambiente e, ao mesmo tempo, não desacelere o progresso, é um dos principais desafios para os países atualmente. Apesar do seu grande potencial para implantação de projetos da chamada economia verde, o Brasil ainda está muito atrás de nações como os Estados Unidos.
É o caso, por exemplo, do hidrogênio verde. Apesar de o País ser considerado um dos com grande potencial para explorar o produto, ainda não tem refinarias em construção. Um dos problemas, segundo empresas que investem em transição energética, é a falta de subsídios para implantação de projetos na área.
Por outro lado, o Brasil tem histórias de sucesso na área. Um dos exemplos é o etanol, desenvolvido com apoio do governo nos anos 70 como resposta à crise do petróleo, e que deu o pontapé inicial para o desenvolvimento de carros bicombustíveis.
Atualmente, o governo batalha no Congresso Nacional para a aprovação da sua agenda verde, com o Plano de Transformação Ecológica. A proposta, na prática, regulamenta como vai funcionar “o direito” das empresas de poluir, com base em um teto para a emissão de CO2.
Afinal, por que o Brasil está tão atrasado na questão da economia verde? Faltam incentivos na área científica e tecnológica para desenvolvimento de projetos sustentáveis? No Estadão Notícias de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o coordenador do Grupo de Economia do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável do Instituto de Economia da UFRJ, Carlos Eduardo Young.
E se você quiser conhecer mais sobre o Novo Pacto Verde, acesse: https://pantheon.ufrj.br/bitstream/11422/20679/1/2023%20Young%20Boletim%20EcoEco42%20Green%20New%20Deal.pdf
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Apresentação: Gustavo Lopes
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Laís Gottardo
Sonorização/Montagem: Moacir Biasi
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva discursou na abertura da Assembleia-Geral da ONU, em Nova York, nesta terça-feira, e enfatizou o resgate ao universalismo em sua política externa e que o Brasil está de volta para contribuir na resolução dos problemas globais.
O mandatário brasileiro também cobrou os países ricos que mantenham a sua promessa de uma contribuição de US$ 100 milhões para o Fundo Amazônia. O mandatário brasileiro também sinalizou a necessidade de uma reforma na governança global.
Tradicionalmente o Brasil é o primeiro a falar no evento, que está esvaziado em 2023, sem as presenças de políticos importantes como o presidente da China, Xi Jinping, o presidente da Rússia, Vladimir Putin, o primeiro-ministro do Reino Unido, Rishi Sunak, e o mandatário francês, Emmanuel Macron.
O problema para Lula é que hoje a posição do Brasil na política externa exige um equilíbrio muito mais complexo que em seus dois mandatos anteriores. O País precisa se reposicionar após a desastrosa relação com outras nações do governo Bolsonaro.
No entanto, Lula tem se mostrado menos habilidoso do que em seus governos anteriores para tratar questões internacionais.
Afinal, o que o discurso de Lula na ONU pode mostrar de caminhos para a política externa brasileira? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com a professora de Relações Internacionais da ESPM Denilde Holzhacker.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Laís Gottardo
Sonorização/Montagem: Moacir Biasi
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Neste episódio da série 'Cenários', Sonia Racy recebe Alexandre Birman, CEO da Arezzo & Co. Ele diz que vê uma ‘banalização’ e ‘descompasso’ entre consumismo e riscos de aquecimento global, fala sobre o seu otimismo com a reforma tributária e destaca a importância da cultura da empresa para superar desafios.
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A equipe econômica do governo estabeleceu uma meta audaciosa para o ano que vem: reduzir o déficit das contas públicas para zero. No entanto, a medida é vista com ceticismo por economistas, e por membros do Legislativo, que serão responsáveis em aprovar o orçamento de 2024.
O relator da Lei de Diretrizes Orçamentárias, deputado Danilo Forte (União-CE), que é quem analisa o orçamento enviado pelo governo para o ano que vem, disse que o compromisso é “quase impossível”. O parlamentar ainda afirmou ter “dó” de Fernando Haddad por tentar alcançar algo improvável.
Para zerar o déficit, o governo terá que cortar despesas ou aumentar a arrecadação. Caso contrário, será necessário mudar a meta fiscal. Entre as principais fontes de gastos públicos neste ano, estão: R$ 50 bilhões do Bolsa Família, R$ 30 bilhões do aumento do aporte federal ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica, o Fundeb, e R$ 20 bilhões do piso nacional da enfermagem.
O relatório Focus, produzido pelo Banco Central, com base na projeção de economistas, mostra que o déficit será de 0,71% do PIB em 2024. Já o Boletim Prisma de setembro, do Ministério da Fazenda, prevê um déficit primário nas contas brasileiras de 83 bilhões para o ano que vem.
Afinal, atingir um déficit zero é possível ou uma utopia criada pelo governo? Quais os caminhos para diminuir o rombo das contas públicas? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com a doutora em Economia pela FGV; ex-conselheira do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) e da Secretaria de Acompanhamento Econômico (SEAE) no governo FHC, atual consultora-sênior do Banco Mundial, Cristiane Schmidt.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Laís Gottardo
Sonorização/Montagem: Moacir Biasi
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O Morning Call | Mercado em 15 minutos responde se existe ligação entre o clima e o humor dos investidores e também destaca a valorização do Real na última semana e os dados da inflação do Brasil e dos EUA que agradaram o mercado. A expectativa agora é em relação à super quarta, quando haverá a divulgação das taxas de juros.
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Considerado um dos bastiões do governo de Luiz Inácio Lula da Silva, o ministro da Justiça, Flávio Dino, começa a ser questionado por aliados da gestão petista. O discurso, segundo a ‘Coluna do Estadão’, é de que o governo perdeu o debate sobre segurança pública.
Os petistas reclamam que, em nove meses de gestão, o governo não tem nenhum projeto robusto no setor e reivindicam o controle da pasta. Para eles, o seu empenho em criticar os bolsonaristas e focar o seu trabalho na criminalização dos atos golpistas, fez com que outras áreas do ministério ficassem escanteadas.
Uma das saídas, é a de que Lula indique Dino para a vaga de Rosa Weber no Supremo Tribunal Federal (STF). O ex-governador, senador, e juiz federal, poderia assim seguir os passos de André Mendonça e Alexandre de Moraes, que saíram da pasta da Justiça direto para a Suprema Corte.
Afinal, Flávio Dino está cumprindo o seu papel dentro do Ministério da Justiça? O governo, de fato, vai perdendo a narrativa da segurança pública? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o professor da área de Segurança Pública da FGV-SP e Membro do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Rafael Alcadipani.
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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Laís Gottardo
Sonorização/Montagem: Moacir Biasi
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Inovação, novas possibilidades de aplicações e serviços para negócios com a chegada do 5G no ambiente das operadoras, que passam a ser provedoras de novos produtos digitais, além do desenvolvimento e busca contínua por essas soluções em empresas de várias áreas e tamanhos com o apoio da conectividade - produtos que podem ser escalados e virarem aplicações de negócios. O Start Eldorado recebe nesta edição, para falar de inovação e transformação, o CDO da Claro, Rodrigo Duclós, que conversa com o apresentador Daniel Gonzales. O programa vai ao ar às 21h na Rádio Eldorado (FM 107,3 - SP), site, aplicativos, Alexa e canais digitais, todas as quartas-feiras.
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