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    Latest Episodes:
    29º Podcast Mises Brasil - Dâniel Fraga Jul 20, 2012
    Show notes

    Dâniel Fraga já é um conhecido vlogueiro na internet. Os vídeos no seu canal no Youtube têm quase 7 milhões de visitas desde que ele começou a publicar em 2010. Utilizando essa ferramenta valiosa, tem feito, como ele mesmo escreveu na sua página, comentários sobre ?política, críticas ao ?Estado Democrático de Direito?, leis inúteis, burocratas, impostos, regulações?, e ?em defesa do liberalismo econômico, a única solução para o Brasil?. Nesta entrevista ao Podcast do Mises Brasil, Dâniel conta que já era libertário antes mesmo de começar a gravar os vídeos e que a primeira influência foi o seu pai. ?O meu pai sempre foi libertário, sempre teve vários livros do Hayek, Mises, Ayn Rand. Tenho convicção de que a única solução para o Brasil é o liberalismo econômico?, afirma o nosso entrevistado, que também citou como uma de suas influências o site do IMB. Trabalhando atualmente como administrador de sistemas Linux, com uma graduação em Física pela USP iniciada e abandonada, Dâniel começou a gravar os vídeos inicialmente em 2007 num canal do Youtube que depois deixou de lado. Decidiu retornar em 2010 com um novo vlog com o objetivo de expor problemas que encontrava na rua onde mora, no bairro, que a prefeitura não resolvia, e também para criticar os políticos. Em seguida, passou a usar o canal para divulgar as ideias liberais e passou a ser mais contundente na exposição de sua opinião alicerçada nos princípios libertários. Nesta entrevista, Dâniel também fala sobre a ampliação do estado-babá no Brasil, comenta as ações da ANVISA, opina sobre o intervencionismo e revela detalhes do episódio que resultou numa ação judicial movida contra ele pela deputada estadual do Rio de Janeiro Cidinha Campos (PDT), que não ficou muito contente por ter sido tratada num vídeo pelo nosso entrevistado com a mesma e já famosa delicadeza com que ela costuma tratar os objetos de sua crítica na Assembléia Legislativa da capital fluminense.


    28º Podcast Mises Brasil - André Ichiro Jul 12, 2012
    Show notes

    Professor de Teoria Geral do Estado e Ciências Políticas no curso de direito na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), mestrando em Filosofia e Teoria Geral do Direito na Universidade de São Paulo e sócio da G2G, empresa na área de software, André Ichiro procura utilizar as teorias liberais e a Escola Austríaca para analisar o pensamento jurídico e as concepções sobre o estado. No ensaio Os Limites do Estado, publicado no portal Libertarianismo, Ichiro tenta identificar e analisar os limites do estado trazendo ao debate teorias da Escola Austríaca, do direito, do empreendedorismo, do comportamento. Em entrevista a este Podcast, ele explicou que limites seriam estes e os autores (Mises, Hayek, Rothbard, Ikeda, Rizzo, P. O?Driscoll, Boettke, Niklas, Luhmann, Tucker, Kinsella, Horwitz entre outros) e argumentos que utilizou para identificá-los e investigá-los. Segundo Ichiro, que trabalhou no mercado financeiro durante cinco anos, o estado antigamente agia em nome próprio, o que significa que ele privilegiava a sua própria ação. "Hoje em dia, (...) a principal estratégia, e a mais inovadora deste século, talvez seja a privatização de um setor seguida da regulação intensa. Tem a ver com aquela ideia que o Ikeda fala e que serve mais para expandir o tamanho do estado, que vai delegar certas funções para agentes privados, só que vai regular o ambiente em que esses agentes privados atuam, ao contrário do tipo de ação dominante do estado dos outros séculos." A respeito das intervenções como um dos instrumentos de política pública, Ichiro explicou que o estado conseguiu combinar três tipos de intervenções. "O estado se vale de intervenções autistas, de intervenções binárias, de intervenções triangulares. É difícil falar se o estado se vale de uma mais do que de outras, mas me parece que ele faz um conjunto dessas três intervenções e vai fazendo diferentes combinações dessas intervenções utilizando sempre ferramentas distintas." Sobre o mundo jurídico brasileiro, e o ambiente acadêmico em particular, Ichiro afirma que "as faculdades de direito hoje têm muito a ver com uma cartilha de como intervir. Infelizmente, os juristas de hoje em dia bebem bastante dessa episteme intervencionista e estatista, não de um modo crítico, mas sim de um modo amigável com essa visão burocrática e centralizadora." Considerando que os argumentos apresentados ao longo da conversa pressupunham a existência do estado e de uma democracia, perguntei a Ichiro a posição dele sobre o argumento de Hans-Hermann Hoppe de que a democracia falhou. A resposta pode ser ouvida neste Podcast do Mises Brasil.


    27º Podcast Mises Brasil - João Pereira Coutinho Jul 06, 2012
    Show notes

    Doutor em Ciência Política e professor da Universidade Católica Portuguesa, João Pereira Coutinho é um dos principais colunistas de dois dos mais importantes jornais do Brasil e de Portugal: Folha de S. Paulo e Correio da Manhã. Também comentarista político da tvi24, canal de TV português, Coutinho sempre utilizou a sua opinião também como um instrumento de defesa das liberdades contra as investidas autoritárias de governos, partidos políticos, instituições, entidades ou pessoas físicas com projeção pública. Coutinho tem dois livros publicados (Vida Independente e Avenida Paulista) e veio ao Brasil esta semana para participar do lançamento do recém-lançado Por que Virei à Direita, do qual é coautor junto com Luiz Felipe Pondé e Denis Rosenfield. Aproveitando a vinda dele, fui entrevistá-lo para este Podcast e a conversa teve como eixo central a crise européia, o problema do euro e de que forma isto afeta a liberdade. "O euro revela bem todos os fracassos em que a Europa esta mergulhada neste momento. A União Européia procurava ser um projeto de unidade, mas é, neste momento, um exemplo de desunião e de atrito, às vezes até com contornos nacionalistas entre diferentes estados." A entrevista também abordou o papel do coletivismo na Europa e a influência do politicamente correto lá e aqui. "O Brasil está a seguir o mesmo tipo de políticas politicamente corretas que já foram testadas em quase todas as partes do mundo Ocidental. Penso que o Brasil está a chegar com 20 anos de atraso a políticas que já foram testadas e fracassaram. Por exemplo, o caso das cotas raciais, que apresentam problemas que já foram muito bem estudados em outros países, sobretudo nos Estados Unidos. No entanto, o Brasil avança na adoção de cotas raciais com a ideia de que os indivíduos devem ser discriminados positivamente pela sua cor da pele quando esse tipo de política já gerou situações perversas noutros países, como nos Estados Unidos, segundo mostrou Thomas Sowell, que desenvolveu um estudo muito bom sobre cotas raciais, o Affirmative Actions Around the World, em que mostra vários problemas gerados por elas. (...) O politicamente correto parte do pressuposto errado de que existem grupos homogêneos. E esse é um tipo de pensamento que se aceita em sociedades totalitárias, em que você identifica, por exemplo, os judeus, quando, na realidade, não existem grupos, existem indivíduos, existem o João, a Teresa, a Maria, o Manuel, e cada indivíduo tem uma história particular, tem méritos, tem vícios e virtudes particulares. (...) E, nesse sentido, é muito curioso que as pessoas que partilham o pensamento politicamente correto são muito parecidas com, por exemplo, os racistas. Porque os racistas também só pensam em grupos. Para o racista, não há o Manuel, o João, a Teresa, só há os brancos e os negros. Uma pessoa favorável às cotas raciais é um racista do avesso. Enquanto um discrimina negativamente, o outro quer discriminar positivamente."


    26º Podcast Mises Brasil - Fernando Ulrich Jun 29, 2012
    Show notes

    Só a experiência como aluno de Jesús Huerta de Soto no mestrado de Economia Austríaca na Universidad Rey Juan Carlos (2009-2010), em Madri, já valeria este podcast. Mas Fernando Ulrich, formado em Administração de Empresas, associado do Instituto de Estudos Empresariais (IEE) e conselheiro do Mises Brasil, tem mais a dizer sobre economia e mercado financeiro numa perspectiva da Escola Austríaca. Atualmente trabalhando numa boutique de investimentos na área de finanças corporativas, depois de 7 anos atuando no setor de elevadores, com experiência em Londres e Dubai, Fernando produz uma newsletter sobre cenários macroeconômicos completamente baseada nos ensinamentos da Escola Austríaca. Neste podcast, Fernando fala sobre o mestrado, como chegou lá e qual era a rotina de estudos, fala como é o seu trabalho de aplicação do pensamento Austríaco na avaliação macroeconômica do mercado, explica qual o diferencial da EA para analisar o mercado financeiro, comenta se haveria benefícios econômicos imediatos para o país caso o mercado financeiro fosse desregulamentado, justifica sua posição sobre euro, levando em consideração as perspectivas expressas por Huerta de Soto, favorável ao euro, e Philipp Bagus, que não tem uma visão propriamente otimista com relação à moeda comum européia. Na parte final do podcast, Fernando analisa a economia de Dubai antes e depois da moratória, diz que a cidade provavelmente não existiria como a conhecemos se não fosse a política econômica adotada pelo Banco Central dos Emirados Árabes Unidos, que atrelou a moeda ao dólar e buscou as mesmas políticas do FED, distorcendo e desequilibrando a economia.


    24º Podcast Mises Brasil - Filipe Celeti Jun 15, 2012
    Show notes

    Bacharel e licenciado em Filosofia e mestre em Educação, Arte e História da Cultura pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, Filipe Celeti escreveu a dissertação de mestrado Educação não obrigatória: uma discussão sobre o estado e o mercado utilizando como ferramenta teórica o libertarianismo ético de Murray Rothbard. Também membro do Partido Libertários (Liber) e colaborador eventual do site do Mises Brasil, Filipe ratifica nesta entrevista ao Podcast do Mises Brasil o argumento segundo o qual o mercado é a solução mais adequada para a prestação do ensino. "O mercado é a melhor ferramenta para prover o ensino porque possibilita uma boa prestação do serviço. (...) É uma ignorância econômica achar que as escolas que trabalham para atrair alunos não irão prestar um serviço de qualidade, muito pelo contrário. É um desconhecimento do funcionamento do mercado achar que o lucro é incompatível com oferecer um bom serviço." O tema principal deste podcast foi mesmo o ensino e Filipe respondeu à crítica comum de que o modelo de ensino privado criaria incentivos para que as instituições se preocupassem mais em atrair alunos do que em elevar a qualidade do serviço. "Uma questão também importante é essa cultura do diploma. Você tem uma sociedade altamente regulamentada na qual você, para prestar qualquer tipo de serviço, é necessário que possua obrigatoriamente um papel que ateste que você cursou alguma coisa. Daqui a pouco para poder varrer o chão você terá que ter um ensino superior. Isso provoca uma proliferação de cursos e a venda de diplomas por instituições de ensino e isso, claro vai gerar um péssimo serviço." Filipe também explicou as duas propostas teóricas que utilizou na dissertação de mestrado para a não obrigatoriedade da participação do estado no ensino (o uso de vouchers e o homeschooling), refutou a ideia de democratização do ensino usada pelos defensores da educação estatal para aumentar a interferência do governo, argumentou pelo fim da obrigatoriedade do ensino e fez comentários sobre a lei que pretende criminalizar o bullying, tema de seu ótimo texto Uma sociedade de perdedores, publicado neste site.


    23º Podcast Mises Brasil - Adriano Gianturco Jun 08, 2012
    Show notes

    Mestre (Universidade de Turim) e doutor em teoria política (Universidade de Gênova), o italiano Adriano Gianturco está há dois anos no Brasil. Nascido na Catania, Sicília (Itália), trabalha como professor do departamento de Relações Internacionais do Ibmec de Belo Horizonte (MG) e nos apresenta, neste podcast, sua perspectiva comparativa sobre os ataques e ameaças à liberdade na Itália e no Brasil. "Na Itália, além das coisas mais famosas, como uma dívida pública de 120%, um mercado de trabalho muito fechado, especialmente para os jovens, e corporações profissionais muito mais regulamentadas até do que no Brasil, mas que em parte vocês copiaram exatamente da Itália, neste momento o debate público está baseado na evasão fiscal. Está quase que se criando o que podemos chamar de um estado policial no que se refere à cobrança de impostos. O empresário já é visto como um potencial sonegador. Não há presunção da inocência, um dos pilares fundamentais do direito em quase todos os ordenamentos jurídicos. No Brasil, pelo que vejo, além dos aspectos mais evidentes, como um protecionismo muito forte e um welfare state que está crescendo, há também pequenas proibições, um higienismo de estado, onde se regula até guardanapos e canudos. E um dos aspectos mais problemáticos que eu vejo é a proibição dos trabalhos informais, especialmente para os estratos econômicos mais baixos, como limpar carros, vender pipoca, comida na praia etc. Isso limita as possibilidades dessas pessoas." Adriano também disserta sobre o ambiente acadêmico italiano, no que se refere ao interesse e estudos das ideais liberais e do pensamento Austríaco. "Já tivemos professores e pesquisadores estudando a Escola Austríaca na Universidade de Luiss (Roma), mas, infelizmente, hoje a situação está declinando e não sei se vai aumentar o número de professores austríacos." Ele próprio estudioso da Escola Austríaca, Adriano produziu trabalhos acadêmicos sobre a justificativa moral da propriedade, a imoralidade da redistribuição, além da ação e função empresarial na obra de Israel Kirzner e sobre a obra de Bruno Leoni, autor do excelente A Liberdade e a Lei. O professor do Ibmec também comenta seus estudos atuais sobre o problema dos votos brancos e nulos, e das abstenções.


    22º Podcast Mises Brasil - Jonas Fagá Jun 01, 2012
    Show notes

    Analista de valores mobiliários e empresário, Jonas Fagá é um dos fundadores do Clube de Viena, que presta serviços de análise e assessoria financeira para investidores pessoas físicas utilizando os conhecimentos da Escola Austríaca de Economia. Nesta entrevista ao Podcast do Mises Brasil, Jonas explica como é o trabalho desenvolvido pelo Clube de Viena e de que forma o pensamento Austríaco alicerça a elaboração das análises. "O pensamento Austríaco se mostra eficaz como ferramental teórico para compreender a economia, em primeiro lugar. A teoria Austríaca é a que melhor explica os ciclos econômicos."


    21º Podcast Mises Brasil - Joel Pinheiro da Fonseca May 25, 2012
    Show notes

    "A melhor defesa do capitalismo é essa que vê como ele está em profunda consonância, como o livre mercado está em profunda consonância com a natureza humana e com o florescimento do indivíduo", afirmou Joel Pinheiro da Fonseca nesta entrevista ao Podcast do Mises Brasil, pontuada de frases contundentes em defesa da liberdade. "Estou mais próximo daquela visão moral do capitalismo que seria a de Ayn Rand, que une uma visão econômica, uma defesa econômica do sistema de livre mercado, e também a percepção da importância moral dele, e de como os sistemas contrários, intervencionistas ou até socialistas, se alimentam exatamente do que há de pior no ser humano e condenam o que há de melhor nele, por mais que as intenções de seus defensores não sejam essas." Formado em economia e filosofia, mestrando em filosofia pela USP, membro do Instituto de Formação e Educação (IFE) e editor da revista Dicta&Contradicta, Joel tem contribuído de forma substantiva para o debate liberal. Nesta conversa, ele explica sua visão sobre a virtude do lucro, disserta sobre a moralidade e o mérito social do capitalismo e sobre a importância do empreendedorismo. "O capitalismo entendido como livre mercado, exige das pessoas uma virtude, porque elas estarão em contato e terão que se adequar à realidade, não poderão viver dentro de uma bolha artificial criada pelo estado para sustentá-las numa situação irreal." O editor da Dicta&Contradicta também comenta a inclusão de Platão, autor que estudou informalmente, como um dos inimigos da liberdade na obra A Sociedade Aberta e Seus Inimigos, de Karl Popper, e expõe sua crítica a um certo tipo de conservadorismo em voga no Brasil assunto sobre o qual escreveu dois textos no blog Ad Hominem (aqui e aqui), além de sugerir qual seria a melhor defesa moral que se pode fazer do livre mercado sem cair num discurso exclusivamente panfletário: "A defesa do capitalismo pode partir também de uma certa visão do que é o ser humano, do que é o florescimento humano e de como o homem precisa de um ambiente livre, um ambiente em que ele possa tentar, possa se arriscar, possa criar livremente para viver da melhor forma possível."


    20º Podcast Mises Brasil -- Lucas Mendes May 18, 2012
    Show notes

    Criador do blog Austríaco, um dos primeiros no Brasil a divulgar a Escola Austríaca, Lucas Mendes é estudioso do pensamento liberal, mas se declara um pessimista com relação ao avanço das ideias liberais no país dada a cultura de intervenção presente na política, na economia, no direito, nas universidades. "A hegemonia da filosofia intervencionista na economia, da filosofia intervencionista no direito, é uma coisa que me aterroriza. É uma hegemonia muito grande que se transforma num fenômeno cultural. E se a gente pensar no Brasil, fico muito desestimulado porque é uma luta desleal. É uma luta da tentativa de razão, de elucidação, contra uma nuvem cultural muito forte, muito pesada, e por isso eu não muito otimista com relação ao avanço do liberalismo no Brasil", afirmou. Economista com MBA em Gestão Empreendedora em Negócios, além de mestre em Filosofia (Ética e Política) pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Lucas nos conta em entrevista ao Podcast do Mises Brasil como passou de universitário esquerdista e depois keynesiano a empolgado estudioso da Escola Austríaca que o fez elaborar uma monografia de conclusão do curso de economia em que fazia uma análise comparativa entre a teoria de Nikolai Kondratieff e da Escola Austríaca de Economia no que se refere ao ciclo econômico (pode ser baixada aqui). Lucas também narrou as suas discusses dentro de sala de aula na universidade quanto questionava as teorias intervecionistas lecionadas pelos professores, comentou o teorema da não-agressão de Murray Rothbard, e explicou de que forma a concepção de Hayek na obra Lei, Legislação e Liberdade, sobre a qual escreveu uma série de artigos junto com o professor da FGV-SP, Bruno Salama, viabiliza ou se choca com a posição libertária se levarmos em consideração nosso ambiente de leis estatais.


    19º Podcast Mises Brasil - Bernardo Santoro May 10, 2012
    Show notes

    Para Bernardo, um grande desafio dos liberais e libertários nos próximos anos é levar a mensagem da liberdade para a via política. "Porque senão a gente vai ficar preso a esse clube de pessoas extremamente inteligentes, de pessoas que têm um projeto lindo para a mudança deste país, mas que infelizmente não pode ser implementado. E ficamos reféns de tipos como os do PT, PMDB, PSDB, daí em diante". Nesta entrevista ao Podcast do Mises Brasil, o presidente nacional do Líber, nos conta a quantas anda o processo de registro do partido no TSE e sobre o processo de coleta de assinaturas (são necessárias 500 mil). Bernardo também explica como os políticos futuramente eleitos pelo partido poderão aplicar o programa do Liber no que se refere à organização do estado, direitos individuais, serviços públicos e sistema econômico, além de falar sobre o debate interno, mas que feito publicamente tempos atrás, entre os anarco-capitalistas e os minarquistas filiados ao partido e a lição extraída do episódio.


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