Bem-vindos ao podcast da FUNAG!
Ouça entrevistas e palestras sobre política externa brasileira e relações internacionais.
A Fundação Alexandre de Gusmão (FUNAG) é uma fundação pública vinculada ao Ministério das Relações Exteriores.
php/*
Bem-vindos ao podcast da FUNAG!
Ouça entrevistas e palestras sobre política externa brasileira e relações internacionais.
A Fundação Alexandre de Gusmão (FUNAG) é uma fundação pública vinculada ao Ministério das Relações Exteriores.
Copyright: © Fundação Alexandre de Gusmão
Produzida pela Fundação Alexandre de Gusmão, a exposição “Brasil 200 anos: percursos da diplomacia brasileira” reflete a contribuição da diplomacia, por mais de dois séculos, para a promoção dos interesses nacionais.
Produzida pela Fundação Alexandre de Gusmão, a exposição “Brasil 200 anos: percursos da diplomacia brasileira” reflete a contribuição da diplomacia, por mais de dois séculos, para a promoção dos interesses nacionais.
Produzida pela Fundação Alexandre de Gusmão, a exposição “Brasil 200 anos: percursos da diplomacia brasileira” reflete a contribuição da diplomacia, por mais de dois séculos, para a promoção dos interesses nacionais.
Produzida pela Fundação Alexandre de Gusmão, a exposição “Brasil 200 anos: percursos da diplomacia brasileira” reflete a contribuição da diplomacia, por mais de dois séculos, para a promoção dos interesses nacionais.
Produzida pela Fundação Alexandre de Gusmão, a exposição “Brasil 200 anos: percursos da diplomacia brasileira” reflete a contribuição da diplomacia, por mais de dois séculos, para a promoção dos interesses nacionais.
O Ministério das Relações Exteriores, o Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, e a Fundação Alexandre de Gusmão (FUNAG), com o apoio da Academia Portuguesa da História, convidam para o seminário internacional “Memória e futuro – 200 anos da Independência do Brasil”, que será realizado no período de 16 a 20 de maio, a partir das 10h da manhã (horário de Brasília).
O seminário será composto por mesas de debates nas quais serão discutidas perspectivas historiográficas, culturas políticas, formas de estado nacional, entre outros assuntos pertinentes aos dois séculos de história do Brasil.
Produzida pela Fundação Alexandre de Gusmão, a exposição “Brasil 200 anos: percursos da diplomacia brasileira” reflete a contribuição da diplomacia, por mais de dois séculos, para a promoção dos interesses nacionais.
Anthea Roberts e Nicolas Lamp - autores do premiado "Six Faces of Globalization: Who Wins, Who Loses, and Why It Matters" (2021), publicado pela Harvard University Press - participaram de um podcast da Fundação Alexandre de Gusmão. Os professores analisaram as seis principais narrativas que, na opinião deles, dominam o debate contemporâneo sobre os rumos da globalização no século XXI.
5 de junho é o Dia Mundial do Meio Ambiente. A data foi estabelecida pela ONU de maneira a coincidir com o início da Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente Humano, realizada em Estocolmo, em 1972. A Conferência de Estocolmo foi um marco em relação ao tratamento das questões ambientais por parte da comunidade internacional, com a participação, pela primeira vez, de 122 Estados. Seguiram-se outras importantes conferências e acordos internacionais em variados regimes internacionais ambientais.
Nos dias 2 e 3 de julho de 2022, a ONU realizará a Conferência “Estocolmo+50: um planeta saudável para a prosperidade de todos e todas — nossa responsabilidade, nossa oportunidade”, com o objetivo principal de discutir a tripla crise planetária de mudança do clima, poluição e resíduos e perda de biodiversidade.
A fim de marcar o Dia Mundial do Meio Ambiente, a Professora Ana Flávia Granja e Barros, do Instituto de Relações Internacionais da Universidade de Brasília, discute o histórico dos regimes internacionais ambientais e a nova cúpula de Estocolmo.
A Fundação Alexandre de Gusmão entrevistou o Embaixador Luís Cláudio Villafañe Gomes Santos, Embaixador do Brasil em Manágua, historiador e autor de livros sobre as relações exteriores do Brasil e de biografias de personagens históricos como o Barão do Rio Branco e Euclides da Cunha. O enfoque da entrevista foi um destes personagens, Duarte da Ponte Ribeiro, um dos grandes responsáveis pela consolidação da política de fronteiras do Brasil no século XIX, com base no uti possidetis.
Nascido em 4 de março de 1795, Duarte da Ponte Ribeiro foi médico e diplomata. Sua carreira diplomática centrou-se em missões aos países sul-americanos, na negociação de tratados lindeiros e na chefia da seção da Secretaria de Negócios Estrangeiros responsável pelas Américas, onde consolidou sua fama como especialista nas questões de limites entre o Império e seus vizinhos. Seu busto hoje encontra-se na Sala dos Tratados do Palácio Itamaraty, assim como o do Barão do Rio Branco e o de Alexandre de Gusmão, como um dos expoentes da diplomacia nacional.