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    Diplomatas

    Para compreender um mundo em suspenso, “Diplomatas” é um podcast com Teresa de Sousa e Carlos Gaspar, numa parceria com o IPRI.

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    Latest Episodes:
    Crise no Médio Oriente. Pode Israel retaliar contra o Irão sem fazer escalar a guerra? Apr 19, 2024
    Show notes

    Apesar dos pedidos de contenção por parte dos tradicionais aliados de Israel, de modo a que se evite uma escalada para um conflito regional, a verdade é que Netanyahu continua a exigir o direito de tomar “decisões próprias” e não descarta a retaliação contra o Irão, depois do ataque de sábado. Até onde pode escalar a guerra no Médio Oriente?

    Neste programa, falamos também do caminho de Portugal para a Europa no pós-25 de Abril. Como foram os primeiros passos rumo a essa europeização​?

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    Mário Soares e o 25 de Abril. Qual o seu papel na política internacional? Apr 12, 2024
    Show notes

    Mário Soares e o 25 de Abril, da autoria de David Castaño, procura descrever e analisar de forma sucinta e acessível o papel desempenhado pelo líder do Partido Socialista nos momentos-chave da transição democrática e compreender de que forma as suas acções influenciaram o rumo dos acontecimentos político-militares nesses meses decisivos para a definição do novo regime.

    É a partir do livro que viajamos neste episódio. Que papel teve Mário Soares na definição da política externa de um país acabado de sair da ditadura? E como era visto Portugal lá fora?

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    "A invasão da Rússia à Ucrânia uniu a NATO" Apr 05, 2024
    Show notes

    A NATO celebra este ano 75 anos, numa conjuntura internacional marcada, de forma muito clara, pela invasão da Ucrânia pela Rússia. Que mudanças trouxe à NATO a guerra na Ucrânia? E quais os desafios que vão marcar a Aliança Atlântica nos próximos anos?

    Portugal, que celebra este ano os 50 anos do 25 de Abril, faz parte dos países fundadores da NATO. O que levou Portugal a ser convidado a integrar a NATO quando ainda estava sob uma ditadura militar?

    Siga o podcast Diplomatas e receba cada episódio logo de manhã no Spotify, na Apple Podcasts ou noutras aplicações para podcasts.​

    Conheça os podcasts do PÚBLICO em publico.pt/podcasts. Tem uma ideia ou sugestão? Envie um email para podcasts@publico.pt.

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    “Atentado em Moscovo é desastre político para Vladimir Putin” Mar 28, 2024
    Show notes

    Há uma semana, um atentado terrorista numa sala de espectáculos na cidade de Krasnogorsk, a pouco mais de 25 quilómetros do Kremlin, fez mais de 130 mortos. É o maior atentado terrorista na Rússia nos últimos 20 anos.

    O Daesh confirmou poucas horas depois a autoria do terrível ataque, colocou online imagens que demonstram a sua responsabilidade nesta autêntica carnificina, mas Vladimir Putin, que demorou largas horas a reagir a esta tragédia, aponta o dedo à Ucrânia e ao Ocidente, cujos responsáveis foram lestos a afastar qualquer responsabilidade no mesmo. Pode este atentado justificar uma nova onda de ataques russos na Ucrânia?

    Já na quarta-feira, Putin disse que não tinha intenções de atacar qualquer país da NATO, ressalvando que não tem a intenção de agredir a Polónia, os países do Báltico ou a República Checa. O que valem estas promessas do Presidente russo?

    Ao fim de seis meses de guerra, depois de várias tentativas, o Conselho de Segurança aprovou um cessar-fogo imediato em Gaza, com a importante mensagem da abstenção dos EUA. Está Netanyahu cada vez mais isolado?

    O primeiro-ministro britânico, Rishi Sunak, disse, esta semana, que a China é a “maior ameaça estatal” ao Reino Unido. Londres acusa Pequim de uma série de ciberataques que decorreram em 2021 e que foram descobertos em Outubro.

    O regime chinês conseguiu chegar aos dados de 40 milhões de eleitores britânicos e, num outro incidente, aceder aos e-mails de 43 deputados e membros da Câmara dos Lordes conhecidos por defenderem políticas mais duras em relação a Pequim. Como se trava este tipo de guerras não cinéticas? Está o Ocidente preparado para travar Pequim?

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    Como se prepara a opinião pública para o regresso da guerra à Europa? Mar 22, 2024
    Show notes

    O Conselho Europeu, que decorre esta semana, é marcado sobretudo por questões relacionadas com políticas externas e de forma muito particular com o apoio da Europa à Ucrânia. Na quinta-feira, o chanceler alemão, Olaf Scholz, disse que os lucros dos activos russos deveriam ser utilizados para comprar armas para Kiev. Mas até que ponto está a opinião pública convencida do regresso da guerra ao continente europeu?

    Nesta quinta-feira, Max Bergmann, na revista Foreign Affairs, diz que a NATO precisa de ser mais Europeia. “Está a surgir um consenso em ambos os lados do Atlântico de que os europeus devem assumir a responsabilidade pela sua própria segurança”, escreve. Que papel pode desempenhar a Alemanha neste processo?

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    O que ganha a Rússia e o que perde a NATO com a fuga de informação na Alemanha? Mar 08, 2024
    Show notes

    Na semana passada, a directora do canal RT, muito próxima do Kremlin, divulgou uma gravação de 30 minutos de uma reunião entre quatro oficiais das Forças Armadas alemãs em que era discutida a possibilidade do envio dos mísseis Taurus para a Ucrânia, uma hipótese que Berlim tem rejeitado sistematicamente. Scholz reagiu logo no sábado, dizendo que a fuga era muito grave, e, já nesta semana, o ministro da Defesa alemão, Boris Pistorius, acusou a Rússia de estar a travar uma “guerra de informação” com a Alemanha. Que importância tem esta fuga, o que compromete e como é que isto acontece em sistemas tão avançados e supostamente tão seguros?

    A Comissão Europeia aprovou uma Estratégia Industrial de Defesa até 2030 com um programa de financiamento de 1,5 mil milhões de euros para acelerar a produção de armas. “Esta guerra mudou a forma como olhamos para a nossa política de defesa e as nossas capacidades militares”, disse Josep Borrell. Para onde caminha a Europa em termos de defesa e o que vai mudar na vida dos europeus?

    Donald Trump, sem surpresa, fica a sós na corrida à Casa Branca com Joe Biden. Nikkey Haley anunciou a desistência depois da "super-terça-feira". Venceu apenas as votações em dois estados e na terça-feira foi derrotada de forma muito clara pelo antigo Presidente dos EUA. A dúvida, como escreveu esta semana o nosso jornalista Alexandre Martins, é perceber se quem votou em Haley nestas primárias vai transferir o voto para Trump num cenário nacional contra Biden. Os apoiantes da antiga embaixadora dos EUA na ONU podem votar em Trump?

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    “Macron demonstra que quer derrotar a Rússia de Putin” Mar 01, 2024
    Show notes

    A semana fica inevitavelmente marcada pelo discurso de Macron ao dizer que o envio de militares ocidentais para a Ucrânia não ser “uma hipótese totalmente excluída”. O que significa e que consequências pode ter?

    O discurso de Macron acontece na mesma semana em que, finalmente, a Hungria, do iliberal Viktor Órban, decidiu votar a favor da entrada da Suécia na NATO. “Ego, Putin ou aviões?”, questionava Andrew Higgins, do The New York Times, esta semana. Porque demorou, afinal, tanto tempo Órban a aprovar a entrada dos Nórdicos na Aliança Atlântica?

    O primeiro-ministro israelita, Benjamim Netanyahu, apresentou, ainda no final da semana passada, um plano para o que será o pós-Gaza. O responsável israelita pretende implementar um perímetro de segurança com o Egipto e o controlo de segurança sobre a Cisjordânia e a Faixa de Gaza. Este plano é possível?

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    Qual a ligação entre a morte de Navalny e a guerra de Putin contra a Ucrânia? Feb 23, 2024
    Show notes

    Yulia Navalnaya, mulher de Alexei Navalny, poucas horas depois de se saber da morte do marido numa prisão remota na Rússia, para onde foi levado há semanas, interrompeu a Conferência de Segurança de Munique para pedir justiça contra Putin. Yulia e a restante família do opositor do Kremlin continuam sem ter acesso ao corpo ao fim de quase uma semana. O que significa a morte de Navalny para a Rússia e para a oposição da Rússia?

    Quando estamos a apenas dois dias de se completar dois anos do ataque da Rússia à Ucrânia, também em Munique — e depois de se confirmar a queda de mais uma cidade na mãos do Exército russo, neste caso Adviika—, Zelensky voltou a pedir armas e a sublinhar a importância de uma vitória ucraniana para a sobrevivência da Europa. "A Rússia teve de se ajoelhar perante o Irão e a Coreia do Norte, e a Europa acabou com o mito de que não se conseguia defender contra uma guerra", disse ainda o Presidente ucraniano. O que vai acontecer nos próximos meses?

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    Trump, a NATO e as propostas do PS e da AD para a política externa Feb 16, 2024
    Show notes

    Donald Trump voltou a colocar a NATO e os seus membros no centro de um intenso debate. Trump disse que se um país da NATO que não tivesse cumprido as metas orçamentais em termos de defesa fosse atacado pela Rússia, os Estados Unidos não só não o ajudariam como, até, encorajariam a Rússia a atacar.

    “É vergonhoso e antiamericano”, disse Biden, Presidente dos EUA. “Qualquer sugestão de que os aliados não se defenderão mutuamente compromete toda a nossa segurança”, disse o secretário-geral da NATO, Jens Stoltenberg.

    Em Portugal, a 23 dias das eleições legislativas, olhamos para os programas eleitorais dos dois maiores partidos portugueses, o PS e o PSD, que vai a eleições na coligação Aliança Democrática. O que podemos retirar dos dois programas a nível de política externa e de defesa?

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    “A Europa não consegue apoiar militarmente a Ucrânia sem os EUA” Feb 09, 2024
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    A poucas semanas de se marcar o segundo aniversário da guerra na Ucrânia, Volodymyr Zelensky​, o Presidente ucraniano, demitiu o comandante das Forças Armadas ucranianas, Valerii Zaluzhny, com quem tinha uma relação cada vez mais difícil. Para o seu lugar foi nomeado Oleksandr Syrskii, que era comandante das forças terrestres. A que se deve esta mudança e que imagem deixa nos parceiros externos?

    Os senadores do Partido Republicano chumbaram na quarta-feira uma iniciativa bipartidária para reformar as leis de asilo e reforçar a segurança na fronteira com o México, que incluía, como contrapartida, desbloquear um novo pacote de assistência à Ucrânia, mas também a Israel. O processo teima em arrastar-se e a Ucrânia já se ressente da falta de apoio. Pode a Europa ajudar a Ucrânia na ausência dos EUA?

    O Hamas respondeu a uma proposta de cessar-fogo com um plano próprio que apresenta um caminho para o fim da guerra na Faixa de Gaza. O Hamas compromete-se a libertar os reféns que mantém sequestrados desde 7 de Outubro desde que as forças israelitas se retirem totalmente do território. Do lado de Israel, o primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, disse que a proposta "ilusória" do Hamas "conduzirá a um novo massacre e provocará uma grande tragédia em Israel que ninguém estará disposto a aceitar". Ainda assim, o secretário de Estado dos Estados Unidos, Antony Blinken, disse que "ainda há espaço para um entendimento".

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